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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

139-A Prima Gostosa do Dedé


   Meu amigo Dedé tinha uma prima que era uma delicia, chamava-se Lia e tinha um bundão que enlouquecia qualquer um, arrebitada e grande, uma cinturinha fina e uns seios que eu sonhava quando via naqueles decotes, chegava a me masturbar várias vezes quando ela vinha aqui em casa com Dedé.
   Lia passava o verão na minha casa me enlouquecia mas nunca tentei nada devido a minha timidez, um dia porem isso mudou. Fui ao quarto de Lia chamá-la para sair e ao entrar ela estava só com uma camiseta sobre aquele corpaço, ela aceitou o convite e tirou a camiseta na minha frente mesmo e ficou nua em minha frente, fiquei excitado na hora ao ver aquele corpaço com as marquinhas de sol quase que minimas, mas me contive.Lia então escolheu um biquini pequeno e preto e vestiu na minha frente, colocou um vestido colado no corpo e me pegou pela mão dizendo, Vamos.
   Resolvemos então que iriamos para o baile da carnaval eu, lia e minha namorada Raquel, fizemos um trenzinho e eu colado em lia senti aquele bundão e todas suas curvas, minha namorada ficou atrás de mim e assim seguimos dançando até que muito cansados decidimos ir para casa.
   Ao chegarmos em casa meus pais estavam instalados e só teriamos um quarto para dividir e assim fizemos, as duas foram tomar um manho e eu fui depois. Ao chegar no quarto uma cena extremamente excitante, minha namorada que tambem é bem gostosinha estava só de camiseta e Lia aoo seu lado tambem e pareciam dormir, deitei no meio das duas e começei a alisar a bunda de raquel, que se virou, me deu um beijo e pediu que eu comesse sua bundinha, aliás, Raquel foi uma das poucas namoradas que tive que tinha um tesão enorme em dar a bundinha, untei aquele rabinho com um óleo que eu sempre usava e começei a meter bem devagar, naquele cuzinho que era só meu. Nisso senti um beijo na nuca, era Lia que se esfregava em mim e eu busquei seu sexo e começei a excitá-la enquanto enrabava Raquel, não queria que minha namorada percebesse, parti então para cima dela pois sabia que ela caia em sono profundo depois do sexo e assim aconteceu. Então me virei para Lia e começei a chupá-la todinha, era uma delicia, mas eu queria aquela bunda, lambi e tambei untei com óleo e meti muito, como um verdadeiro tarado, ela gemia baixinho. nesse dia ganhei um rabo gostosissimo. No dia seguinte Raquel voltou para o trabalho e fiquei sozinho com Lia e aí realizei todos os meus sonhos com aquela gostosa.

sábado, 24 de setembro de 2016

138-Uma grande visita


   Éramos amigos de infância, passamos juntos toda essa fase de criança e quando adolescentes a vida acabou nos separando e não nos vimos mais, ela chegou a morar no mesmo prédio que eu e minha mâe a tratava como uma filha, era da casa, dormia aqui em casa quando seus pais precisavam sair à noite e assim fomos criados.
   Certo dia tocaram a campainha e ao atender me surpreendi com uma linda mulher, devido aos óculos escuros que usava acabei não reconhecendo mas era ela, minha amiga de infância.
   Abri a porta ela entrou me abraçou e eu ali só de cuecas, acabei me esquecendo esse detalhe e puxei para um abraço mais apertado, eu realmente me emocionei, mas ao vê-la pelo espelho não pude evitar uma ereção, ela ali na entrada do apartamento com uma bermuda de lycra enfiada na bunda(e que bunda) com uma minúscula calcinha e de costas para o espelho, fui à loucura.
   Ela então sentou-se no sofá e começamos a conversar e a conversa foi longa e nem vimos a hora passar, perguntei se ela não queria dormir ali que pela manhã eu à levaria para casa, sabia que morava na periferia e aquela hora nem ônibus tinha para ir para casa, ela aceitou fizemos um lanche e fomos assistir tv.
   Em uma cena da novela o ator principal abraçava a amiga e ficavam assim juntinhos olhando o mar, minha amiga então me olhou e perguntou se eu lembrava quando ficávamos assim e confesso que nem lembrei.
   Respondi com a sinceridade de sempre e disse que não lembrava mas se quisesse meu abraço teria à qualquer hora, ela apenas sorriu e perguntou se poderia tomar um banho e eu claro que disse que sim ela era de casa e assim ela foi. Ao sair me perguntou se eu ainda tinha aquelas amostras de lingerie que guardava e eu disse que agora vendia biquinis e era só ela escolher. Ao voltar ela estava com um modelo novo lindissimo que à deixou ainda mais gostosa e fez um desfile pra mim e eu a elogiei muito.
   Até que ela parou em minha frente e com as mãos na cintura perguntou se merecia um abraço, então à puxei e dei um abraço apertado com muito carinho, sentamos no sofá vimos mais um pouco de TV, conversamos e ela acabou adormecendo em meu ombro, ajeitei ela no sofá e fui para meu quarto, desliguei a TV.
   Como durmo tarde fiquei no quarto assistindo mais um pouco de Tv e resolví ir na cozinha beber um pouco de água, ao passar pelo sofá tive uma visão dos Deuses, minha amiga estava encolhida com aquela bunda toda esposta deliciosa e quase caindo do sofá, juro que foi por instinto, achei que fosse cair e coloquei as mãos em sua bunda segurando-a para não cair, só que o tesão bateu, ela tinha a pele lisinha e macia e aproveitei para alisar aquilo tudo, não resistindo e perdendo completamente a razão, afastei sua calcinha e cheguei naquela bucetinha que acariciei delicadamente, e coloquei a ponta da lingua, era toda deliciosa minha amiga e parecia estar em sono profundo, tirei então sua calcinha e abri suas pernas e aí sim caí de boca, aproveitei e tirei seu sutiã e chupei aqueles belos seios, mas parecia que estava me aproveitando de seu sono e fui para meu quarto, antes disso a vestí e a tapei com um lençol.
   No meio da madrugada acordei com ela na minha cama, me destapou e descobriu que eu estava nú, agora eu fingia dormir e ela fazia um gostoso boquete, me olhava nos olhos e voltava a chupar, quando de repente resolveu sentar em cima de mim e rebolou muito e assim passamos o dia inteiro, afinal de contas no dia seguinte era domingo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Uma Vizinha e Tanto-137

    Há anos eu moro em um prédio e por conhecer todos os vizinhos , alguns deles deixam as chaves aqui para o caso de perderem terem a chave reserva.
   Pois certo dia estava na janela e ví uma loira escultural entrar no prédio, e como não sabia quem era resolvi investigar e descobri que estava no apartamento em frente ao meu, justamente um dos apartamentos que eu tinha as chaves
   Devo dizer que minha vida andava um tanto quanto parada e eu precisava alguma aventura para sair do marasmo.
   Descobri pela faxineira do prédio que aquela bela mulher ficaria no apartamento durante um mês e arquitetei um plano de entrar e tentar algo com ela como se fosse por acaso.
   Em uma manhã, peguei minhas ferramentas e entrei no apartamento e começei a consertar o piso que estava descolando e eu já tinha visto quando o proprietário visitou o apartamento ainda no ano passado, antes de começar fui dar uma espiada no quarto e ví essa cena da foto, a loira estava divina numa calcinha amarela, com o bundão todo exposto, uma delicia de mulher, eu nem achava que era tudo isso até me deparar com essa cena.
   Voltei aos meu afazeres quando olho para trás e a loira apenas com essa calcinha me perguntou quem era eu e o que estava fazendo ali aquela hora da manhã, respondi que era o vizinho e que cuidava do apartamento quando o proprietário não estava, ela sorriu e me disse que deveria ter avisado, que ela poderia estar nua, respondi sorrindo que nem precisava estar nua, que daquele jeito estava ótima, ela sorriu e me ofereceu um café, achei até estranho que não foi vestir algo, mas era tão gostosa que eu estava hipnotizado por sua beleza.
   Pedi desculpas por não ter avisado e que só entrei por pensar que não houvesse ninguem em casa, mas que ao vê-la fiquei hipnotizado e acabei até esquecendo o que tinha ido fazer lá, ela sorriu mais uma vez e respondeu que nem era tudo isso, mas eu aproveitei e disse que aquele corpo era belíssimo, pena que não era minha, ela me olhou nos olhos e perguntou se era por isso aquele pau duro sob a calça de abrigo e eu respondi obviamente que sim. Aproveitei para liberar o pau e segurando mostrei para ela dizendo:-olha só como tu me deixou, ela então se ajoelhou em minha frente e caiu de boca deliciosamente, me olhou e disse que adorava acordar assim, mas que desde que brigou com o último namorado não tinha mais realizado esse prazer, quase gozando disse à ela que era todo dela.
   -Só falta tu me dizer que não tem ninguem te comendo? e ela confirmou que há dois anos não sentia um pau duro, era meu dia de sorte, rolei com ela no chão frio da cozinha e meti com vontade naquela buceta gostosa, ela gemia baixinho no meu ouvido, chupei seus seios que eram de tamanho médio, chupei sua xotinha molhada e perguntei se me daria a bundinha, ela disse que não gostava, mas me daria de quatro na cama. Peguei ela no colo e levei até o quarto, coloquei ela de quatro e comi gostoso, só olhando meu pau entrando naquela bucetinha, aquela bunda era fenomenal.
   Acabei dormindo ali e nos divertimos fazendo sexo de todas as formas até que um dia comí aquele cuzinho aapertado, ela não gostou mas tambem não reclamou, apenas não quis mais dar.
   Durante todo o tempo que ela ficou ali viramos fervorosos amantes, foi uma bela relação.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Bela Cadeirante e suas Irmãs...136

