Rota RGB 05

Rota RGB 05
Siga a Rota RGB 05

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Comendo mãe e filha

Zuleica era uma morena de 43 anos, seios fartos que ela não se cansava de ser admirada por eles. As roupas que usava deixavam seu marido alucinado, pois realçavam sempre os seios com decotes enormes. Tinham uma filha, Ticiana, de 21 anos, que sempre lhes pareceu muito bem comportada. Zuleica acabou por descobrir que a filha não era como ela e o marido pensavam.
Foi assim. Uma tarde em que ela tinha saido para fazer compras. Não era muita coisa, ela logo regressou e quando abriu a porta… a sacola de compras foi ao chão com o susto que ela levou ao ver a filhinha comportada deitada no sofá apenas de camiseta, sendo comida por um rapaz do qual ela só via a bunda, pois ele estava deitado sobre ela, só de camisa.
– Mas o que é isso? Ela gritou. E a filha e o rapaz, completamente transfigurados de pavor, vestiram-se rapidamente, ela com um shortinho ele com uma bermuda e ficaram sentados no sofá esperando a bronca.
– Eu perguntei o que é isso?
– Mãe, o que você está fazendo aqui?
– Ah! Não te contaram que eu sou a dona da casa e consequentemente eu moro aqui?
– Eu sei, mãe, eu estou perguntando o que você está fazendo aqui agora, você saiu para fazer compras e sempre leva a tarde inteira!
– Ticiana… você está querendo me dizer que toda vez que eu sai isso acontece?
– Não, mãe… por favor, hoje foi a primeira vez, eu juro! Eu não sei te explicar, mas foi algo irresistível!
Zuleica continuou dando bronca e seus olhos ora viam a filha desesperada ora viam o rapaz encabulado. Mas uma coisa chamou a atenção dela: o pau dele estava bem visível embaixo da bermuda. E parecia estar duríssimo. Como podia ser isso?
– E você, rapaz, que coisa maluca é essa que estou vendo? Eu dando um esporro em vocês e você ainda fica de pau duro!
– Mãeeeeeeeeeeee…..
– Fica calada, Ticiana! Acha que sou cega? Olha lá, aliás, eu quero ver isso… baixa a bermuda que eu quero ver.
– Mãeeeeeee!
– Vamos rapaz, estou mandando!
Timidamente, o rapaz baixou a bermuda e quem arregalou os olhos foi a Zuleica. Que tamanho de pau! Bem maior do que o do marido dela!
– Ticiana, acho que já sei porque você não conseguiu resistir! Nem eu estou resistindo!
– Mãe de Deus… para de falar assim!
– Eu não paro não! Nunca vi um pau tão grande e bonito como este. Minha filha, já que estamos na época do “compartilhar”, você vai compartilhar isso comigo!
– Mãeeeeeeee!
– Ticiana, você só sabe falar Mãe, Mãe, Mãe? Fica calma!
E assim falando, ajoelhou-se na frente do rapaz, pegou no pau dele, olhou admirada, abaixou o vestido e os seios fartos pularam na frente dele, ela pegou o pau e colocou entre os seios, com os olhos fechados, curtindo a quentura daquele pau em brasa. Fez um boquete nele.
– Filha, eu não sou egoísta, quero aproveitar, mas sei que ele é seu. Vem cá, me ajuda a chupar essa coisa linda.
Ticiana se rendeu à evidência. Tirou a blusa enquanto a mãe tirava o vestido e as duas se debruçaram sobre o pau do rapaz, lambendo, chupando, deixando-o maluco com o que via e sentia.
E depois Zuleica, sem a menor cerimônia, tirou a calcinha e sentou-se no pau do rapaz, cavalgando-o enquanto a filha olhava, não mais atônita, mas surpresa com as atitudes da mãe.
– Vem cá, filha, o rapaz é seu, sua vez de sentar no pintão.
Ticiana subiu no sofá e foi sentando. Zuleica pegou no pau dele e foi dirigindo-o para entrar na xotinha da filha.Ticiana começou a pular, mas parece que não era a posição preferida dela. Logo ela saiu e ficou de quatro no sofá. O rapaz, mais que depressa, enfiou a pica na xotinha dela. E Zuleica ficou atrás dele, passando a mão na bunda dele, apertando, passando as unhas nas costas.
– Minha vez de novo!
Ela também ficou de quatro no sofá e o rapaz fincou a vara na buceta da coroa, mas muito enxuta ainda! E meteu muito até que ela demonstrasse um gozo extraordinário.
– Maravilha, rapaz! Maravilha! Ainda consegue dar prazer pra minha filha?
– Claro!
Então Ticiana deitou-se no sofá e ele meteu de novo, até conseguir faze-la gozar também. Admirada porque ele ainda não gozara, Zuleica, que estava fora de si, abocanhou o pau dele e o chupou até que ele gozasse abundantemente em sua boca.
– Rapaz, foi muito bom, muito bom mesmo. Agora vai embora, que eu preciso conversar seriamente com minha filha.
Ele se despediu e se mandou. Achava que nunca mais voltaria!
A conversa de Zuleica com sua filha, no entanto, não era mais de bronca.
– Filha, eu acho que você deve ter ficado escandalizada com o que eu fiz. Eu estou! Mas quando vi o pau desse moço, eu perdi o juízo!
– Entende porque foi irresistível? Na hora que ele me mostrou eu fiquei igual à senhora. Estremeci todinha!
– Tá certo, filha, tá certo. Não vou te recriminar. Mas temos um problema. Seu pai não pode saber disso. Então temos um acordo: você não conta nada, nem eu! E esse moço, é seu namorado? Se for, convide-o sempre…

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Futebol e Sexo com a Amante, via web






