Rota RGB 05

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sábado, 29 de junho de 2013

Depois do acidente a Empregada e a sobrinha.



Fui fazer um trabalho cobrindo uma festa aqui na minha cidade, festa do peão, famosa por essas redondezas e em um determinado momento, sai um briga perto de onde estava, alguém me empurrou e já era, caí de uma altura de mais ou menos 4m, na hora senti uma dor aguda, que parecia não ter fim, alguém me pegou colocou sentado e saiu, eu não conseguia andar, nem falar, estava estático, chegou o SAMU e me levou, saldo da brincadeira, um braço quebrado, a outra mão com três dedos quebrados, e tornozelo torcido, cara, eu não sabia oq fazer, como vive um homem com suas duas mão inutilizadas?
No outro dia tive alta, fui pra casa pensando na câmera perdida e oque fazer pra tocar a vida naqueles 30 dias daquele jeito.
Cheguei em casa, minha mãe com seus afazeres, pediu pra empregada chamar sua sobrinha pra dar uma força e me ajudarem, nossa empregada era uma nordestina daquelas tipo a mulher do Lampião, a Maria Bonita, dava medo de falar com ela, pela sua cara de braca, mas ela era gatona, quarenta e poucos anos, viúva, mas corpão em dia, tbm, deve ter carregado muita lata nas costas quando era mais nova. Na hora ela ligou pra sobrinha, oferecendo uma grana pra ajudar na casa e cuidar de um bezerrão sem as mãos, assim mesmo que ela falou, não demorou muito a moça chegou, linda demais, mistura da cor nordestina com traços sulistas, uma mulher linda, baixinha, cabelos lisos traços finos e um dourado reluzente, e aquele sotaque nordestino bem carregado, eu adorei, pois me divertia muito com a Cida lá em casa, apenas ficava com medo quando eu falava demais e ela me olhava torto.
Era hora do almoço, já foram logo tirando sarro, pra ver quem colocava a comida na minha boca, minha mãe veio logo e disse que como iria embora, ela faria isso, almocei, mal diga-se de passagem, e minha mae foi embora, o efeito dos remédios estavam passando e começou a doer, eu reclamava e elas riam e ficavam tirando sarro de mim, não demorou muito tempo, já sabe, bateu aquela vontade de ir ao banheiro fazer aquele xixi, pedi pra Cida apenas me apoiar até o banheiro que lá eu me virava, fomos com dificuldade, mas chegamos, lá ela perguntou se eu não queria fazer sentado, senão iria fazer tudo fora do vaso, disse que faria de pé mesmo, pois que faz xixi sentado é mulher, então ela ficou por traz de mim, e desceu o short e a cueca, eu travei, não saía nada, ela já estava perdendo a paciência, me perguntou- você vai demorar, acha que só tenho isso pra fazer? O vai ficar com esse pinto pra fora até que horas? Aí que não saiu nada mesmo, pedi que ela saísse pra eu me concentrar, ela se foi, demorou um tempo aí saiu, nossa, aliviei, me virei pro box e chamei pra subir minha cueca e short, estava virado, senti puxar a cueca pra cima e depois o shot, mas foi bem de vagar, estranhei, estava com vergonha, e ao olhar de canto de olho, vejo que não foi a Cida que veio me ajudar, Juliana que estava lá, ela fez isso de forma natural, voltei pro sofá, e ficamos boa parte do tempo lá, conversando rindo e elas me zuando.