          E lá estavam elas de novo, no mesmo horário, no mesmo lugar e me olhavam e davam risinhos, cochichavam alguma coisa, fingiam fazer fotos sempre comigo no fundo, até que eu as surpreendi ampliando a foto e me buscando. Brinquei com elas dizendo que se quisessem tirar fotos comigo era só pedir e elas parece que se envergonharam, mas fizeram as fotos e acabamos ficando amigos.
   Todas as vezes que nos encontrávamos era a mesma coisa elas ficavam de longe cochicahndo e rindo para mim, a diferença é que agora me conheciam, sabiam que eu era solteiro e estava dispovível. E foi então que tudo aconteceu...
   Vale descrevê-las. A mais nova tinha um belo corpo devia ter uns 40 e poucos anos e tinha fogo no olhar, a do meio era cadeirante e essa me olhava de um jeito diferente, como que encantada, tinha tambem um belo corpo, seios grandes do jeito que gosto e uma cara de safada. A mais velha mostrava que tinha sido uma bela mulher, ainda trazia muita beleza tanto de rosto como de corpo, aliás era a que usava as roupas mais justas no corpo, evidenciando ser uma bela mulher, como disse antes, pelo olhar dava para ver o fogo no olhar.
   Certo dia, sentei junto delas e perguntei porque me olhavam daquele jeito e confessei que estava ficando envergonhado, afinal de contas eram belas mulheres e eu estava ficando excitado com aquela história toda, aí elas se soltaram e revelaram o porque de tirar as fotos e o porque dos sorrisos.
   A irmão do meio estava sem sexo desde o acidente que sofreu e ao me ver pela primeira vez confessou às irmãs que com um cara como eu ela transaria mesmo que tivesse dificuldade e essa foi a primeira demonstração dela em relação ao assunto e por isso as irmãs quiseram fazer as selfies para comentar com outras amigas.
   Eu muito envaidecido disse que para mim seria um prazer, afinal de contas ela era uma bela mulher e se as irmãs participassem seria uma festa total, todas riram e perguntaram se eu queria ir na casa delas, fui e não me arrependi.
   Ao chegar, ajudei com a cadeira de rodas e peguei a moça no colo para levá-la para dentro de casa e perguntei onde colocá-la e ela me disse:-na cama. entrei no quarto e sorrindo perguntei se queria ajuda para trocar de roupa, ela prontamente respondeu que sim e fui tirando peça por peça, primeiro o blusão, então pela primeira vez ví de perto como eram deliciosos aqueles seios, que mesmo por debaixo da blusa se revelavam.Tirei então a calça e as curvas antes escondidas começaram a aparecer, era coxuda e estava com uma calcinha pequena enterrada numa bunda sensacional, coloquei ela sentada e tirei a camiseta e seus seios pularam, ela não usava sutiã, beijei aqueles bicos, suguei provocando arrepios em seu corpo, aproveitei e abri um pouco suas pernas e então tirei sua calcinha, ela sorriu e disse que não sentia aquilo há tanto tempo que parecia a primeira vez, ao ver que tinha sensibilidade ali, cai de boca e então percebi que o caso dela não era tão grave, ela não caminhava por fraqueza nas pernas, perguntei se ela queria algo especial e ela pediu para me chupar, eu excitadíssimo oferecí meu membro durissimo, ela chupou como uma mestre na arte da felação, quase gozei, foi quando ao olhar pelo espelho ví suas irmãs só de lingerie na porta do quarto, chamei as duas e beijei uma de cada vez, enquanto a do meio continuava "mamando".
   Pedi então que a mais nova, a bundudinha, ficasse de quatro e delicadamente comi aquela gostosa, meti direto no cuzinho, ela nem reclamou mostrando que gostava de dar a bunda. A mais velha pediu para me chupar tambem e mostrou que a arte da chupeta era de familia. Comí as três naquela noite e é claro que com várias paradas, me recuperava e voltava a bombar, virei freguês daquela casa e fiz uma feliz descoberta, três mulheres que adoravam dar a bundinha, era o paraiso.

sábado, 27 de agosto de 2016

Dando pro Meu Vizinho-135

Oi a todos! Meu nome é Rayanny(Sapinha), tenho 19 anos, sou morena, baixinha, 56klos e tenho um bumbum bem empinadinho e redondinho e adoro desfilar ele nas festinhas que vou.

Ano passado uma de minhas amigas completou 18 anos e já fazia muito tempo que nós não nos víamos. Então ela me convidou para ir a uma boate com ela pra gente comemorar. Eu tinha um namoradinho, mas preferi ir sozinha, pois a gente queria colocar o papo em dia.

Ficamos nós duas na boate, conversando, bebendo e dançando, até umas 2:00hs da manhã. Depois de um tempinho ela ligou para o pai dela, pois ele ia buscá-la. 

O pai dela chegou e ela me perguntou se eu gostaria que eles me deixassem na minha casa. Respondi que não era necessário, pois a minha casa ficava há apenas uns quatro quarteirões, e eu iria sozinha mesmo. Na verdade eu queria era ficar na boate mais um pouquinho. 
Continuei bebendo e conversando com um pessoal que se aproximou de mim depois que minha amiga foi embora. Logo um cara chamou minha atenção e resolvi apostar nele. Ficamos juntinhos, bebendo e conversando, mas logo comecei a achar ele muito chato.
O cara era muito ruim de conversa e ficava o tempo todo me perguntando sobre quais coisas eu queria falar. Aff! Fiquei agoniada e falei que eu ia embora, pois já eram quase 3:00hs da manhã. Ele se ofereceu pra mim levar, mas recusei. Eu estava um pouco bêbada, mas consciente, e ainda conseguia muito bem encontrar minha casa.

Quando cheguei no portão do conjunto de condomínios que eu morava, abri minha bolsa e procurei a chave. Só então me lembrei que eu não a tinha levado. Como é um destes condomínios de pobre, sem portaria, não ia adiantar eu ficar batendo no portão.

Peguei meu celular para ligar para o meu pai ou meu irmão, mas descobri que estava sem bateria. "Que droga!", pensei e comecei a ficar chateada. Desci a rua novamente procurando um telefone público. 

Liguei em casa e ninguém atendeu. Liguei para o meu irmão e o celular dele estava desligado. Liguei a cobrar para o meu pai e ele falou que tinha saído com uns amigos, pois tinha pensado que eu ia chegar mais tarde com a minha amiga.
Para não deixar meu pai preocupado, eu não falei pra ele que eu estava sem chave, apenas pedi pra ele não demorar muito porque meu irmão não estava atendendo e eu não queria ficar sozinha em casa.

Para não ficar exposta na frente do portão do condomínio, fui para o estacionamento ao lado. Havia um portão lá também, mas os meninos haviam feito um buraco no muro e eu entrei por ele. Nossaaa!! Eu sou muito corajosa, mas a escuridão do estacionamento estava me deixando com medo.
Me sentei na escada do estacionamento e fiquei lá, pensativa e quase dormindo, de tão bêbada que eu estava. Minha cabeça estava rodando, mas eu tinha que ficar acordada, senão poderia aparecer algum homem por lá e se aproveitar de mim.

Depois de uns 15 minutos que eu estava lá ouvi um carro entrando. Não prestei muita atenção, apenas abaixei a minha cabeça e continuei quase cochilando.
- Oi, menina... o que está fazendo sozinha aí? - ouvi um homem falar. Eu estava muito bêbada mesmo, mas consegui reconhecê-lo.

O homem era um de nossos vizinhos. Ele tinha uns 45 anos, bem atraente, separado da esposa e pai de um menino com quem eu já tinha ficado.
- Estou esperando meu pai... esqueci a chave de casa! - falei com esforço, pois meu raciocínio ainda estava lento.

- Se você quiser, pode ficar na minha casa até ele chegar! - meu vizinho respondeu.
- Não, obrigada... vou esperar meu pai! - respondi de imediato. Como eu sabia que ele era separado, com certeza ele ia querer transar comigo.

- Então toma uma cerveja comigo! - ele falou. - O bar fechou e eu trouxe algumas pra beber em casa... mas não gosto de beber sozinho!
- Tá... mas só se for pra beber aqui... na sua casa não! - falei e ele concordou.

Depois que falei isso o meu vizinho abriu a porta do carro e pegou duas latinhas de cerveja. Me sentei no porta-malas do carro dele e ficamos bebendo e conversando. Depois ele ligou o som bem baixinho e gostei mais ainda. Diferente do rapaz da boate, meu vizinho era muito bom de conversa. 

Terminei de beber a minha latinha e ele imediatamente me deu outra. Eu já sabia que ele queria mesmo era me deixar mais bêbada, e não me importei muito. Desde a separação dos meus pais eu andava meio perdida, sem encontrar muito sentido nas coisas. 

Depois da terceira latinha o meu vizinho resolveu atacar. Do jeito que eu estava sentada no porta-malas do carro ele veio e ficou no meio das minhas pernas. Quando dei por mim ele estava com as mãos na minha cintura e me beijando na boca.

- Não, moço... posso fazer isso não!! - falei e pulei do porta-malas do carro dele, tentando me livrar daquele assédio. Comecei a caminhar em direção à escada novamente. 
- Espera, gatinha... volta aqui! - meu vizinho falou e me agarrou por trás.

Abri a boca para gritar mas eu estava tão bêbada que nem consegui. Meu vizinho me abraçou por trás e começou a beijar o meu pescoço, enquanto suas mãos levantavam minha saia e acariciavam as minhas pernas, tocando minha buceta por cima da minha calcinha. Seus toques deixaram minha cabeça ainda mais confusa.