FUTEBOL E SEXO


   Nas noites de quarta, após os jogos da série A, sempre conseguimos nos encontrar. Tivemos uma quarta-feira muito especial. Vou contar agora...O time dele estava muito mal no Brasileirão. Porém, como todo torcedor que se preze, ele ainda acreditava numa recuperação. Quanto a mim, não perdia uma oportunidade de dar uma sacaneada no assunto. Num dos nossos diálogos, ele, super otimista, afirmou que o time dele ganharia o próximo jogo e para provar a sua convicção prometeu que colocaria fitinhas das cores do time no seu pau para comemorar esse feito. Dito isso, naquele momento, tornei-me a torcedora número um! Nos dias que antecederam ao jogo, inúmeras vezes, fiquei imaginando a cena do seu pau duro tremulando com as cores do ?nosso? time. Sim, nosso, porque á quela altura até um hino eu já tinha composto para o clube do meu coração, enaltecendo toda a minha paixão e tesão.Resultado do jogo: 0 X 0.Decepção? Não mesmo. Na nossa prorrogação, o placar seria bem diferente. Afinal, ele merecia um prêmio de consolação e eu precisava extravasar as emoções contidas.Naquela noite, coloquei uma lingerie vermelha para esperá-lo. Era a primeira vez que eu me vestia especialmente para ele, pois nos nossos encontros secretos não tenho como me apresentar com uma produção mais elaborada, pois não posso correr o risco de chamar a  atenção aqui em casa e, também, para não despertar em meu marido desejo por mim. Nesse dia, escondi a lingerie no meu cantinho (é assim que nós chamamos o ambiente da minha casa em que eu fico sozinha e sou só dele) e troquei de roupa depois lá mesmo. Conectados, começamos a conversar sem webcam, lamentamos o resultado da partida, mas não deixamos de iniciar as nossas brincadeiras, as nossas trocas de carícias, com a excitação sempre presente entre nós. Quando ligamos a câmera e ele viu como eu estava, suas emoções mais primitivas afloraram, ficou fervendo de tesão. Eu estava toda sexy e gostosa só pra ele, para satisfazer nossos desejos. Ele masturbava-se e eu olhava, notava o quanto ele é carinhoso com o pau dele. Eu gosto de vê-lo punhetar para mim, procuro acompanhar o seu ritmo, pois fico imaginando o seu pau entrando e saindo da minha buceta, numa dança de vai e vem.Eu usava meus dedinhos, estimulando meu grelinho, deixando minha bucetinha mais molhadinha ainda, toda arregaçadinha, uma delicinha.O desejo de ser penetrada fazia minha buceta arder de tesão. A vontade dele de meter em mim fazia a cabeça do pau dele latejar. Nó dois juntos estávamos movidos pela paixão daquele momento. Gozamos de forma intensa. E aí, para a minha surpresa e deleite, ele colocou seu leitinho num cálice de vinho do porto e me ofereceu. Demais !!! Adorei !!! Que brinde maravilhoso !!! O placar do jogo do nosso time ? Nem lembrávamos mais. O nosso jogo sóteve ganhador, com certeza.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Dando pro Maninho





Fui criada num sitio, afastado da cidade, meu colégio ficava muito longe, mas eu ia à pé, sempre junto com meu irmão. Julio.
Julio era um menino lindo, e eu estava com o corpo em desenvolvimento cada vez mais parecida com minha mãe.
Eu notei que ele se acabava na punheta, pois não tinha namorada ou amiguinha que pudesse ajudá-lo. nosso pai havia morrido há alguns anos, só viviamos eu, Julio e mamãe.
Um dia estávamos sozinhos em casa, eu e julio e quando entrei no quarto, que eram dois, um para nós e um para mamãe, vi Julio batendo punheta em cima da cama, ele tentou se cobrir e perguntei o que era aquilo, ele com a maior cara de pau, respondeu que era punheta, porque? ainda me disse.
Eu estava com catorze anos, julio com quinze, quis me ensinar como é que fazia, já que mamãe havia saido e demoraria a chegar.
sentei ao seu lado e ele pediu que eu o ajudasse, segurei seu pau, e comecei a masturbá-lo lentamente, depois mais rápido, estava aprendendo ligeirinho, e julio pelo jeito estava adorando, e disse que com uma outra mãozinha ficaria bem melhor.
julio pediu que eu colocasse a boca no seu pau, achei meio nojento aquilo, mas ele mostrou que não era e coloquei tudo na minha boquinha, ele pediu que continuasse a fazer movimentos para cima e para baixo e que colocasse na boca ao mesmo tempo, eu muito obediente fazia tudo que meu maninho pedia, e ele gozou na minha boca, cuspi tudo, mas gostei daquilo, e começamos a rir.
Ficamos nos olhando e perguntei se ele podia fazer em mim tambem, pois parecia ótimo sentir uma lingua na bucetinha, tirei minha calcinha, já toda melada, e ele começou a chupar, era a primeira lingua que sentia me tocando , e confesso que fiquei viciada naquilo, que lingua, adorei.
mesmo sem muita experiência, Julio me deu muito prazer e senti uma vontade louca de ser penetrada, pedi á julio que enfiasse seu pau em mim, ele desajeitadamente se deixou sobre mim e começou a enfiar seu pau grosso na minha bucetinha, passamos a semana inteira naquela brincadeira, principalmente nas chupações, sempre que mamãe saia.
Um dia mamãe não saiu, mas o tesão bateu forte em nós dois, e começamos a nos beijar, julio beijou meus seios, a coisa foi esquentando, ele começou a chupar minha bucetinha, eu delirava de tesão, ai julio disse que ficaria de pé na janela, olhando mamãe, enquanto eu lhe chupava o pau, assim saberiamos onde ela estava e qualquer coisa nos arrumariamos rapidinho, mas eu dei uma chupada tão gostosa que Julio se distraiu e fechou os olhos, quando abriu, mamãe estava na sala olhando nós dois e dizendo que éramos irmãos e que aquilo era errado, Julio pareceu não se importar e nessa hora despejou seu leite na minha cara, nos desculpamos com mamãe, que disse que aquilo era pecado e nós falamos que sozinhos não tinha graça e um ajudaria o outro, ela concordou, mas disse que teriamos que acabar com aquilo, nos vestimos e fomos dormir, só que no mesmo quarto era dificil controlar o tesão.
Naquela noite Julio quis me comer, e eu que não negava nada pra ele, aceitei e então ele começou a meter na minha bucetinha, que ele já tinha chupado tanto.
Estava naquela posição de franguinho assado, quando mamãe, nos pegou de novo, e disse:-mas que fogo hein?
Julio olhou mamãe e perguntou se ela não tinha tesão tambem, mamãe respondeu que tinha, e que isso era normal, só que ela achava errado satisfazer os desejos em familia.
Julio então parou de meter em mim, se levantou e perguntou pra mamãe se ela não queria chupar seu pau, que ainda apontava para o teto durissimo, mamãe fez cara de braba e Julio disse:-Ninguem vai saber mesmo, e tu deve estar necessitada, pode chupar mãezinha, vai?
nossa, cheguei a me excitar com aquilo, mamãe começou a chupar Julio, aquele pau que eu tinha aprendido a chupar, e ela chupava de um jeito que fiquei olhando para aprender, ela estava dando uma aula, julio acabou gozando na boca de mamãe que engoliu tudinho, julio comentou que ela era muito boa nisso e ela disse que nosso pai adorava e tinha ensinado tudo pra ela.
Eu então perguntei pro Julio, e eu? como é que fico?, nisso julio pediu a mamãe que ajudasse ele a comer meu cuzinho, e mamãe disse que chuparia seu pau mais um pouco, ai ela levantou,buscou um creme que tinha no quarto, passou no meu cuzinho, pediu que eu empinasse bem a bunda e ajudou o julio a me comer, eu gritei de dor, mas fui me acostumando, e julio começou a bombar minha bundinha, ai comecei a sentir prazer em vez de dor, mamãe assistindo aquilo tudo, pediu a Julio que comesse o cuzinho dela tambem, ele comentou que era tudo que queria, sonhava com aquela bunda grande e gostosa, fiquei com um pouco de ciume, mas Julio estava realmente muito feliz, mamãe disse que papai sempre comia sua bunda, por isso que ele tambem gostava, ficamos transando até meus vinte anos, quando me mudei pra capital. as vezes Julio me visita, mas não transamos mais como antes.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uma Coleguinha Especial