Chegou a tarde, a Cida me chamou pra tomar banho, putz, pensei como vai ser né? Me levaram colocaram saco de lixo no braço e outra mão só uma sacolinha de marcado, o tornozelo como não imobilizou, estava tranquilo, fiquei meio apoiado, e pedi pra não tirarem a cueca, elas riram demais, Cida chegou a engasgar, pois bem, fiquei de cueca, elas vieram me dar banho, eu estava com muita vergonha, mas começaram, lavaram minha cabeça, como se fosse um bebezinho, minhas costas meu peito, barriga, pernas, e chegou a hora da bronca, tinha que lavar como fazer, a Cida já falou – Olhe, já vi muito disso na vida, tenho sobrinhos, filhos, e já tive marido, então deixe de bobeira e vamu tirá essa cueca, e já foi descendo, mesmo com a vergonha, e tudo, meu pau começou a ficar meia bomba, eu tentava me controlar, a Cida veio lavando meu pau, meu saco, pos a cabeça do pau pra fora e ela já estava ficando duro, Juliana lavou minha bunda, e deu um tapinha pra me zuar, quando percebi, estava com o pau duro e morrendo de vergonha, a Juliana falou – Tia ele deve estar gostando da sua mão esse sem vergonha, ficou de pau duro. Quando olhei pra cara da Cida ela respondeu com reprova, Deixe de senvergonhisse rapaz, me respeite, tenho idade pra ser sua mãe, abaixe essa rola aí homi, não consegui baixar nada, com 4 maos percorrendo meu corpo, não dava, saímos do boxe, foram me enxugar, mas dessa vez a Juliana fez isso na parte da frente, quando foi enxugar meu pau, ela pos a cabeça dele pra fora e passou o dedo indicador no buraquinho de fazer xixi, foi puxando de vagar e me mostrou o dedo com aquela gosminha, com uma cara de safada me disse- Coitado de vc, sem namorada, sem mãos, e deu uma gargalhada. Saiu, do banheiro, me trouxe as roupas e me trocou, logo depois foram embora, a noite minha mae me deu comida e fui dormir.
No outro dia estavam lá as duas, pedi pra me levar ao banheiro, a Juliana levou, mas não fez como a tia, ela quis pegar no meu pau pra eu fazer o xixi, quem já tentou me fale, alguém consegue fazer isso com outra pessoa segurando o pau? Não consegue, eu não consegui, ainda mais que ela mexia de um lado para outro, ficava brincando até que sua tia chegou e disse – Pare de mangar com minino, deixe o pau dele de lado e venha me ajudar, depois ele te chama, eu sabia que ia dar merda, aquela safada estava mexendo comigo, depois disso, fui pra sala ver tv, e elas foram limpar a casa. Antes do almoço a Cida foi comprar algumas coisas no mercadinho perto de casa, me deixando apenas com Juliana, aproveite e pedi pra fazer xixi, ela olhou bem sadafa e disse, de novo? Eu falei que não fiz aquela hora, pq ela não deixou, fomos, ela tirou minha roupa e disse, quer que eu saia daqui? Eu já sabia que ia ter algo, disse que não precisava e que se ela quisesse poderia balançar depois, e ri, ela me chamou de puto pegou no meu pau, mas não mexeu, eu dei uma tossidinha, o pau deu aquela latejada, ela apertou um pouco e puxou pra tras, ficava olhando, meu pau endurecendo, até ficar todo duro, ela disse, assim vc não vai mijar nada, eu nem queria saber, ela puxou mais uma vez a cabeça pra fora e ficou brincando com o buraquinho de fazer xixi, até sair de novo aquela gosinha, eu já soltei um gemido, e chamei de safada, ela riu e disse aproveita que vai ser só dessa vez, e começou a movimentar, lento, depois acelerar, eu disse a ela que estava machucando, pois estava seco demais, ela passou um pouco de hidratante, e veio de novo(não era isso que eu queria, mas tudo bem), começou a bater uma de leve, eu estava quase gozando, escutamos o portao, eu já xinguei i fiquei bravo, era a Cida chegando... logo eu conto como foi o resto desse período.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Adivinha o que é?





       Eu estava de bobeira em casa, deitado na rede, só olhando as vizinhas brincando no quintal ao lado, então começei à observar melhor e percebi como estavam gostosas aquelas meninas que eu ví crescer.
   Sempre me dei muito bem com elas, brincava de molhá-las com a mangueira, comprava sorvete e assistia filmes com elas aqui em casa, mas naquela tarde começeià ficarcom um tesão enorme.