Em poucos segundos a mão dele subiu por dentro da minha blusa e empurraram meu sutiã pra cima. Nossaaaa!! Quando os dedos dele tocaram os biquinhos dos meus peitinhos eu gemi e senti minhas pernas bambas. Meu vizinho ia meter em mim, e eu não ia conseguir dizer não.

Rapidamente ele abriu a porta traseira do carro e me empurrou pra dentro. Depois ele entrou também, se sentando ao meu lado. Voltei a falar que eu não queria, mas ele não se importou e começou a me beijar novamente.
- Chupa meu pau, gatinha... chupa...!! - ele falou e abriu sua calça.

Nossaaaaa!! Depois que ele tirou o pau pra fora, o cheiro de pica invadiu meu nariz. E eu adoro cheiro de rola. Peguei no pau dele e comecei a chupar lentamente, enquanto ele levantou minha saia por trás, afastou minha calcinha para o lado e começou a enfiar os dedos na minha buceta.

- Caralhooooooo... que boquinha gostosa, menina...!! - meu vizinho falou e começou a gozar na minha boca. Como ele estava segurando firme a minha cabeça, eu não consegui sair a tempo. Comecei a engasgar e não tive saída a não ser engolir toda a porra dele.

Agora sim! O efeito da cerveja subiu e caí no banco, meio adormecida. Vi pouca coisa. Só sei que ele abriu a porta do carro, me puxou pra fora, colocou um de meus braços em seu ombro e fomos caminhando até as escadas. Quando percebi eu estava deitada na cama dele.

- Nãooooooooo... não faz isso... eu quero ir pra minha casa...!! - falei, ou pelo menos acho que falei, pois ele começou a tirar toda a minha roupa, me deixando completamente nua. Em seguida ele começou a chupar os meus peitinhos, lambendo e dando mordidas nos biquinhos.

Minha cabeça rodava, mas comecei a sentir um pouquinho de tesão, principalmente quando ele se sentou em cima de mim e iniciou uma espanhola nos meus seios. Nossaaaa!! Ele apertou meus peitos juntinhos e ficou enfregando o pau no meio deles. Meu deusss!! Que safadeza!

- Agora vou comer essa bucetinha, tá? - meu vizinho falou e foi se ajeitando entre minhas pernas. Lentamente ele levantou minhas duas pernas e as colocou em seus ombros, me deixando toda exposta para o seu pau. Logo vi ele abrindo a camisinha e vestindo sua pica. Ele ia me comer mesmo.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh... não faz isso não, moçooooo...!! - gemi quando o pau dele foi entrando lentamente na minha buceta. Não doeu, pois eu estava um pouco lubrificada, mas senti minha perereca ficar cheinha de pica, o que me fez pensar que a piroca dele era bem grossa.

Ele começou um movimento de vai-e-vem bem lento e foi aumentando, soltando gemidos de prazer. Aquele balanço que nossos corpos faziam fez com que eu dormisse. Sim, é verdade. Dormi como uma pedra. Nem sei por quanto tempo ele ficou me comendo.

Quando acordei eu estava na minha cama, na minha casa. Perguntei ao meu pai quem tinha me levado pra lá e ele só me disse que não sabia, que quando chegou da rua de madrugada, eu estava deitada em frente à porta da nossa porta, dormindo tranquilamente.

Vocês podem achar que sou doida, mas não fiquei com raiva do nosso vizinho. Pelo contrário, desenvolvi um carinho tão grande por ele, pela forma como ele me tratou bem, não me machucou nem nada. Ele poderia muito bem ter me comido sem camisinha, só pra me engravidar.

Todos nós conhecemos aquele ditado horroroso que diz que "cú de bêbado não tem dono". Então, ele poderia ter comido meu cuzinho virgem também, e não o fez. Acho até que ele teve dó de mim. Se fosse outro homem talvez eu não tivesse tido o mesmo tratamento.

Nunca toquei neste assunto com ele, e nem ele comigo. Hoje em dia passamos um pelo outro e apenas nos cumprimentamos, como se nada tivesse acontecido. Não contei pra ninguém, nem para o meu pai, nem para o meu irmão. Meu pai é nordestino e adora uma briga. Melhor deixar quieto.

Enquanto escrevo isso estou pensando em voltar a sair com o filho do meu vizinho, só para me aproximar mais dele. Minha perereca coça de vontade de repetir a aventura com ele, mas dessa vez, totalmente sóbria.





sexta-feira, 29 de julho de 2016

134-A Familia do Cicinho

    A familia do cicinho era o sonho de todo punheteiro adolescente, eu vivia na casa de praia dele porque era mulher bonita para todos os lados e eu naquela fase...
   Não sei qual a origem daquela familia mas eu ficava curioso com tanta mulher gostosa, eram as irmãs, as primas, as tias, a mãe e até a vó dele, uma senhora de quase setenta anos que desfilavam de biquini pela casa e nós, amigos do Cicinho ficávamos loucos pela mulherada e ficávamos imaginando aquelas mulheres nuas, as vezes arranjávamos um jeito de espiar alguma delas trocando de roupa.
   Um dia acabei namorando uma das irmãs de cicinho, depois uma prima e fui me aproximando cada vez mais daquelas beldades, eu já era de casa.
   O tempo passou e eu acabei tendo minha vida completamente mudada e começei a trabalhar como stripper e numa noite ao entrar no salão ví uma parte da familia do cicinho ali, fiquei na minha afinal de contas eu vivia fantasiado e ninguem me reconheceria, descobri que era a despedida de uma das irmãs de cicinho, justamente aquela que namorei. Entrei dançando e passei em frente à elas e aí ví que a mãe , as tias, as primas estavam todas ali se divertindo, era minha vez de diversão e eu ia aproveitar aquelas gostosas. Quem sabe como funciona uma despedida de solteira numa boate dessas, tambem sabe que vale tudo e eu estav disposto a matar aquela vontade da adolescência. Primeiro peguei a mãe do cicinho e começei a dançar com ela, as outras só gritavam, coloquei ela sentada numa cadeira em cima de um palco e começei a dançar em volta dela, num gesto rápido fiquei nú e ela fez aquela cara de safada que eu tanto gosto, peguei a minha capa e coloquei ao redor dela e cheguei bem perto, ela entendeu o recado e caiu de boca no meu pau, chupava como uma putinha, eu não acreditava, minha musa estava ali, pedi que tirasse a roupa e que ficasse de quatro naquela cadeira, a putona ficou e comi aquela que era meu desejo de adolescente, arrumei ela dei um beijo e saimos dançando, então fui até o encontro de uma das tias, muito gostosa tambem e fiz o mesmo, fiz assim com todas aquelas que foram meu "sonho de consumo", não gozei, era só pelo prazer de tê-las só para mim, se eu soubesse que eram fáceis assim teria tentado alguma coisa naqueles tempos de praia. Voltei até a mesa pra mais algumas brincadeiras e a Vó de Cicinho me chamou e perguntou se ela não iria na cadeira tambem, peguei sua mão e levei até lá, para se ter uma idéia, a véia era tipo atriz norte americana, com tudo em cima, estava com um vestido curto, até curto demais para uma senhora, mas sentou na cadeira e eu fiz a dança, quando viu meu pau enlouqueceu e chupou muito, e melhor que as filhas, resolvi ser tarado por completo e tambem coloquei ela de quatro, tava bem gostosinha, se ela soubesse quem era certamente não estaria ali, mas comi e bem gostoso, não segurei e acabei gozando, aquela sessentona era demais, ficou faltando só a noivinha, mas essa eu já tinha comido anos atrás...

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A "Boa" Vizinhança da Praia-133