      Ela era muito gostosa, era minha coleguinha há uns três meses mais ou menos e sempre vinha puxar conversa comigo, mas eu notava que ela tinha alguma dificuldade que eu ainda não conseguis identificar se era grave ou não, era algo muito sutil. Do tipo frágil que tem dificuldades para entender algumas coisas é daquelas que muitas vezes não temos muita paciência para explicar as coisas mas ela valia à pena, valia qualquer sacrificio porque aquele corpo devia ser uma delicia.
   Ela costumava sentar na minha frente na sala de aula e sempre aparecia muito bem vestida, sempre com decotes, transparências e roupas curtas que realçavam suas belas curvas e me faziam imaginar que não tinha nada grave mesmo, senão nem deixariam ela sair de casa assim.
  Eu havia ficado muito amigo de sua melhor amiga, aquela que não desgrudava nem por um segundo e acabamos tendo algumas transas casuais. Um dia a amiga convidou ela para ir lá em casa e fomos os três, mas confesso que nem pensei em nada, rimos muito e em certo momento perguntei porque ela usava aquelas roupas e ela me disse que era porque tinha um belo corpo e deveria ser mostrado, foi quando disse que poderia mostrar mais pelo menos para mim que já era amigo quase intimo. A amiga fez sinal com a cabeça e ela começou a tirar a roupa revelando-se muito melhor do que eu imaginava, eram seios médios, ancas largas e uma calcinha levemente enterrada na bunda que era uma beleza, fiquei excitado na hora e ela disse que iria desfilar, a amiga sentou ao meu lado e começamos a ver o desfile de lingerie, quando ela tirou a parte de cima, a amiga abriu minha calça e segurou meu pau já durissimo e começou a punhetar, do jeitinho que faziamos quando sozinhos. A gostosa vendo a cena, veio em minha direção e se ajoelhou beijando toda extensão do meu sexo, depois engoliu tudo, a amiga tirou a roupa e antes que a outra reagisse sentou em cima de mim cavalgando deliciosamente, então a coleguinha gostosa veio me beijar, aproveitei para chupar aqueles seios maravilhosos, depois pedi que ficasse de quatro, ela disse que não gostava de anal, era um desperdicio mas respeitei e comi ela por trás segurando aquela bunda deliciosa. Toda vez que tinhamos algum trabalho para fazer formavamos esse grupo , eram três pervertidos e foram aulas maravilhosas e quanto à foto? foi em nossa despedida, pedi uma recordação e claro, comi aquele rabo, que saudades....

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dias de Prazer com Mariúza

   
Quase não acreditei quando ela bateu em minha porta, havia sido indicada por uma parente que havia gostado muito de seu trabalho. Era linda, baixinha do tipo gostosa, com um corpinho perfeito que parece ter sido moldado para o prazer.
   Seu Nome?Mariúza. Era minha nova diarista. Entrou falante, contou sua vida e foi colocar sua roupa de trabalho, quando voltou tive outra bela surpresa, dessa vez Mariúza estava com uma roupa colada ao corpo, do tipo que se usa para fazer ginástica e pela marca, dava para ver que a calcinha era minima, que deixava qualquer uma bem gostosa, imagina quem já era gostosa por natureza. E assim foi durante toda a manhã, Mariúza limpando as janelas, as esquadrias, a cozinha, o banheiro, o chão...
   Nessa hora mais uma vez tive que parar o que fazia, pois ao me dirigir à cozinha lá estava Mariúza de quatro limpando o chão, confesso que fiquei paralisado com aquela bela cena, ela percebeu e me deu um lindo sorriso, peguei o que queria na cozinha e voltei para o quarto, acabei cochilando e ao acordar ví que era observado por mariúza, ela saiu ligeiro e voltou ao seu trabalho.
   Voltei à adormecer e acabei sonhando com Mariúza, e ao acordar estava com uma grande ereção que não conseguiria disfarçar, fingindo que ainda dormia e sabendo que mariúza estava por perto, baixei a cueca e começei a me masturbar, deixando meu sexo em ponto de bala, deitei então com a barriga para cima e chamei Mariúza, que ao entrar no quarto abriu um belo sorriso. Me desculpei por estar assim e ela prontamente respondeu que não se importava e que até gostava. Pedi que não me levasse a mal mas que sentasse ao meu lado na cama e ela veio. Começei a conversar sobre uma bobagem qualquer e enquanto falava alisava seu corpo sem ter nenhuma resistência da parte dela. Levantei sua blusa e surgiram belos seios que beijei com muito carinho, aproveitei para acariciar seu sexo já bastante molhado, foi então que baixei as cuecas e pedi que me chupasse, o que ela fez com muita satisfação, era boa nisso e dizia que adorava, pedi que fosse devagar pois não queria gozar tão cedo, Mariúza sabia o que fazia, punhetava e chupava ao mesmo tempo e antes que eu gozasse, tirei sua calcinha e chupei seus grandes lábios , que mulher, gemia baixinho como se não quisesse incomodar os vizinhos, fizemos um delicioso sessenta e nove e aí sim não consegui segurar e gozei na boca de Mariúza que lambeu e engoliu tudo, fazendo carinha de "quero mais", e ela teria mais sim. Pedi que colocasse o bicho de pé novamente e ela rapidamente conseguiu, sabia trabalhar com um pau na boca como ninguem, ficou duro, durissimo e então coloquei ela de quatro, lubrifiquei seu cuzinho e me diverti por ali, meti bem devagar e ao poucos fui aumentando os movimentos enquanto Mariúza rebolava como uma sambista, pedi que ela viesse por cima de mim porque com aquele rebolado ela devia ser divina por cima, ela sentou no meu pau e aí amigos e amigas, que cena, que sensação, a mulher era demais, rebolou até que eu gozasse de novo, agora em sua xoxota gostosa e segurando sua bunda deliciosa, eu estava no paraiso, se estivesse sonhando não queria ser acordado e assim ficamos até anoitecer, metendo sem parar. Acabei contratando Mariúza e comia aquela coisinha todos os dias, as vezes só pedia uma chupadinha antes de sair para o trabalho, gozava em sua boca e ia mais leve para o trabalho, ela nunca negava fogo. Fiquei comendo aquela delicia por uns dois anos e ainda lembro daquele corpo.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A Moleca-By Sapinha