   Elas eram quatro e cada uma diferente da outra, todas com o corpo em formação, mas deliciosas, com exceção de uma que era do tipo magrinha.
   Começou uma chuvarada tremenda e elas começaram à correr e rolar na grama como se fossem crianças, as camisetas ficaram coladas nos corpos, revelando aqueles seios de todas as formas e tamanhos, fui ficando cada vez mais interessado naquela brincadeira, uma delas resolveu tirar o short que estava e ficou só com uma calcinha vermelha quase toda enterrada na bunda.As outras resolveram fazer o mesmo, logo quatro ninfetas desfilavam no jardim ao lado, só de tanguinha e camiseta molhada, elas acabaram me vendo e abanaram felizes da vida, chamei elas para minha casa para que se enxugassem, ja que eu sabia que a tia delas havia saído cedo.
   Elas entraram e foram se enxugando, que delicia ver aquelas quatro enroladas em suas toalhas, resolvi fazer bolinhos de chuva e começamos à brincar de adivinhações, peguei quatro pirulitos, quatro picolés, um cacetete(daqueles da policia) e falei à elas que taparia seus olhos e elas teriam que adivinhar o que era, começei com Flavinha, a moreninha dos seios pequenos e pûs um pirulito em sua boca, logo ela acertou, foi a vez de Luciana e ela tambem acertou, Lúcia, a magrinha chegou à babar, mas tambem acertou, Bruna, a mais gostosa delas, colocou primeiro a ponta da lingua timidamente e também ganhou um dez.
   Assim foi indo a nossa brincadeira com o picolé, com o cacetete, depois ainda encontrei um pau de silicone de minha ex-mulher jogado em uma gaveta e começei a ter planos mais ousados, primeiro coloquei na boca de Flavinha que não conseguiu acertar, Luciana botou a boca e deu um sorriso malicioso e revelador e arriscou que era um "consolo", Lúcia não quis nem tentar adivinhar e bruna disse que conhecia "aquilo", mas não disse o que era. A brincadeira foi ficando super excitante, meu pau já estava explodindo dentro da bermuda, resolvi então botar pra fora e coloquei na boca de Flavinha que disse que adorava e chupou gostosamente, mostrando muita experiência, Luciana engoliu tudo de uma vez e disse que adorava "aquilo", quase gozei,mas segurei ao máximo, pois ainda tinha mais duas ninfetas para "adivinhar", Lúcia colocou a boca timidamente e deu uma bela chupada, depois disse que achava que sabia o que era, então veio Bruninha que disse estar bastante curiosa, colocou a boca, segurou com a mão, e me proporcionou u dos melhores boquetes da vida, gozei naquela boquinha que engoliu tudo, aproveitei a ocasião , tirei a toalha e caí de boca naquela bucetinha, depois metí com todo carinho e ela gemia de uma maneira muito sensual, as outras perguntavam o que estava acontecendo e Bruninha só ria, foi então que as três entraram de vez na brincadeira. Isso já faz alguns anos mas até hoje elas me visitam e Bruninha sempre diz: -"vim aqui para tomar um leitinho..."
   Impossivel não amar essa menina...
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Pagando com o Corpo



       Como já escrevi em outro conto, durante um bom tempo trabalhei em Rádios aqui no meu estado, primeiro como operador de áudio, depois como locutor, e numa dessas rádios tínhamos um programa de variedades em que todos os locutores participavam, eram quatro homens e apenas uma mulher, aliás, uma mulher que era uma verdadeira delicia, tipo Viviane Araújo no auge da forma e com um rosto lindo.
   Num dos programas me foi revelado que a cada atraso teriamos que pagar uma taxa para a "caixinha"da rádio, só que a "delicia"começou a atrasar quase todos os dias, então num dos programas um dos colegas falou que como ela era mulher(olha o preconceito), teria que pagar a divida com o corpo, e todos nós rimos muito, afinal de contas nosso colega era muito divertido com suas tiradas, a delicia tambem riu muito e respondeu que faria isso com certeza, já que devia muito para a nossa "caixinha". Saímos dali, mas eu fiquei com aquela resposta na cabeça, será que ela pagaria para cada um de nós? seria ótimo.