    Há alguns anos começei a frequentar as casas que meu pai me deixou de herança. Na realidade nem o conhecí mas me deixou alguns omóveis que mudaram bastante a minha vida.
   Só para dar um exemplo, ganhei duas casas numa praia bastante badalada em Santa Catarina e começei a aproveitar o verão de um jeito que eu nunca tinha imaginado.
   Ajeitei uma das casas para mim e coloquei câmeras de segurança em lugares estratégicos da casa, eu gostava de me sentir seguro e era uma maneira mais fácil de vigiar os empregados que mesmo sendo de confiança, ficavam muito tempo sozinhos nas casas e isso me preocupava um pouco e eu adquiri o hábito de acompanhar o dia a dia das pessoas e de tentar entender um pouco do lado psicológico delas.
   Como as duas casas eram iguais resolvi alugar uma enquanto estava na outra e depois troquei, mas a instalação das câmeras eu fiz nas duas e tinha  uma central em cada uma delas. No primeiro ano consegui um bom dinheiro , pena que era no máximo até abril, já que nos meses seguintes esfriava muito e não ia ninguem para lá.
   Num mês de janeiro recebi dois casais que vieram junto com mais uma moça solteira, os dois casais tinham um filho quase da mesma idade e a moça tinha duas filhas e era separada, notei que as três mulheres eram muito gostosas e bastante parecidas, embora uma delas chamasse mais a atenção pelo seu corpo escultural e as meninas além de bonitas tambem tinham belos corpos.
   As três mulheres eram irmãs e poucas vezes ví mulheres tão belas numa mesma familia e aquilo aguçou minha curiosidade.
   Como eu tinha as câmeras, não resisti e começei a acompanhar o dia a dia daquelas verdadeiras deusas.
   Nos encontrávamos todas as manhãs quando eu aproveitava para dar uma corrida na beira da praia e ficava fascinado cada vez que via aquelas mulheres de biquini, eram verdadeiras esculturas, e os trajes bem pequenos. As meninas tambem usavam biquinis pequenos que deixavam aquelas bundinhas espostas para minha alegria.
   Descobri então que as três irmãs eram muito safadas e gostavam de se insinuar para os homens num bar que fica na praia vizinha, era o que eu precisava para perder a vergonha de vigiá-las.
   Certo dia, ao ficar na frente dos monitores de segurança notei que um dos meninos estava sozinho com a prima mais velha e isso certamente daria em alguma coisa e eu estava certo, os dois se atracaram num beijo, no inicio bastante timido e aos poucos a coisa esquentou, ainda mais que os dois ainda estavam com seus trajes de banho, a menina sentou no colo do menino e ele colocou as duas mãos naquela bundinha deliciosa , chegou a dar inveja daquela cena, o rapaz então tirou a aprte de cima do biquini e começou a chupar aqueles seios que eram bem grandes, depois ela se ajoelhou e caiu de boca na pica do rapaz e chupou muito, ele então resolveu colocá-la de quatro e começou a meter bem devagar naquela potranca, acabei saindo e nem ví como aquilo tudo terminou mas começei a ficar mais atento.
   Dois dias depois ví que os dois primos "pegaram" a mesma prima e fizeram um sanduiche com a gostosinha e ela delirava, os dias foram passando até que veio a grande surpresa. Numa tarde estavam na casa os dois primos sortudos e uma das irmãs, ela só de biquini vermelho com aquele bundão todo de fora, ela levou alguns parentes até a porta e ao voltar sentou no meio dos dois meninos e começou a conversar, parecia uma bronca mas ela pegou no pau do mais novo e começou a acariciar, em pouco tempo já estava chupando, depois ficou de quatro ainda chupando quando o outro primo e filho da loira se posicionou atrás dela e sem pedir começou a meter naquela bunda maravilhosa, o primo mais novo saiu de repente e ficaram a sós mãe e filho se divertindo como velhos amantes, foi aí que entrou a irmã do meio, a tal que falei que era escultural, ela estava com um shortinho de lycra e ao entrar na sala já foi entrando na brincadeira e o sobrinho comeu aquela gostosa tambem, eu fiquei maravilhado com a cena e arrumei um jeito de me aproximar e em pouco tempo virei amigo delas e depois consegui comer uma por uma e até teve um dia que peguei as três irmãs no mesmo dia, mas isso é outra história.

domingo, 8 de maio de 2016

132-A Moça do Raio X


  Tive que fazer um Raio X e fui até o centro da cidade, fiquei numa sala de espera por umas tr~es horas mais ou menos e estava quase dormindo devido à monotonia do lugar, ninguem para olhar, nada para fazer, então começei a reparar nas funcionárias. As recepcionistas não chamavam a atenção, mas percebi que uma das moças que fazia o raio x tinha uma cara de sem vergonha.
   Começei a acompanhá-la e notei que ela me viu mas fez que não deu bola. o negócio é que ela trazia os pacientes até a porta e logo em seguida chamava mais um e lá pelas tantas começou a me olhar. Na primeira vez olhou secamente, na segunda um olhar mais malicioso, na terceira esboçou um sorriso e à partir daí me olhava a cada vez que abria a porta, até que chegou minha vez de ser atendido, foi então que percebi que até que ela era bem gostosinha, eu não tinha reparado em seu corpo porque estava mais preocupado em olhar em seus olhos cada vez que a porta se abria, pois bem ela me cumprimentou e me pediu que a seguisse e foi em minha frente rebolando aquela bundinha gostosa.
   Entramos em uma sala que ela fechou e eu percebi que era daquelas que não abriam por fora mas fiquei na minha. Ela então pediu que eu tirasse a roupa, ou ficasse apenas de cuecas e como a minha era do tipo boxer, foi inevitável que minha ereção ficasse bastante visivel e ela grudou os olhos em meu pau que estufava aquela cueca de malha fina.Foi então que ela me surpreendeu dizendo que se quisesse poderia tirar a cueca, mas eu sabia que aquele tipo de raio x não exigia que as roupas fossem tiradas mas segui fazendo o que ela pedia. Ao baixar a cueca, meu pau saltou e ela se aproximou olhando bem em meus olhos e segurou firme, fui ao seu encontro tentando beijá-la mas ela se esquivou, não entendi e ela rapidamente se abaixou e abocanhou meu sexo gostosamente e começou a chupar como uma vadia qualquer e eu fui à loucura, que chupada, que mulher era aquela, parecia que tinha nascido para aquilo, ela lambia a cabecinha dando umas mordidas leves, engolia tudo chegando a se engasgar as vezes, praticamente engolia minhas bolas e voltava a chupar a cabeça me levando à loucura. Nesse meio tempo peguei meu celular para tirar uma foto daquela mamada, foi então que ela se levantou, tirou seu avental e baixou sua calça jeans mostrando uma bunda sensacional enterrada numa bunda gostosissima, fui a loucura e mordi aquela bunda, afastei a calcinha e chupei aquela bucetinha por trás e ela gemeu muito, sem perder tempo enfiei naquela buraco quente molhado e gostoso, dei algumas estocadas e ela me disse que teria que fazer o raio X, então estiquei a perna machucada e ela fez a "chapa". Ela ainda caiu de boca de novo e me mandou colocar as roupas, puxei ela e meti mais um pouco até gozar, dei meu telefone para ela mas nunca mais à ví, que delicia aquela morena, mas infelizmente só tive ela uma vez...

terça-feira, 3 de maio de 2016

131-Abusando da minha timidez

      Como já falei em outros contos sempre fui muito timido e algumas situações me intimidavam ainda mais uma delas era minha amiga Mara, que era daquelas amigas de infância que vivia grudada em mim. Mara morava aqui perto de casa e passava as tardes em minha casa enquanto seus pais trabalhavam e assim foi durante toda a nossa infância. Na adolescência ela começou a se mostrar bastante atirada e isso me inibia demais ela havia se tornado uma bela mulher e muito gostosa mas as brincadeiras que ela fazia me deixava completamente desarmado.
   Como minha tinha piscina, Mara volta e meia ficava aqui tomando banho de sol e foi inevitável que eu da janela de meu quarto me masturbasse vendo aquela delicia com a bundinha pra cima. Porem um dia Mara me viu e veio tirar satisfação e eu muito envergonhado saí de casa sem destino com medo que ela contasse o que fiz para meus pais, mas descobri que ela não tinha dito nada, mas ela mudou comigo e começou a se insinuar cada vez mais, certo dia veio aqui em casa com uma amiga, a Daiana e as duas ficaram só me provocando, naquele dia não tinha ninguem em casa nem as empregadas estavam e aproveitei para tentar alguma coisa era tudo ou nada, ou comeria aquela gostosa ou faria o maior fiasco de minha vida.
   Sabendo que ficariam em minha casa até a noite fiquei no meu quarto totalmente pelado e até sabia que Mara já tinha me visto assim algumas vezes afinal de contas eu estava em minha casa e aqui faço o que quero na hora que quero, então começei a ler um livro enquanto aquelas duas tomavam um banho de sol. Mas volta e meia eu ia na janela para me deliciar com aquelas delicias, numa das vezes notei que só Daiana estava deitada à beira da piscina, estranhei , observei aquela delicia mais um pouco e me virei para voltar à minha cama quando vejo Mara na porta de meu quarto com seu biquinizinho que não tapava quase nada me olhando, e eu ali com o pau durissimo apontando pro teto. Ela se aproximou e perguntou em meu ouvido: -Posso chupar esse pauzão? Dei um sorriso e respondi:-Só se depois eu puder chupar essa bucetinha. Caímos na risada e Marinha se ajoelhou e caiu de boca no meu pau, que delicia sentir uma boca ali, ela lambia meu saco, chupava só a cabecinha e as vezes engolia tudo me deixando completamente maluco, foi inevitável que gozasse naquela boquinha, ela chegou a se engasgar, mas deitou em minha cama e afastou a calcinha do biquini e disse , agora é tua vez e eu chupei pela primeira vez uma bucetinha, mas não sabia direito como fazer, introduzia a ponta da lingua e percorria toda aquela bucetinha molhada e Mara só gemia e dizia que estava muito bom.Ficamos nisso e resolvemos descer para a piscina e fazer companhia para Daiana que agora estava deitada de frnte com as pernas levemente abertas mostrando que tinha um bucetão e eu só de olho naquilo tudo, estufado pelo biquini amarelo. Mara viu meu interesse e me pediu que mostrasse o pau para Daiana, ela fez cara de surpresa mas nem se mexeu de onde estava e Mara falou: -Tu não me disse que tava louca pra chupar um pau? Abri o roupão e Daiana ficou me admirando, me senti um Deus naquele momento, foi quando Daiana perguntou se poderia Chupar. Nossa, um virgem ouvindo aquela pergunta pela segunda vez no dia era demais, Daiana caiu de boca de um jeito desajeitado, mas boca é boca e no pau nunca é ruim, deixei ela se divertir e explorar todo meu pau e ela assim fez, demorei para gozar dessa vez, afinal de contas recém havia gozado com Mara. Daiana disse que tinha adorado e aí foi minha vez de fazer um pedido, queria comer as duas no meu quarto e elas se olharam , sorriram e subimos para o quarto. Ao chegar pedí que as duas ficassem de quatro na minha cama e pela primeira vez em minha vida tive a minha disposição duas verdadeiras "cavalas" em minha frente, e aí foi minha vez de explorar, primeiro beijei a bunda de Daiana, depois a de Mara, logo em seguida lambi o cuzinho de Daiana e depois de Mara e assim eu ia revezando e já de pau duro de novo(como era bom ser adolescente), me levantei e  perguntei pra Mara como eu fazia para comer os dois cuzinhos e ela confessou que era virgem, imagina se teria dado o cuzinho, mas me avisou que teria que passar algum óleo para facilitar a penetração. Isso era fácil pra mim eu tinha vaselina liquida, foi só abrir minha gaveta, passei naqueles dois cuzinhos e passei no meu pau pra não ter erro e começei pela Daiana bem devagarzinho, primeiro a cabecinha e tirei, depois um pouco mais e tirei até que consegui enfiar até o saco e aí começei a bombar(ou bombear), me agarrei naquela bunda e meti com vontade Daiana gritava de prazer e dor e Mara só olhava com o dedinho na bucetinha, segurei para não gozar e parti pra cima de Mara que se mostrou mais receptiva, mas achei estranho que ao enfiar tudo, na hora que tirei o pau ele veio meio cagado, como nunca tinha comido um cú nem sabia o que era aquilo, mas não esquentei, pedi que ela se limpasse e voltasse pois queria sua bucetinha, ela se levantou meio envergonhada e foi se limpar, limpei meu pau e pedi que Daiana me chupasse e ela chupou agora com mais experiência, mas me confessou que não tinha gostado de dar a bundinha, perguntei se queria experimentar na bucetinha e ela com um sorriso sacana disse que sim e começei a meter naquela gostosa e quando tirei o pau ví um pouco de sangue, Daiana era realmente virgem. Quando Mara voltou me disse que estava envergonhada, mas eu à convenci que aquilo era normal, tinha lido muito sobre sexo anal e sabia que aquilo acontecia as vezes, ela me beijou, me fez deitar e sentou em meu pau de um jeito muito sensual, gozei mais uma vez. Comi aquelas gostosas durante alguns meses, mas tive que parar porque Mara engravidou, nós éramos muito inexperientes e nem usamos preservativos. Mas a primeira vez não esqueço jamais.