        Desde pequena, sempre fui uma verdadeira “moleca”, brincava mais com os meninos do que com as meninas, subia em arvores, fazia guerrinha de agua, jogava futebol, parecia um menininho.
com treze anos dei pro meu pai(conto-primeira vez),dai em diante, quase toda a rua me comeu, e nunca me arrependi de nada.
um dia a turma foi jogar numa quadra sintética e me convidou, claro que fui correndo, jogamos a tarde inteira e ai fomos para o vestiário tomar banho, imagina eu ali já com o corpinho bem gostosinho e em formação, com outros seis meninos, todos de pau duro.
Conversávamos animadamente, e iamos tirando a roupa para o banho, fiquei de calçinha e Janjão, que estava atrás de mim comentou:-Puxa Patty, que bundão que tu tá hein?, os outros meninos quiseram ver, já que eu sempre vestia roupas muito largas, e concordaram com janjão.
Tirei a camiseta e fiquei com os peitinhos livres, eles eram médios ainda, então os meninos vieram e me cercaram, mostrando seus paus, um diferente do outro, me sentei no banco e disse à eles que se masturbassem, pois queria ver como é, segurei o pau de Caio, que era meu amigo mais antigo, e o de Carlos e masturbei os dois, nisso fabinho, colocou o pau na minha boca, eu masturbava dois e chupava o outro, sobravam três, Janjão pediu que eu levantasse e tirou minha calcinha.
Voltei a chupar Fabinho, e não larguei Caio e Carlos, janjão então ajoelhou atrás de mim e meteu a lingua na minha bucetinha,que delicia, Denis pegou um de meus seios e apertou levemente, depois timidamente começou a chupar, maurinho, de longe só se masturbava, Caio e carlos, gozaram nas minhas mãos e disseram que tinham que ir embora, Fabinho gozou na minha boca, e disse que queria mais, então Janjão ficou na minha frente e começei à chupá-lo, enquanto fabinho pediu que eu sentasse no seu pau, agora com quatro, fabinho comia minha bucetinha,eu chupava janjão, enquanto masturbava Maurinho e Gui.
Janjão, o mais atirado sempre, pediu meu cuzinho, me colocou sentada no seu pau, e empurrou fabinho, que por ser bem menor, ficou brabo e foi embora.
Agora Janjão me comia o cuzinho eu chupava o gui, maurinho ganhou uma punhetinha, Janjão gozou no meu cuzinho, e disse que queria chupar minha bucetinha, mas mandei ele embora, pois tinha sido muito bruto com fabinho, como eles me respeitavam, ele foi, já tinha gozado mesmo, fiquei então com o Gui e o Maurinho, ai resolvi tomar banho, Gui entrou comigo e segurou meus peitinhos,me ensaboou, deu uma lambidinha na minha bucetinha, pediu que eu chupasse seu pau, gozou na minha cara e foi embora.
Pedi que maurinho me esperasse, não queria ir sozinha pra casa, fomos conversando no caminho.
Maurinho confessou que era apaixonado por mim, e que tinha achado muito excitante aquilo tudo que aconteceu, mas que ficou com muito ciume, pois me queria só para ele, perguntei se poderia dormir na sua casa, minha mãe sempre deixava, então Maurinho avisou sua mãe que eu dormiria lá, ela ficou contente, me tratava como criança, mal sabia ela que eu já era uma putinha, mal entramos e já fomos pro quarto.
Jantamos e ninguem desconfiou de nada e nos trancamos, no quarto,ficamos pelados e Maurinho já tava de pau duro, bati uma punhetinha pra ele, depois chupei aquele pau, que era bem grosso, como eu gostava, ele me disse que eu já tinha chupado demais, me mandou deitar e veio chupar minha bucetinha, ah como gosto disso, que lingua tinha o maurinho, me chupava toda a bucetinha, bem gostoso, pediu então pra me comer, subiu em mim e começou a bombar, trançei as pernas em suas costas, e senti seu pau entrando por inteiro, fiquei por baixo, depois por cima, dei meu cuzinho pra ele, e ele gozou, ainda lambi tudo, uma putinha como eu adora engolir aquele leitinho todo.
No meio da noite, Maurinho me comeu de novo e pediu que eu namorasse com ele, mas falei que não conseguiria ser fiel à ele, mesmo assim namoramos algum tempo, e seguidamente dormia em sua casa, me sentia á vontade lá.
Seu pai e seus dois irmãos me comiam com os olhos, e eu prestava muita atenção neles, sempre de pau duro, quando eu estava por perto.
Numa tarde, cheguei cedo na casa do maurinho e seus irmãos, me receberam, dizendo que Maurinho tinha saido com os pais deles, e que demorariam, eu já sabia,ainda era sexta, eles me mandaram entrar, e ficamos conversando, eu estava de vestidinho curto, eles não tiravam os olhos das minhas pernas, perguntei porque olhavam tanto, e eles disseram que me achavam muito gostosa, perguntei se era por isso aqueles paus sempre duros, e tiago o mais velho, botou o pau pra fora e disse que sabia que eu olhava, nossa nunca tinha visto um pau daquele tamanho, não resisti e segurei, e comecei a masturbá-lo, nisso Rafa, fez eu me levantar e tirou meu vestidinho, me deixando nuazinha, sentei no seu colo e ele me alisava a bunda e apertava meus seios, Tiago, que já estava sendo chupado por mim , gozou na minha boca, achei cedo, mal tinhamos começado, então pedi para chupar o rafa, ele tirou o calção e vi um pau maior ainda, que familia pauzuda aquela, descobri depois que tinha 23 cm,(medi né?),esqueci Tiago, que envergonhado por ter gozado logo sumiu, eu era todinha do Rafa, ele agora me comia de quatro no sofá, pediu meu cuzinho e eu com medo disse que não, pois me arrombaria com aquele pauzão, ele aceitou e até tentou, mas a seco assim não dava mesmo, acabou gozando na minha cara, passei bons tempos naquela casa, e até seu artur, o pai deles me comeu, aproveitei minha infancia.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Um Dia de Deus Grego

     Cheguei em casa naquela tarde e ví pela janela minhas duas vizinhas tomando banho de sol. Como sempre, fiquei observando por alguns minutos,(afinal de contas dividiamos o mesmo jardim e a mesma piscina, que era o que dividia nossas casas), então fui para meu banho. Comi alguma coisa leve e me deitei para ler um bom livro, foi quando a campainha tocou, era Adriana, a mais velha das irmãs, vizinhas há um pouco mais de um ano, elas, as vezes, iam para me pedir algo, pois sempre esqueciam de comprar. O diferente dessa vez é que Adriana vestia um Collant, algo que estranhei pois quando vinha aqui ou era com uma saida de banho ou com seu biquini expondo seu belo corpo, aliás, nessas horas ela me usava como avaliador de biquinis, pois comprava um e corria para minha casa para mostrar, o que me deixava sempre excitadissimo, mas não me atrevia muito, a não ser em algumas apalpadas naquela bunda gostosa, depois eu dava minha opinião e ela ia embora, e ficávamos assim. Então ao vê-la na porta nesse novo traje, disse que estava decepcionado, pois gostava de apreciar suas belas nádegas, ela então, soltou o laço que prendia a parte de cima e de costas para mim baixou o collant, revelando por baixo a calcinha vermelha que a deixava ainda mais gostosa, pois era minúscula e entrava quase totalmente naquele bundão que sempre quis comer.
  De imediato acariciei aquela bundão sendo mais ousado que das outras vezes, chegando a alisar sua bucetinha, ela sentou-se no meu colo e tirou completamente o collant, ficando só com a calcinha vermelha, aí afastei a parte da frente e com os dedos fui introduzindo em seu sexo, já bastante lubrificado e ao ver seus seios médios para grande, ali à minha disposição caí de boca e chupei deliciosamente cada um deles deixando Adriana bem excitada com tudo, foi quando ví que Tamires, a outra irmã, observava tudo pela janela, com um dedo na boca.Continuei acariciando adriana beijando sua orelhinha, e dizendo que ela não sairia dali sem me deixar comer aquela bundinha, ela se levantou, ficou de quatro no meu sofá e eu tirei logo a bermuda e meti com a fome de um sedento, fodi muito aquela bunda maravilhosa, ela gemia alto. Só quem sonhou em comer um rabo daqueles por tanto tempo sabe a sensação que eu sentia, ia metendo fundo, rasgando aquele cuzinho gostoso, ela só pedia mais e mais, depois ela se levantou, pediu que eu ficasse sentado e sentou-se no meu pau e rebolou como uma puta que sabe bem o que faz, nem preciso dizer que gozei muito, Adriana levantou, colocou a calcinha e voltou pra casa. Foi então que Tamires que assistiu tudo desde o inicio entrou e sentou no meu colo, ela vestia apenas um biquini preto e pediu licença para sentar e eu claro, permiti, ela disse que tinha visto tudo e que gostaria de chupar meu pau, levantei e ofereçi para ela, que abocanhou deliciosamente e chupou muito, não deixando nem as bolas de fora. delirei com aquelas duas que eram minhas musas e que à partir de agora seriam as minhas putinhas, pedi que tamires ficasse de quatro, não poderia perder a chance de comer outro rabo daqueles, ela era mais delicada, mais queridinha e fazia tudo com muita sensualidade me deixando cada vez mais excitado, abri suas pernas e chupei aquela bucetinha perfumada que antes só tinha experimentado com os dedos e meti a lingua suavemente do jeito que gosto e Tamires gemia baixinho, pedindo que eu à comesse logo, como negar um pedido daqueles, abri suas pernas e meti com muito carinho, fiquei ali por alguns minutos até que ela molhasse meu pau, e foi então, que tornei a pedir seu cuzinho de novo e dessa vez meti até gozar, fiquei até um pouco fraco mas valeu a pena, tô comendo as duas até hoje e no final de semana passado comi as duas ao mesmo tempo, elas estão acabando comigo, mas eu tô me divertindo como nunca.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A Sogra que Sempre Quis