   Os outros programas foram acontecendo normalmente, até que num domingo à tarde fui chamado no estúdio com urgência, nem perguntei o que era e me mandei para lá.
   Ao chegar, quase caí para trás, a delicia estava de joelhos, só de calcinha, bem enfiadinha revelando aquela bundinha maravilhosa que antes eu só havia imaginado quando ela surgia com uma calça justa, ela estava entre os outros três colegas e chupava um à um com muito gosto, ao me verem, mandaram que eu entrasse  e botasse o pau pra fora porque era dia de "pagamento"dos atrasos da delicia. o que eu achei que era brincadeira, era verdade, entrei naquele jogo, me abaixei e começei a chupar aqueles seios lindos, gostosos e fartos, tirei aquela calcinha e caí de boca entre aquelas coxas, chupei muito, afinal ela era objeto de meu desejo desde que começei à trabalhar ali.
   Depois que cada um à chupou um pouco e todos usaram quase todos os buracos daquele corpinho, começaram à ir embora um à um, fiquei só eu e a delicia no estúdio, foi então que perguntei se ela fazia aquilo há muito tempo, ela respondeu que não, que estava com muito tesão naquele dia e resolveu satisfazer uma antiga fantasia, perguntei o porque dela não ter deixado que comessem sua linda bundinha tão gostosa, ela disse que não gostava de fazer anal e que nunca tinha deixado nem seus namorados à comerem por ali.
  Fiquei super excitado com aquele papo tão inusitado naquela hora mas não insisti, afinal de contas se não gostava, fazer o que? fomos embora e nos dias seguintes os programas foram acontecendo normalmente.
   um dia cheguei atrasado e ao entrar no estúdio, com o programa já no ar, percebi que a delicia masturbava um dos colegas por baixo da mesa. Ela estava com uma minissaia daquelas que colam no corpo, deliciosa como sempre, sentei ao seu lado e passei à alisar suas coxas. O clima foi esquentando, resolvi tirar o pau para fora e a delicia já veio caindo de boca, só não vimos que o dono da rádio havia chegado e olhava pelo vidro(aquário), ele não via a delicia, mas achou estranho ver que ela não estava em sua cadeira, e ele vinha escutando o programa. dei um toque na delicia e depois disso nada mais aconteceu dentro da rádio pelo menos. Continuei comendo a delicia por muito tempo e depois de me tornar o chefe ficou mais fácil tê-la como amante fixa e meus colegas se afastaram completamente. e para os mais curiosos acabei fazendo ela adorar sexo anal.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Empregadinha Gostosa



         Eu tinha 14 anos e minha mãe resolveu contratar uma nova empregada, nossa como eu gostei desse dia, ela chegou em casa já à noite e fiquei prestando atenção à todos os seus movimentos, fiquei tarado por aquela mulher. Meus pais saiam cedo para ir trabalhar e eu corria para a cozinha para ver a empregada, ela tinha uns 20 anos e era bastante bobinha para a idade, não era linda mas tinha um corpo que me deixava louco, seios médios e lindos, e era tambem bastante safadinha, fingia que não gostava da minha presença, que iria contar pra minha mãe, mas no fundo ela gostava.Eu aos poucos fui me soltando em relação à ela, agarrava por trás, de pau duro, enquanto minha mão esquerda segurava seu peito gostoso, a mão direita procurava seu sexo, ela fingia tentar se soltar, mas delirava com meus toques, e nunca saia de perto de mim. Um dia acordei e vi que meus pais nào estavam em casa e corri para o quarto dela que se arrumava para o dia de trabalho, tirei meu short e entrei no pequeno quartinho com o pau na mão e ela safadinha como era entendeu o recado e caiu de boca, nesse dia, perdi a virgindade, gozei litros, e ainda ganhei aquela bundinha, que saudades da Claudinha....