sábado, 23 de abril de 2016

Chantageei sem querer e me dei bem-130

      Juro que foi sem querer, embora eu desejasse e até sonhasse com isso um dia mas a história correu para um lado que eu jamais poderia imaginar.
   Moro em um prédio de classe média em uma das capitais, atualmente, mais violentas do País, no prédio tem salão de festas, churrasqueira e principalmente duas piscinas de onde vejo com prefeição minhas belas vizinhas tomando banho de sol nos finais de semana.
   Estava um dia desses na janela que dá de frente para a rua quando ví o namorado de uma dessas vizinhas gostosas roubando um carro. sempre achei que ele tinha mesmo cara de bandido mas nunca imaginei que fosse desse tipo e ainda por cima cometendo delitos em frente ao prédio.
   Não tenho nada com isso mas aquilo de certo modo me incomodou por ter no prédio um elemento como aquele que provavelmente deveria ser tambem traficante já que geralmente uma coisa leva à outra, sou de uma geração onde as pessoas respeitavam as leis e por isso acabei procurando uns amigos dos tempos de colégio e descobri que o namorado da vizinha era muito conhecido no bairro por esses delitos mas o que ele não sabia era que um dos donos do trafico estava atrás dele, pois segundo ele, o rapaz estava incomodando gente de bem e próximo ao seu "reduto".
   Devo confessar que esse camarada tambem tinha sido meu colega de colégio e  embora eu nunca tivesse me metido em encrenca ele me respeitava e nunca exigiu nada de mim. e eu nunca falei nada dele, afinal de contas nunca me incomodou e nem ninguem da minha familia e ele sabia que se isso acontecesse eu denunciaria, então viviamos num respeito mútuo.
   Mas aquele vizinho me deixou curioso e comecei a investigar sua vida e descobri algumas coisas e comentei com meu ex-colega que me disse que qualquer coisa era só pedir que ele sumiria com o delinquente. Pois bem, depois disso meu amigo me largou em casa e ao parar em frente ao portão, lá estava o namorado da vizinha que ao me ver ficou todo sem jeito, pois viu que eu conhecia o "patrão da área. Me dirigi ao elevador e no caminho comentei com ele que sabia o que ele andava fazendo pela nossa rua, ele se desculpou e desceu no quarto andar eu segui para o sétimo.
   Devo dizer que tanto a namorada como a mãe dela são daquelas vizinhas que deixam qualquer um de queixo caído por serem muito gostosas e frequentemente estão na piscina com uns biquinis muito pequenos todo socado naquelas bundas gostosas e inevitavelmente são conhecidas como as musas do prédio.
    No dia seguinte lá estava "o cara" de novo entrando no prédio e comentei com ele que o "patrão" estava atrás dele, ele então quase se ajoelhou implorando que não contasse o que ele andava fazendo pela rua, falei que iria pensar e entrei no elevador sem esperar por ele.
  Eram uma seis horas da tarde quando tocaram minha campainha, era a Luana, a namorada que veio "conversar" comigo sobre a situação no namorado. Achei estranho que ela estava com uma saída de banho porque estava na piscina e resolveu ir em minha casa, ela começou a contar sobre as dificuldades financeiras da familia e que o namorado ajudava muito com as despesas, ela falava e colocava a mão em minha perna e só com esse toque fui ficando excitado, e com aquelas pernas eu já nem ouvia mais o que ela falava, mas ao dizer:-eu faço qualquer coisa, para que tu não denuncie ele.
   nesse momento olhei bem em seus olhos e me inclinei para beijá-la até para ver se faria qualquer coisa mesmo, ela não recuou e dei um beijo naquela boquinha, passei a acariciar suas belas pernas e quando ví ela já estava em meu colo só com o pequeno biquini, alisei aquela bundinha deliciosa, tirei a parte de cima do biquini e começei a sugar aqueles seios médios e tesudos, a coisa foi esquentando, me levantei e dei meu pau para ser chupado por aquela boquinha gulosa, ela chupava de uma forma até inexperiente, mas era muito gostosa aquela sensação, coloquei ela sentada no sofá, tirei seu biquini e caí de boca numa das melhores bucetinhas que já chupei, ela delirava, parecia nunca ter sido chupada e implorava para que eu a comesse de uma vez, ela se colocou de quatro e meti carinhosamente naquela bucetinha por trás, ela gemia baixinho e rebolava lentamente, uma delicia, não demorei a gozar. ela me olhou com um olhar "pidão" de quero mais e pedí para comer sua bundinha, mas ela negou disse que daria na próxima vez e saiu sem olhar para trás.
   No dia seguinte tocaram a campainha e ao atender era a mãe da vizinha gostosa, com uma cara de safada que eu nunca tinha visto e entrou em meu apartamento rebolando uma das melhores bundas que eu tinha visto em minha casa, ao se aproximar do sofá ela foi tirando a blusa e a saia e ficou só de lingerie preta, era mais deliciosa que a filha, beijei aquela boca, segurei e chupei aqueles seios que eram grandes do jeito que gosto, fiz uma espanhola como nunca tinha feito com uma "tetuda" daquelas e quase gozei, mas como era uma tara antiga, coloquei ela de quatro, peguei um creme e "untei" aquele rabo gostoso e meti sem dó naquele cuzinho sem me preocupar se ela queria dar ou não ou se nunca tinha dado, percebi que era bem larguinha e estava até acostumada e meti com vontade, ela não dizia nada só gemia, tirei o pau de sua bunda e pedi que me chupasse e gozei naquela boquinha. Descansamos e ainda pelados na sala começamos então a conversar e aí confessei que era tarado por ela desde o dia que me mudei, ela sorriu e percebendo que meu pau dava sinal de vida caiu de boca e chupou muito, aliás era uma boqueteira de primeira, cuidei para não gozar e pedi que ela sentasse lentamente no meu pau que foi entrando devagar naquele corpinho, ela começou a rebolar muito e acabei gozando de novo. Moral da história, passei a comer a filha num dia e a mãe no outro e o namorado sumiu do prédio, ou seja, sem querer acabei chantageando e me dei muito bem.
 

quinta-feira, 31 de março de 2016

129-Minhas "Novas Irmãs"