      Começei a namorar Maysa e em pouco tempo isso virou uma grande paixão, daquelas que não conseguimos explicar e nem nos desgrudar, passávamos os dias e as noites juntos e quando não estávamos trabalhando nem estudando, tambem estávamos juntos, maysa era do tipo falsa magra e quando à conheci ela estava com um vestidinho solto que nem dava a chance de desvendar o que se escondia por baixo, mas me encantei com aqueles olhos sempre buscando por algo, ou com um olhar sapeca, do tipo que é muito curiosa com tudo que acontece ao seu redor, me encantei com tudo nela logo nos primeiros dias de aula. Começamos atransar todos os dias e ela se mostrava incansável, não me negava nada era perfeita demais, e tudo corria para um longo relacionamento. Um dia ao chegar em sua casa de surpresa, eu já tinha as chaves, vejo essa cena acima e paro de imediato, era a mãe de maysa, minha sogra como eu nunca tinha visto antes, assistindo TV muito à vontade, fiquei paralisado com a escultura que era aquela mulher que eu nunca tinha notado assim desse jeito, uma viúva encantadora e muito gostosa.Fiquei alguns minutos admirando aquele corpaço ali em minha frente e inevitavelmente acabei segurando meu pau por cima das calças, estava durissimo com aquela cena. Dona Iris se virou como se tivesse sido chamada e me pegou ali naquela situação constrangedora e começou a rir do meu jeito envergonhado e me disse que Maysa havia saido cedo e que não dormiria em casa. Perguntei algo que não me lembro agora com a voz meio que gaguejando e ela me perguntou se eu estava nervoso, respondi que sim, estava bastante nervoso vendo aquele belo corpo, ela ruborizou e veio em minha direção e perguntou se eu realmente havia gostado da surpresa, perguntei que surpresa? e ela disse que estva vestida ssim para mim , pois sabia que sua filha não voltaria naquele dia, nossa, eu não merecia tanto, abracei a sogrinha e de imediato segurei aquela bunda gostosa e beijei aquela boca safada, ela gemia como se procurasse por isso há muito tempo e eu aproveitava cada momento, ficamos grudados por horas e comi a sogrinha de tudo que era jeito ela me chupou com uma habilidade que jamais havia sentido e ainda me presenteou com sua bunda gostosissima e virgem, passei quatro anos comendo as duas gostosas até que um dia Maysa se cansou da brincadeira e me dispensou e sabe a verdade?senti falta foi de dona Iris, que sogra gostosa...

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Primeira Vez




  Oi, meu nome é Patricia, resolvi contar como foi minha primeira vez aqui, espero que gostem. eu tinha 14 anos e já vivia subindo pelas paredes de tanto tesão, me masturbava de todo jeito, pensei até que fosse ficar doente, até que resolvi contar para uma amiga de minha mãe, ela era minha confidente tinha 21 anos e me explicou tudo que eu precisava, ai começei a prestar atenção em tudo que acontecia ao meu redor. foi quando numa tarde cheguei em casa e fui procurar nossa empregadinha, a Déia, uma mulata de deixar qualquer um maluco, seios grandes uma bunda estilo Scheila Carvalho, enfim um mulherão. ao chegar no quarto de meus pais encontrei a porta fechada, espiei pela fechadura e o que vi me deixou super excitada, a Déia estava chupando um pau de uns 20 centimetros, que delicia, tentei ver quem era mas não conseguia, ela se deliciava com aquela pica, e eu tambem. foi quando o cara colocou ela de quatro e começou a meter em sua bundinha, ele era o máximo, mas quem seria? e que cara de pau no quarto de meus pais? foi quando levei um susto, era meu pai comendo a Déia, não fiquei chocada, eu tava excitada demais, mas que pau era aquele? vi que eles estavam terminando sai de fininho e fui pro meu quarto, mas não conseguia tirar aquele pau da cabeça, foi quando decidi ir no quarto dele. ele tava lá peladão, se cobriu quando me viu. 
ele estava deitado de roupão aberto e com os olhos tapados, fui me aproximando, e vi seu pau mole mas lindo, segurei de leve e começei a brincar com ele, meu pai resmungou, chamando o nome de minha mãe, me animei, ele não saberia que era eu, seu pau agora estava duro e ali á minha disposição, começei a chupá-lo devagar como via nos filmes, ele nem ligou parecia estar acostumado com isso, me animei e enfiei até a garganta, que gostoso, se eu soubesse que era assim teria chupado antes, fui para cima dele e meti a bucetinha na sua cara, e continuei chupando, ai ele meteu a lingua, e que lingua,foi quando ele pediu que eu cavalgasse, então fui, ai ele tirou a venda dos olhos e viu que era eu, mas não parou, pediu que eu rebolasse na sua vara, eu tava adorando, fiquei ali um bom tempo, ai ele me disse, já que tu é uma putinha fica de quatro que vou comer teu cuzinho, pegou um creme passou no meu cuzinho e depois me deu o pau para mim chupar de novo, chupei com gosto, ai fiquei de quatro e ele meteu bem devagarinho, que delicia fiquei toda ardida, mas valeu. nunca mais fizemos nada, ele não quis, por mim eu dava sempre , tambem um pauzão daqueles….

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Escritório da Sacanagem

Comecei a trabalhar num escritório de direito onde só tinha mulheres, e eu era portanto, o único homem do local. das oito que trabalhavam comigo, cinco eram advogadas, uma recepciopnista e uma secretária , alem da moça do cafezinho. todas vaidosas e gostosas, mas duas chamavam muito a atenção pela beleza e eram justamente as donas do escritório. um dia cheguei mais cedo e encontrei luisa sozinha no escritório fazendo seu trabalho e quando olhei em seus olhos percebi que ela chorava, perguntei o motivo e ela prontamente respondeu que seu marido havia lhe trocado por outra mais nova, me perguntava insistentemente se não era bonita o suficiente e eu nem precisava mentir, Luisa era muito gostosa, mulata, olhos negros e grandes, coxas grossas, seios grandes, sempre aparecendo em decotes que me deixavam doido, e uma bunda grande e arrebitada, enfim uma mulata tipicamente brasileira , cheia de curvas, um tesão de mulher. foi quando Luisa se levantou e colocando as mãos na cintura disse: -eu ainda chamo a atenção?-respondi prontamente-Luisinha tu é um tesão. E Ela: mas aquele idiota disse que to gorda, nisso levantou a saia e me mostrando sua bunda maravilhosa dentro de uma calcinha pequena e preta, me pediu para pegar nela e comprovar que estava em forma, nem pensei duas vezes e e apalpei aquele rabo fenomenal, aproveitei e lhe enfiei um dedo no cuzinho, ela deu um gritinho e disse, era só para ver a bunda safado, então puxei e lhe dei um beijo, e agora apalpando aquela bunda com as duas mãos, enfiava meu dedo com vontade naquele buraquinho tão gostoso, nisso baixei minhas calças e lhe mostrei meu pau durissimo e ordenei-chupa minha vadiazinha. ela caiu de boca e chupou como eu queria, eu sabia que não tinha muito tempo, levantei-a e a coloquei de quatro no pequeno sofá da recepção e comi aquele cuzinho delicioso e apertado, bombeei ate gozar. ouvimos que as meninas estavam chegando e nos arrumamos rapidamente. corri para a cozinha e fui terminar de me vestir, o pau todo melado, comecei a limpar ali mesmo, foi quando entrou Rita, a moça do cafezinho, ao me ver disse, nossa que pauzão é esse hein?eu com muito tesão ainda lhe disse, se quiser experimentar fique a vontade.Ritinha caiu de boca, chupou a cabeçinha e o saco como ninguem, tirei sua roupa e a fiz cavalgar no meu pau, que surpresa boa, a mulher era um vulcão, comi aquela buceta, depois aquela bundinha magrinha e gozei como um cavalo. ao sair a recepcionista ficou me encarando, mas isso é outra história

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A Argentina Gostosa

     A Copa na cidade foi uma maravilha, infelizmente pelo meu inglês ruim não consegui conversar com as Australianas e nem com as Holandesas, mas as argentinas sim, essas vieram e tinha para todos os gostos. a diferença é que de dia elas não são como as Brasileiras, mas à noite se liberam completamente e aí é tudo festa. Foi assim com Anita, uma Argentina linda e cheia de curvas que conheci aqui na fan fest. Cheguei com um grupo de amigos que vieram de Buenos Aires e Anita estava entre eles e logo de inicio me chamou a atenção por sua beleza, algo bastante dificil entre "las Hermanas".
   Assistimos juntos os três primeiros jogos e quando chegou nas oitavas de final, já éramos como velhos amigos e foi aí que convidei Anita para ir à minha casa, ao chegar no meu apartamento, ela pediu para ir ao banheiro e eu fui trocar de roupa, já que a que eu estava me incomodava um pouco. No momento em que eu tirava as calças, ela apareceu no quarto e ficou me olhando com um lindo sorriso no rosto, pedí desculpas pelos trajes e ela disse que não tinha problema, pois adorava ver pernas fortes e bem torneadas como as minhas, agradeci o elogio e disse que a melhor parte estava um pouco mais acima, e foi então que caímos na gargalhada, então ela me confessou que adoraria ver essa "parte mais acima", e eu prontamente atendi seu pedido e baixei a cueca e obviamente estava com o pau durissimo só com aquela conversa com aquela gostosa ali tão pertinho,ela deu um sorriso sacana, se aproximou e segurou meu sexo com firmeza, adorei a iniciativa e nos beijamos, sem que ela soltasse meu sexo. Tirei sua roupa e foi então que notei seus belos seios, grandes de uma forma que não havia percebido porque ela só usava roupas largas com a camisa da Argentina, tambem muito folgada. Segurei cada um deles e dei um chupão, depois leves mordidas e lambidas e por fim suguei lentamente cada um deles, provocando suspiros profundos de Anita. Quando ela tirou o jeans que usava me encontrei com sua bunda, era deliciosa , grande e arrebitada, tambem imperceptivel por baixo daquelas roupas e o melhor, estava com uma minúscula calcinha que dava contornos mais belos ainda, mas a calcinha eu fiz questão de deixar , queria admirar aquele corpo assim. pedi que ficasse de quatro sobre a cama e caí de boca naquela bucetinha gostosa, só afastando de lado a calcinha pude lamber suavemente aquela gostosa que agora gemia com mais intensidade. Deitei na cama e pedí que agora ela me chupasse...
   aquela lingua era demais, a moça timida sabia muito bem dar prazer e aproveitei para fazer um 69 com a gostosa e aí quase gozei, ela por sua vez deixou seu mel correr algumas vezes , falei que queria comer aquela bunda, mas Anita disse que não gostava de sexo anal, insisti mas ela negou, então pedi que ao menos ficasse de quatro para que eu tivesse a visão daquela bunda rebolando na minha pica. Gozei muito naquela tarde e Anita ainda dormiu aqui em casa e na madrugada ataquei ela de novo e dessa vez, já preparado com um creme que tenho na cabeceira da cama, comi aquele rabo delicioso até gozar muito. Pedi que me chupasse e gozei tambem naquela boquinha safada, ela engoliu tudo e ainda fez carinha de "quero más", coloquei meu pau entre seus grandes seios e fiz uma espanhola com a castelhana e gozei de novo, mas aí fiquei acabado, só no dia seguinte é que consegui comê-la de novo, foi ótimo, venci esse clássico contra a Argentina....