    Tinha doze anos quando meus pais se separaram e tive que escolher onde morar, com meu pai ou com minha mãe.e acabei optando em morar uma semana com cada um, minha mãe demorou um pouco e começou a namorar e meu pai resolveu se casar de novo e sua mulher era lindissima, ex-modelo, do tipo gostosa mesmo e tinha três filhas com a mesma idade que eu com uma diferença de dois anos cada uma e tambem muito lindas, acabamos vivendo como irmãos(mas na realidade não eram). Nos primeiros dias elas me tratavam com certa frieza mas o tempo foi passando e acabei sendo o brinquedinho delas.Os anos passaram e eu com quinze anos estava no auge de minhas punhetas e minhas "irmãzinhas" eram minha inspiração, minhas musas.
  Tânia era a mais velha e sempre chegava em casa tarde, estudava à noite, já estava com vinte anos, tinha uma carinha de safada e não se importava de trocar de roupa em minha frente, eu adorava, mas ficava só nisso
   Vania tinha dezoito e suas curvas eram impressionantes, cada dia mais gostosa, quando me via vinha conversar e contar seus namoros como se fossemos amigos de infância.
 E Iara tinha a mesma idade que eu e dormia no mesmo quarto que eu, as vezes dormia na mesma cama, afinal de contas era minha"irmãzinha" e meus pais não viam maldade nisso
   Eu ficava sozinho em casa nas manhãs e nas tardes só pensando em sacanagem e foi assim que a história começou.
  Numa manhã, estava deitado com Iara e ao acordar me surpreendi com sua camisolinha toda levantada deixando aquela bundinha de fora, ela usava uma calcinha levemente enfiada e não pude deixar de admirá-la, fui ficando de pau duro e começei a me masturbar olhando aquela delicia ali ao meu lado. Nisso ela fez um movimento e começou a acordar, fingi que dormia só que esqueci de me cobrir para esconder minha ereção, com os olhos semicerrados ví que pela primeira vez ela me olhava diferente, começou a fixar o olhar no meu pau que por dentro da cueca estava durissimo.Sem saber o que fazer, fingi estar acordando e como sempre fazia dei um beijo em seu rosto e deitei de novo, Iara então me perguntou se podia ver meu pau, fiquei com medo que alguem viesse ao quarto mas ela me disse que não tinha ninguem em casa, então baixei a cueca e joguei para o lado expondo meu pauzão pela primeira vez para alguem. Iarinha pegou, alisou e disse que era lindo me ver assim e eu respondi que estava assim porque estava olhando para ela, então ela ficou de quatro na cama mostrando aquela bunda pra mim, e foi minha vez de alisá-la, que pele macia, pedi para chupar seus peitinhos e ela sorrindo tirou toda a roupa e ficou ali nua á minha disposição, chupei os peitinhos e desci para experimentar uma bucetinha pela primeira vez, que delicia ver uma mulher se contorcendo de prazer com minha lingua, pedi então que ela me chupasse e ela assim fez. Nesse dia não à comi, mas foi aí que minha vida sexual começou, minhas "irmãs" ficaram sabendo e começaram a se revesar em minha cama, Iara me chupava, vania me deu a bucetinha e Tania que era a mais experiente me deixou comer se cuzinho gostoso.Como todos os amantes, ou quase todos, começamos a nos descuidar e um dia a empregadinha que era nova me pegou sendo chupado por Iara e perguntou se poderia chupar tambem e acabei ganhando mais uma musa, a moça era um tesão e fodia como profissional, sabia tudo de sexo e quando minhas "irmãs" não estavam em casa era ela que eu comia.
   Um dia convenci a Tania e a Vania a me darem ao mesmo tempo e enquanto comia uma chupava a outra, Tânia teve que sair então pedi para Vania seu rabinho gostoso e ensinei ela a ser enrabada, nossa, ela era a mais gostosa, botei ela de quatro e bombei muito naquele cuzinho e nem ví que minha madrasta nos olhava, ao perceber que estava ali acelerei os movimentos e gozei naquela bundinha, minha madrasta então entrou no quarto e perguntou o que era aquilo, Vania correu para o banheiro e minha madrasta me deu uma bronca.Sem saber o que fazer me levantei, mas só estar perto daquela gostosa e sentindo aquele perfume fiquei excitado de novo e como não tinha nada a perder disse que só tinha comido Vania porque não podia comer ela , seus olhos brilharam e dei um beijo em sua boca, ela nem reagiu, pedi que me chupasse e ela caiu de boca, que chupada, pedi que ficasse de quatro e comi aquela doçura e ganhei uma amante muito gostosa que como a Tania, adorava dar o cuzinho, passei a morar em definitivo naquela casa e numa tarde na piscina eu e todas minhas mulheres fizemos uma grande orgia, mas aí é outra história.

quarta-feira, 9 de março de 2016

128-Comendo a Amiga Casada da familia

     Tenho 22 anos e quatro de casado. O fato que vou contar aconteceu no inicio de 2012, fim de janeiro, e como o calor era muito forte alugamos uma casa de praia pra passar alguns dias, e pra não ficar pesado o aluguel dividimos com mais dois casais amigos nossos.

A casa era grande, espaçosa e com três suítes. Ficamos eu e minha esposa em uma, o Luiz e a Claudia em outra, e a terceira com o Marcos e a Lívia. A Livia era uma mulher gostosissima e com uma cara de safada, era o tipo de mulher que eu sempre quis comer.


Eu nunca tinha notado nem um olhar mais atrevido dela pra mim, mas depois do primeiro dia na praia, ela começou a exibir seu corpo com um micro biquíni que mal cobria sua bucetinha e a parte de cima cobrindo apenas seus mamilos, passei a notar seu olhar insistente pro meu corpo, mesmo depois de estarmos em casa todos vestidos.

Fingi não perceber nada pra não gerar nenhuma desconfiança nem por parte da minha esposa nem da Lívia.

No outro dia fomos todos à praia logo de manhã, pois queríamos ver o nascer do sol, e por lá ficamos até por volta do meio-dia. Nesse meio tempo, no banho de mar, eu cortei o pé em algum objeto ou coral, sei lá, e voltei pra casa mais cedo.


Retornamos pra almoçar e tomamos algumas latinhas de cerveja, Pra mim bastou duas latinhas pra fazer com que eu ficasse sonolento e com vontade de dormir. Juntou a cerveja mais a lombeira depois do almoço, e foi o suficiente pro meu corpo pedir cama.

Eu fui pra minha suíte, mas ao passar pelo quarto de Livia vi ela se livrar do biquíni, passar uma água no corpo e colocar uma camisolinha bem curta e se deitar na cama. Por volta das 14:00hs todos resolveram voltar pra praia, menos a Livia e eu que estava  com meu pé cortado.

Notei que o Marcelo, marido de Livia, foi ao quarto lhe chamar, mas ela estava naquele estado de hibernação em pleno calor e parecia fingir estar dormindo. Sem a mínima vontade de se levantar da cama.

Depois de lhe chamar várias vezes e lhe sacudir na cama, como não deu nenhum sinal de acordar, ele resolveu ir sozinho com os outros.

Apesar da sonolência eu não estava dormindo, apenas queria descansar meu corpo e esperar passar aquela lombeira que me deixava com o corpo mole. Passado cerca de meia hora depois que eles saíram pra aproveitar o mar e o sol da tarde, fui ao quarto de Livia para lhe chamar e testar seu sono .

Ela não respondeu e Ficou como  estava, como se tivesse num sono profundo. Depois de lhe chamar várias vezes e não ter nenhuma resposta, eu cheguei mais próximo à  cama, e chamei,  sacudi, e ela na mesma.


Resolvi arriscar e toquei seus lábios levemente. Ela poderia sentirdia sentir meu hálito e minha respiração ofegante, talvez de ansiedade ou talvez de medo que ela acordasse.

Depois de me chamar mais uma vez e de sacudir seu corpo tentando lhe acordar e sem ter resposta, Começei a alisar sua  bundinha, que estava toda de fora me dando também uma linda visão da sua buceta.


Depois de alisar sua bunda eu abri suas nádegas e passei a língua  no seu rego, lambi seu cuzinho e depois sua bucetinha já bastante úmida de desejo. 

Depois de lamber sua buceta eu a sacudi de novo, e lhe chamei, para me certificar se ela continuava dormindo. Como vi que ela continuava dormindo, eu à virei de bruços, me posicionei e fui enfiando minha rola dura em sua buceta bem devagarinho.

Depois que entrou tudo eu fui metendo com movimentos bem lentos,  com medo de lhe acordar, até que senti meus jatos quentes  inundando aquela buceta. Nossaaa!! Parecia que eu não ia parar de gozar ela era muito gostosa e o medo do perigo me deixava com mais tesão ainda. Depois eu retirei o pau devagar, assim como coloquei, e sai de sua cama.


Voltei para meu quarto e fiquei na cama  até que todos retornaram da praia. 


No outro dia fomos todos à praia e o eu com meu pé inflamado e inchado fiquei em casa. Voltaram todos  lá pelas três da tarde, tomamos banho e emendamos nos petiscos e cerveja. Tomei minhas duas latinhas, que já me deixou meio grogue, mas fingi ter tomado muito mais.

Fiquei no meu quarto quando ví que todos iriam sair inclusive minha mulher, mas Livia iria ficar era minha nova chance de comer aquela gostosa e fiquei na minha até que todos foram embora.

Notei que assim que sairam Livia tirou toda a roupa e se deitou completamente nua, peladinha. Ao ver a luz do quarto acesa pude admirar a visão do seu corpo nu. E não demorou muito para eu abrir a porta do quarto e chamar.

E, como ela não respondeu, entrei, e á sacudi chamando pelo seu nome, e mais uma vez sem resposta não perdi tempo. Abri sua bucetinha pra sentir meu cheiro de fêmea no cio, e depois já cai de boca naquela buceta já encharcada de desejo de receber meu pau.

Eu á chupei por vários minutos, subi até seus seios e chupei um de cada vez,  deixando ela arrepiada e seus mamilos durinhos. Depois eu beijei sua boca e fui socando minha vara grossa e dura naquela rachinha, que gulosa, foi engolindo tudo.

Que sensação maravilhosa sentir aquela gostosa gemendo no meu pau ,comendo aquela buceta, jorrando meu esperma lá dentro. Depois de gozar e encher aquela xoxotinha com minha porra grossa, viscosa e quentinha, sai e deixei ela na mesma posição.

Eu queria desfrutar ao máximo daqueles momentos. Lá pelas nove da noite mais uma vez fui até o quarto de Livia,  balançei ela de novo, depois abri sua buceta, que ainda tinha minha porra escorrendo.

Novamente eu meti meu cacete . Dessa vez eu fudi com mais força, chupei seus peitos com mais vontade e gozei como um cavalo.E senti que ela gozou tambem.Ela então se contorceu  e balbuciando algumas palavras como se estivesse acordando.

Fingiu que eu era seu marido e falou  com voz de quem ainda estava dormindo:
- Aiii, Marcelo... meu amor... me fode gostoso... me fode mais!!!
Falou isso e fingiu dormir de novo.

  Eu então sai de cima dela, fui ao banheiro, trouxe papel higiênico e limpei minha porra daquela buceta e depois sai .


De manhã, quando acordamos, fomos pra cozinha. O Luiz e a Claudia já tinha preparado o café, e depois vieram o Marcos e a Lívia. Tomamos café, comemos, e conversamos como se nada tivesse acontecido.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

127-Todas eram Gostosas naquela familia

      Comecei a namorar a julinha e no verão fui conhecer sua familia. Sou do tipo que não gosta dessas coisas de ficar na casa dos outros, hospedado em lugares que não conheço e geralmente costumo negar os convites por não me sentir à vontade, mas com Julinha resolvi começar diferente.
   Fomos então conhecer sua familia no litoral. Depois das apresentações e daquelas cenas constrangedoras onde falta o assunto e todos ficam mudos resolvi ir ao quarto para colocar um calção para pegar um mar, o dia estava belissimo. Ao chegar no quarto a empregada que era uma mulata deliciosa estava de quatro com um shortinho todo enterrado na bunda e que bunda, ela levantou e como eu tinha que chegar no banheiro dei uma senhora encoxada naquela gostosa, ela apenas olhou para mim e sorriu com uma cara de sem vergonha. Fui para a praia e fiquei até o final da tarde e Julinha me ligou dizendo que sairia com a mãe e a irmã, disse que aproveitasse pois eu iria ficar mais um pouco aproveitando o mar.
   Ao chegar na casa, limpei bem os pés sujos de areia e entrei pela cozinha, foi então que ví a empregada lavando louça e dessa vez aproveitando que não tinha ninguem em casa ela estava só de biquini, afinal de contas estávamos em uma praia, nada mais natural, assim como era natural que eu fosse até a pia pois queria pegar um copo para tomar uma água gelada, mas aí cheguei por trás daquela delicia e ela só empinou aquele bundão me deixando louco, peguei ela pela cintura e a fiz virar, beijei sua boca e coloquei as mão naquela bunda de carne macia, ela se ajoelhou e caiu de boca no meu sexo já duro, nisso ela me puxou para seu quarto e pediu que eu á comesse depressa pois o pessoal da casa voltaria logo, foi então que disse que estava sem camisinha e ela me surpreendeu dizendo que comesse seu cuzinho e eu parti pro sacrificio era um bundão, de quatro então uma delicia. Foi então que ví alguem na porta do quarto, era a mãe de Julinha que não tinha saido e me pegou no flagra, ela me deu uma bronca que me deixou completamente sem jeito e mandou a empregada de volta para o trabalho, ficamos então sozinhos, e , minha sogra e meu pau ainda apontando para o teto.Minha sogra me olhou e disse que agora entendia o porque a filha estava namorando um chinelão como eu, com um pau desses até eu largava tudo. Dizendo isso ela se aproximou e segurou meu sexo e começou a me xingar, sem tirar a mão e pior, começou a me masturbar delicadamente, nisso se sentou na cama e colocou meu pau na boca e chupou carinhosamente até que eu gozasse e engoliu tudo e ainda avisou que tudo aquilo ficaria entre nós.
   De noite, confesso que fiquei mais envergonhado ainda e resolvi nem ir para a sala onde estavam todos, mas com a noticia que meu sogro havia voltado para a capital tomei coragem e fui para onde todos estavam, e para minha surpresa Julinha mais uma vez não estava em casa e estavam apenas minha sogra e minha cunhadinha mais nova, uma delicia loira de vinte aninhos.E do sofá onde estava via a empregadinha sempre gostosa que agora rebolava sabendo que só eu a enxergava de onde estava. Começei a ficar excitado e acabei esquecendo de minha sogra e de minha cunhadinha, o tecido de meu calção era leve e não escondia minha ereção, só percebi quando olhei para as duas que olhavam em direção ao meu pau, durissimo por causa daquela empregada gostosa que adorava dar o cuzinho. A cunhadinha com um sorriso safado sentou ao meu lado e sem vergonha nenhuma colocou para fora e reslveu chupar ali mesmo em frente a sua mãe que apenas comentou que meu pau era uma delicia, a cunhadinha se levantou e foi minha vez de chupar aquela bucetinha novinha, era gostosa como a irmã e chupei até ela gozar, foi quando minha sogra pediu que eu comesse seu cuzinho que na realidade era um cuzão, gostosa demais para a idade e parti pra cima da coroa que rebolava como uma mulata em escola de samba, a cunhadinha com inveja se colocou de quatro e tambem quis me dar a bundinha,nossa nunca tinha visto mulher que gostava de dar o cu e naquela casa tinha três, era muita sorte. Depois de gozar no cuzinho da cunhadinha, coloquei minha sogra sentada no meu pau e aí sim fiz ela rebolar como uma vadia e ela acabou gozando, nos recompomos e fomos cada um para seu quarto. Não demorou muito e Julinha chegou carregada de sacolas do supermercado e aí a ajudei a guardar as compras. Curiosamente eu ainda não tinha comido a Julinha, pois não queria forçar nada e naquela noite dormimos juntinhos até porque se ela quisesse alguma coisa eu não teria forças.Adorei aquela familia e fiquei com Julinha por três anos e sempre que íamos para a praia eu me sentia num harem porque tinha quatro gostosas para comer e elas me adoravam.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

N Piscina do Condominio-126

     Estava desempregado quando conhecí Leninha numa festa. era separada, tinha duas filhas que tinha perdido a guarda porque foi flagrada por seu sogro com o amante enquanto cuidava as crianças. Segundo ela seu marido até sabia das traições mas seu pai não entendeu assim e pediu a guarda das crianças.Passei a frequentar seu apartamento ela era muito gostosa, era um pouco mais velha que eu, para ser preciso tinha seis anos à mais. Um dia seu marido me encontrou no apartamento onde ele ainda encontava Leninha e à comia descaradamente, mas parece que minha presença o incomodou até porque ela cortou o sexo quando se envolveu comigo, mas o fato é que ela perdeu a mesada que recebia dele.O jeito foi conseguir um local para ela morar e lá fui eu pedir para uma amiga de infância que não se importou em ajudar. Só que a casa era frequentada por muitas amigas dela e eu ficava louco com toda aquela fartura de mulher e Leninha já estava ficando com ciúmes. Certo dia voltei cedo para casa e lá estava nossa amiga cinthia somente de camisola, Cinthia era muito gostosa e adorava mostrar seu corpaço e eu me deleitava fingindo não ver. Ela me vendo ali me convidou para um lanchinho e resolveu pegar um pote que estava em uma prateleira alta. Não sei se foi de propósito, ou ela esqueceu que estava de camisola , o fato é que a camisola era tipo baby doll e a calcinha estava toda enfiada naquele bundão, ela perdeu o equilibrio e eu tentando segurá-la acabei enchendo a mão naquela bunda gostosa, juro que foi sem querer mas fazer o que? aconteceu e não fiz questão de tirar as mãos dali e ela tambem não reclamou, aproveitei e coloquei-a no chão e beijei sua boca, não resisti e coloquei para fora aqueles peitões, nunca tinha chupado seios tão grandes eram uma loucura, ela pediu para me chupar, deitamos na sala mesmo e comi aquela gostosa de todas as formas. Passados alguns dias foi a vez de outras amigas, mas isso é outra história.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

125-Uma Freirinha Especial

         Sempre estudei em colégio de freiras e confesso que sempre tive muita curiosidade pela escolha daquelas senhoras que se dedicavam à Deus. O que eu nunca tinha visto eram freiras novas e belas e até cheguei a pensar que isso não existisse, até que um dia estava em férias e fui conhecer um convento no interior do estado e senti que estava no paraiso, eram muitas freirinhas bonitinhas e gostosas que com aquelas batinas iam e voltavam pelo pátio do velho convento.
   Num final de semana estava assistindo um jogo de futebol entre aquelas jovens freiras e aí percebi que realmente não tinha nada à ver minhas dúvidas, elas eram como qualquer outras que haviam escolhido uma profissão ou uma forma de vida.
   Durante a partida, várias vezes a bola caiu perto de mim e uma das meninas buscava sempre com um belo sorriso no rosto e só aí percebi que eu a conhecia, havia sido minha colega de colégio, era quietinha e nem chamava muito a atenção na época mas agora não passava despercebida. Ao terminar o jogo ela veio em minha direção e começamos a conversar animadamente, tomamos um suco e então assim de perto percebi que com o suor sua camiseta branca havia ficado um pouco transparente e pude perceber seus belos seios, eram médios e deliciosos, imaginei como seria chupá-los, mas me contive e acabei perguntando prque freiras não se casavam e ela baixou os olhos e me respondeu e brinquei dizendo que o melhor do casamento ela não teria, ela sorriu e perguntou o que era o melhor do casamento e respondi que era o sexo. Ela muito convincente disse que seu corpo jamais havia sido tocado e nem sabia como era, nossa, nesse momento meu pau parecia que iria furar o calção, tive que disfarçar e dei aquela ajeitada.Foi quando perguntei se ela não tinha curiosidades sexuais e ela me surpreendeu dizendo que sim com uma carinha linda de safada. Peguei ela pelo braço e fomos explorar os vários locais daquele convento que na realidade era um grande castelo medieval cheio de locais isolados, que é claro eu já tinha explorado naquela semana.
   Ao passar por uma grande sala acabei agarrando a bela freirinha que no inicio até resistiu mas acabou se entregando aos meus carinhos, beijei-a e já fui tirando sua camiseta e cai de boca em seus belos seios, alisei suas coxas e puxei sua mão para meu pau e ela pegou com muita curiosidade e deu um pulo para trás, mas pedi que chupasse e ela caiu de boca e chupou como se estivesse acostumada, como uma putinha, quase gozei mas me segurei, levantei-a e tirei seu calção e sua calcinha e chupei aquela bucetinha gostosa, olei em seus olhos e perguntei se podia comer sua bucetinha, ela baixou os olhos e disse quase sussurrando que sim, meti com cuidado, ela disse que doia, dei umas cuspidas e entrou mais fácil ela começou a gemer. Disse à ela que na bundinha ela iria adorar, ela se ajeitou de quatro naquele chão duro e aproveitei para jogar todas as nossas roupas ali para que seus joelhos não doessem e comi carinhosamente aquela bundinha arrebitada. nunca mais ví aquela delicia, mas até hoje lembro aquela tarde.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