sábado, 28 de junho de 2014

Minha Chefe





Trabalho ha muito tempo na mesma empresa e o pessoal sabe que eu faço de tudo. Dia desses minha chefe pediu uma ajudinha pois o notebook dela não imprimia. Ela é gente boa. Morena clara, cheinha, cabelo castanho, 50 anos , divorciada e tem uma filha de uns 18 anos. Ela não chama muito a atenção dos homens, pois não é muito vaidosa. Está sempre de Jeans, camisetas (largas), tênis, enfim nada que mereça uma cantada. Pedi pra ela trazer o notebook que eu ía dar uma olhada. Ela trouxe o note até a empresa, eu testei e estava tudo OK. Nesse caso deveria ser algum problema com a impressora. Então ela perguntou se eu não podia ir no apartamento dela dar uma olhada. Ela mora bem pertinho do nosso serviço, então sem problemas, passaria lá qualquer dia e ainda brinquei que iria bem cedo pra tirar uma foto dela toda descabelada e cheia de olheiras. Pra completar ela andava gripada, e ficou uns 3 dias em casa. No segundo dia conversei com ela pelo telefone e ela havia melhorado, combinei que na manhã seguinte eu tentaria passar lá no apartamento dela pra ver a tal impressora, por volta de 8:30hs e ela disse que tudo bem, afinal ela mandava a filha pra escola umas 7:40, sobraria um tempo para um banho e etc. Tudo combinado, saí cedo mas dei uma sorte danada de não ter transito nenhum e cheguei no prédio as 7:30. Parei na portaria pra ligar pra ela, e antes mesmo de ligar dei de cara com a filha dela saindo pra escola com uma amiga. Ela me reconheceu e como sabia que eu ía lá, disse que eu podia subir direto dizendo o andar e o apartamento. Eu ainda perguntei se não era melhor ligar pra avisar e ela disse que a mãe dela já estava acordada. Então subi, toquei a campainha e fiquei esperando. Ela pensou que a sua filha tinha esquecido alguma coisa e abriu a porta sem nem pensar. Quando abriu a porta eu tomei um baita susto. Ela estava “meio” descabelada, e apenas com uma short-doll de seda azul bem clarinho, e os seus peitões quase pulavam para fora. Ela se assustou, riu e falou :
- Nossa, não era pra você me ver assim. Só não te mando sair daqui por que preciso que você arrume a minha impressora.
Ela me puxou pra dentro, me deu um beijinho e então eu perguntei aonde ficava a impressora. Ela me levou ao quarto dela, pra que eu pudesse arrumar e disse:
- Bem, acho melhor eu tomar um banho e me arrumar, pois estou horrível assim.
Então ela separou uma roupa decente pra se vestir, mas antes de ir ao banheiro eu pedi pra ela anotar a senha pra que eu pudesse entrar na máquina. Ela nem notou que colocou a roupa sobre a mesinha do micro, anotou os dados que eu precisava e foi pro banho sem levar a roupa. Mal comecei a fuçar e notei que o cabo estava desligado e por isso a impressora não imprimia. Problema resolvido esperei ela sair do banho e uma nova cena encantadora aconteceu. Ela volta do banheiro enrolada na toalha e viu que a sua roupa estava na minha mão. Começamos a rir da situação e só então falei que a impressora estava ok, e que o único problema era o cabo. Ela não acreditou e veio confirmar, e ao se abaixar pra olhar atrás da impressora a toalha caiu, deixando-a nuazinha na minha frente. Ela rapidamente virou de costas pra mim encostando na parede pra que eu não visse ela naquele estado. Eu sei que deveria ser cavalheiro e ajuda-la, mas foi tão cômica a situação que eu rí muito e ela também. Em seguida eu disse:
- Na boa, chefinha, mas você tá uma delícia hein! 
Ela riu e mudou de assunto dizendo:
- Então eu fiz você vir até aqui só por causa disso? Me desculpa!
- Não se preocupe!
Estávamos os dois em pé e ao dizer empurrei a cadeira, prendendo a toalha. Ela abaixou pra pegar a toalha e quando estava levantando a toalha caiu novamente, e eu ri da situação. Ela não gostou e olhou pra mim brava e viu o volume na minha calça, pois eu estava de calça social e cueca soltinha, deixando meu pau nitidamente duro com tesão nela. Eu sei que ela estava acima do peso, com estrias, gorduras extras e tal, mas eu nunca tinha visto a minha chefe com aquela bundona nua, lisinha e cheirosa daquele jeito, e como eu gosto de mulher fofinha e mais velha aquilo foi um prato cheio pra me deixar excitado! 
Ela esbravejou e abaixou novamente pra pegar a toalha, e quando ela levantava a toalha caiu novamente no chão. Antes mesmo que eu risse ela virou pra me bater e me empurrou. Eu desabei na cama rindo. Nesse momento ela pulou em cima de mim, dizendo que era para eu parar de rir dela, só que pra isso ela sentou em mim e sentiu meu pau duro bem no meio da sua bunda.
Ela arregalou os olhos assustada, e eu também. Nós dois começamos a suar frio e ela disse :
- O que que faço agora?
E eu sem pensar muito comecei a acariciar seus peitões e logo depois chupá-los. Grandes, macios, deliciosos. Ela estava gostando e começou a rebolar gostoso, se esfregando no meu pau . Eu fui empurrando ela para a beirada da cama, e fiquei em pé. Ela estava de quatro e veio pra trás e começando a esfregar a bunda no meu pau e logo disse:
- Tá esperando o quê? Me come logo! Eu tô explodindo de tesão! Se você demorar eu mudo de idéia!
Nem pensei, baixei a calça e fui colocando o pau na sua grutinha. Estava molhada e quente e ela começou a rebolar. Que delicia. O melhor é que pela manhã parece que o tesão é maior, então ficamos muito tempo trepando. Peguei ela de 4, de ladinho, no “frango-assado”, etc. Depois ela pediu água, literalmente, e eu fui buscar na cozinha. Ela veio atrás por que eu não saberia aonde estava nada. Depois de tomar agua ela olhou pra mim e me vendo “meio vestido”, com a calça abaixada e o pau pra fora, ela veio se encostando e pegando no meu pau. Enquanto acariciava ele começou a beijar meu pescoço e foi tirando a minha roupa. Coloquei ela sentada na pia e transamos gostoso. Ficamos um tempinho descansando na cozinha e então ela desceu da pia e foi me empurrando até o sofá. Que delícia. Comi ela de 4 bem gostoso no sofá. Ela ficou com as pernas bambas e deitou no sofá. Ajoelhei ao lado do sofá e comecei a chupá-la. Seus peitos eram grandes e macios, parecendo almofadas. Ela estava suada e sua pele brilhava. Seus mamilos estavam enormes, parecendo bolinhas de chocolate, e quanto mais eu chupava mais ela se contorcia e gozava. Fui descendo pela barriga, até a sua bucetinha, fofinha e com alguns pelinhos. Tinha um cheiro diferente. Era uma mistura doce (de olho de banho e do melzinho dela) com um cheiro mais forte de porra, tanto dela quanto minha. O sabor era forte, mas gostoso, então eu suguei muito fazendo ela gozar mais uma vez. Ela me empurrou me fazendo deitar no chão e deitou do meu lado. Foi então a vez dela me chupar gostoso, lambendo ele todinho e chupando até as bolas do saco. Que delícia. Eu estava me controlando para não gozar, até que ouvi o telefone dela tocando. Ela se esticou e atendeu. Era a sua filha que já estava no intervalo da aula e ligou pra saber se tinha arrumado a impressora. Ela continuou conversando naturalmente enquanto batia uma punha gostosa. Quando terminou a ligação voltou a me chupar e ainda com o celular na mão fotografou essa chupeta deliciosa, segundos depois eu gozei na sua boca, lambuzando ela todinha.
Ela então explicou que a sua filha logo voltaria e que era pra eu ir embora logo. Tomei um banho rápido, e me arrumei e antes de sair ela me olhou meio desconfiada. Eu disse que era pra ela ficar tranquila que ela me conhecia há muitos anos e que eu não ia falar nada pra ninguém. Me despedi e fui trabalhar.
Mais tarde, recebi uma mensagem dela dizendo que aquela foi uma foda maravilhosa e que ela estava tão desesperada e tanto tempo sem sexo que não conseguiu nem dizer o quanto gostou. Pra fechar ela agradeceu e me presenteou com umas fotos pra eu lembrar dela… AMEI e espero ter essa sorte de visita-la outras vezes.
                           