124-Hipnotizando a Secretária



     Depois de alguns anos de estudo finalmente ele poderia exercitar o seu novo dom  a hipnose. Testou com amigos e amigas, parentes próximos vizinhos e vizinhas e finalmente estava apto a ajudar os outros. Acontece que todo o ser humano tem seu lado perverso e com ele não foi diferente, começou a testar seu dom com as empregadas da casa e acabou se dando bem, inclusive sexualmente.
   A primeira Vitima foi Maria, sua empregada encarregada de cuidar da casa, ela era uma senhora muito educada e ele sempre ficava cuidando ela com o canto dos olhos e sabia se tratar de uma bela mulher. Um dia pediu que dona maria senta-se em seu sofá e começou a conversar com ela sobre assuntos diversos ee aos poucos foi hipnotizando sua velha empregada.
   Ao perceber que estava dominada ele pediu que ela se levantasse e tirasse a roupa lentamente peça por peça e ela assim fez, primeiro tirou o avental de serviço e nessa hora ele chegou a se surpreender com aquele belo corpo, não era nenhuma deusa, mas seu corpo era perfeito, pelo menos ele achou assim. Ela vestia uma lingerie bastante atrevida para sua idade e ele gostou disso, pediu que desse uma voltinha e se maravilhou com aqiele bundão. Pediu que se aproximasse antes de tirar o soutien, e viu bem de perto saltar aqueles seios enormes, seios que ele tinha uma vontade enorme de tocar desde que maria veio trabalhar em sua casa, ela jogou o soutien para o lado e ele educadamente segurou aqueles seios com as mãos, mal cabiam em suas mãos de tão grandes e eram firmes além de muito volumosos.
   Aproveitou que estava ali e chupou um a um enquanto sua empregada não esboçava reação alguma, ele não poderia perder aquela chance que talvez fosse única e pediu que tirasse a calcinha, que guardou em seu bolso, ele tinha um fetiche por calcinhas e colecionava varias de suas amantes. Ela obedecendo tirou e ele colocou ela deitada em seu sofá com as pernas abertas e chupou aquela fenda que segundo ele era deliciosa, ela continuava sem ter reação nenhuma agia friamente como um robôzinho, mas um robôzinho de carne e osso gostosinha.Naquele momento ele achou que havia exagerado um pouco com a experiência e resolveu não penetrá-la, mas alisou aquele corpo todinho e pediu que ela se vestisse e voltasse para o trabalho  e em pouco tempo dona maria voltou para sua rotina como se nada tivesse acontecido e realmente para ela nada aconteceu.
   Naquela tarde foi para seu escritório e deu de cara com a nova secretária ele nem lembrava o quanto ela era gostosa, loira bundinha empinada, cara de safada mas casada e isso era um impecilio. Só que quando bateu os olhos nela pensou que hoje seria o dia de comer aquela delicinha que nunca havia dado bola para ele, pediu que ela fosse em sua sala e antes trancou a porta principal do escritório para evitar interrupções, voltou e ao se aproximar viu Janete com as pernas cruzadas e não teve dúvidas era hoje. Começou a conversar pausadamente olhando nos olhos dela e aos poucos foi dominando seus sentidos, pediu o mesmo que havia pedido pela manhã para dona maria, que tirasse a roupa lentamente e Janete assim fez, ficando apenas com sua lingerie preta que realçava muito bem sua pele branca levemente bronzeada. Deixou-a só de calcinha e disse que chupasse ele como se estivesse chupando um sorvete de creme, ela fez com maestria, tanto que ele gozou depois de alguns minutos, foi quando sem ter muito tempo a perder pediu que ficasse de quatro bo sofá cama que ele tinha no escritório para quando precisasse dormir por ali, e ela assim fez, ele se encaixou, segurou seus quadris e meteu devagar naquela bundinha apertada, bombeou até gozar de novo não sabia se iria ter outra ereção facilmente então pediu que o chupasse novamente e ela era boa até inconsciente, seu pau cresceu de novo e ela veio sentar nele e rebolou como uma mulata de escola de samba ele ficou esgotado e pediu para  que ela se vestisse, mas antes guardou no bolso sua calcinha preta, e ele foi destrancar a porta principal antes que ela percebesse que estava trancada, ao vê-la de volta ainda pensou, que gostosa essa minha secretária. Pediu então que ela lhe levasse um cafezinho e ficou conversando com ela que realmente não desconfiou de nada que havia acontecido, só ficou curiosa que estava sem calcinha mas isso ele descobriu meses depois...




quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

123-A Mulher do Porteiro


    Moro em um grande prédio aqui na Capital gaúcha, sou solteiro e busco aproveitar os grandes momentos da vida de todas as maneiras principalmente nas aventuras sexuais que me envolvo.
   Em frente ao prédio existe um buteco onde volta e meia costumo dar uma passada pois as batatas fritas e o bife à milanesa ali são incomparaveis. Neste mesmo buteco conheci o novo porteiro de meu prédio e passamos a conversar bastante principalmente sobre futebol, ele torce para o Grêmio e eu para o Inter e as discussões e apostas são quase que inevitáveis. Numa tarde de muito calor entrou no tal buteco uma morena sensacional, tinha cara de vagabunda mas era gostosissima, vestia um pequeno short de jeans todo enfiado na bunda o que chamou e muito a atenção de todos que ali estavam, eu era o único sóbrio já que frequentava o tal lugar só pelos petiscos e não pelas bebidas.Pois bem, descobri que a mulher se chamava Deise e tinha ido buscar o marido que já estava completamente bêbado. Fui gentil e me ofereci para ajudar a moça. Ao chegar no pequeno apartamento localizado no térreo do prédio ajudei Deise a colocá-lo na cama e ao vê-la se abaixando para ajeitar o marido pude perceber que aquela bunda era muito melhor do tinha achado , era uma verdadeira delicia vinda do nordeste.
   Deise ajeitou o marido e me convidou para um cafezinho e já foi dizendo que o marido depois que bebia só acordava no final da tarde, teria sido uma indireta? não sei, só sei que fiquei assanhado sozinho com aquela morena no pequeno apartamento.
   Começamos a conversar e descobri que o velho porteiro tinha casado com Deise quando ela era apenas uma garotinha e que tinha ensinado tudo para a garotinha que agora havia se transformado num verdadeiro mulherão. Eu ouvia seu relato e já imaginava ela nua em minha frente, ela falava e olhava no fundo de meus olhos o que me deixava ainda mais excitado, eu teria que comer aquela coisinha querida.
   Perguntei se ela sempre usava aquelas roupas curtas e ela confessou que adorava se mostrar já que o marido não dava mais conta, foi aí que perguntei: -não dá conta de que?, ela com um sorriso lindo disse que o marido já não se interessava por ela e ela por isso se sentia muito carente. Falei à ela que um corpinho daqueles seria perfeito para mim e eu saberia como tirar o máximo proveito dele e pedi que me mostrasse os seios, ela fingindo vergonha disse que não poderia fazer aquilo mas notei que estava excitada e pedi de novo, ela tirou a blusa e saltaram dois seios grandes e firmes que logo foram acariciados e chupados por mim, ela gemia baixinho então pedi que tiresse aquele shortinho apertado, ela tirou e surgiu uma calcinha bem pequena toda enfiada naquele bundão moreno, alisei, beijei, lambi, mordi, meti o dedo fiquei louco com aquele bundão e arranquei a calcinha (que acabei guardando de recordação) e lambi aquele cuzinho, sempre ouvindo seus gemidos agira cada vez mais altos.Virei-a e caí de boca naquela bucetinha depilada e ela agora gemia alto e eu metia a lingua, não resisti muito e meti meu pau naquela grutinha gostosa, ela parecia virgem de tão apertadinha e entrelacou suas pernas em minhas costas, fazendo com que eu penetrasse bem fundo.Dei um gostoso beijo em sua boca e pedi que me chupasse e ela fez com bastante inexperiência o que me chamou muito a atenção, foi então que pedi que babasse bastante meu pau pois eu ria comer sua bundinha, então Deise me surpreendeu dizendo que nunca tinha dado a bundinha, o marido não se interessava pelo sexo anal e ela tinha muita curiosidade, tive que fazer o sacrificio e aproveitando que tinha no bolso a minha vaselina liquida preferi fazer um trabalho bem feito afinal de contas era um tremendo bundão. Lubifiquei bem seu cuzinho e botei a cabecinha bem devagar, pedi que relaxasse e que me dissesse se estava doendo ou não, a menina era obediente, fazia tudo que eu pedia, acabei gozando naquela bundinha e quando olhei em seus olhos ví lágrimas correndo, dei um beijo em sua boca e perguntei o porque daquele pequeno choro e ela confessou que tinha adorado aquela tarde. Convidei Deise para trabalhar em minha casa e ela passa os dias inteiros aqui e eu ensino tudo que posso para ela que aprende muito rápido, mas no sexo ela está ficando cada vez melhor.