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Comendo a Gringa Mexicana



    Estava eu em Porto Alegre asssitindo aos jogos da copa 2014 com alguns amigos e na pousada que havia próximo daqui havia uma Mexicana hospedada chamada Susana. Ela era uma mulher com seus 1,65m, magra, com pele branquinha, com belos peitos uma bundinha redondinha e as perninhas grossas, um tesão de mulher.
   Continuando a narrar o ocorrido, Susana estava sozinha na pousada, pois seus amigos já tinham ido embora para a México e ela resolveu ficar alguns dias . Como ela estava sozinha, ela acabou se enturmando em nosso grupo. Na noite do jogo nos reunimos todos num barzinho para fazermos a concentração antes de descermos para a sala onde teria a TV para assistir o jogo, e já com segundas intenções, convidei Susana para irmos descendo para a sala antes do grupo e ela aceitou de prontidão. Até chegarmos ao local do evento, porém quando chegamos na sala 1, que tem menos movimento, interrompemos nossa conversa e já nos agarramos, dei-lhe um beijo gostoso e começamos uma leve sacanagem ainda de roupa, até que nossos amigos começaram a chegar, então interrompemos nossa brincadeira e fomos para o tal evento.
    Lá pelas 3 ou 4 da manhã, depois de muita diversão, bebedeira e sarração entre nós, nosso tesão estava a mil, meu pau já doía dentro da bermuda e ela já com a buceta molhadinha. Foi ai que levei Susana para a sala 3, que era menos movimentada, encontrei um canto um pouco mais discreto, (porem quem passasse prestando atenção veria tudo) e recomeçamos nossa brincadeira no chão mesmo. DETALHE: Eu estava de bermuda(sunga por baixo), aquela altura já sem camisa e de chinelo e ela com um vestidinho e de lingerie por baixo.
  Continuando, ao sentarmos no chão Susana não agüentou e foi logo metendo a mão no meu pau, que aquela altura já saia pela sunga, e começou a punheta-lo e logo depois coloca-lo inteiro na boca e pagar um boquete delicioso, e eu para retribuir dei-lhe uma bela chupada na sua linda buceta vermelhinha e ao mesmo tempo a acariciava com uma siririca.    Lembrando que estávamos num lugar discreto, mas quem passasse prestando atenção veria bem a sacanagem que estávamos fazendo, um belo 69 no chão.
   Depois de um bom tempo de chupação, punheta e siririca no chão resolvemos continuar nossa brincadeira no quarto e assim que entramos já sem a parte debaixo (sunga e lingerie), coloquei Susana em meu colo e comecei a esfregar meu pau na portinha de sua buceta e no seu grelinho sem penetrá-la, esta situação foi deixando-a maluca e ela pedindo para fude-la, aquilo me deixava ainda mais maluco e eu continuava provocando-a, (aquela situação estava uma loucura ela com seu sotaque de gringa pedindo para fode-la que ela precisava de PICA, foi demais). Até que não agüentando mais meti com vontade em sua buceta e a gringa começou a cavalgar que nem uma égua no cio, ficamos nesta posição até ela anunciar que iria gozar, foi quando coloquei um dedo no seu cuzinho e ela se arrepiou toda e começou a tremer de gozar, nesta altura eu já estava enchendo a buceta dela de porra com o dedo em seu cuzinho. Depois de gozarmos, ficamos ainda um pouco no quarto reparando no movimento da rua e percebemos que todos que passavam olhavam e acompanhavam a loucura que estávamos fazendo, apenas nós é que estávamos cegos e não víamos nada a não ser um ao outro.
Depois disso saimos do quarto e fomos continuar nossa sacanagem na pousada, onde arregacei o cuzinho da gringa, e gozei gostoso na boquinha dela. Mas isso é outra historia.

                                                                                  By Krent

                                

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Torcedora da Croácia

       

     Em um dia destes, eu esta no quiosque da praia em frente minha casa e uma loira croata tentou falar algo comigo que eu não tinha entendido nada.
Eu tentava articula com gesto que eu não falava inglês, muito menos aquela lingua tão estranha para mim, mas ela insistia em tentar falar comigo.
Tentei falar espanhol e Alemão, á qual domino um pouco, mas nada dela entender.
Por minha sorte passou uma amiga que comentou que ela estava querendo usar o banheiro e estava tentando saber onde ela poderia usar.
Eu disse que mais a frente tinha um banheiro, mais minha amiga conversando com ela ficou sabendo que o banheiro estava fechado para reformas.
No instante eu recomendei que ela poderia usar o banheiro da minha casa.
Ela disse para mim que sim, mas tudo traduzido por minha amiga.
Despedi-me de minha amiga e levei aquela loira gringa para minha casa.
Naquele instante fiquei pensando que se ela pedisse alguma coisa eu estaria enrolado, pois falar em inglês não é meu forte.
A loira usou o banheiro e quando saiu e lhe ofereci uma cerveja o qual ela aceitou. Convidei-a para sentar um pouco e se refrescar antes de encarar aquele calor que fazia lá fora.
Ela tentou falar alguma coisa o qual eu não entendia, mas ela insistiu em falar e aproximou-se de mim e me deu um beijo na boca.
No instante eu retribui e já fui acariciando aquele belo corpo.
Fui tirando se biquíni e a deixei nuazinha. Fizemos sexo em todos cômodos da casa.
A gringa estava excitadíssima, nada a satisfazia. Cada vez pedia mais.
Eu então resolvi vira-la e arrombei aquele cuzinho, o qual só assim a fez sossegar.
Transamos o dia inteiro e quando me deparei já era noite.
Convidei a gata para ficar ali a noite comigo, ela então ficou e pude leva-la para conhecer vários locais na cidade e quando voltamos continuamos a transar até o dia seguinte.
  descobri depois que ela falava inglês e isso facilitou demais nossa vida, passei o mês inteiro comendo aquela gostosa que adorava sexo anal, ela ainda trouxe uma amiga e aí foi uma loucura total, era uma mais gostosa que a outra.Foi o inicio da minha copa e pelo menos para mim valeu a pena.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Agarrada com Prazer-By Sapinha

Aconteceu no Carnaval de um ano que não vou citar. 
        Eu e uma amiga, que sempre me acompanha em festas, férias nas praias e programas divertidos, a Leninha, fomos ao baile de Carnaval do Iate Clube do Rio de Janeiro. Melhor, impossível. Leninha tem corpo bonito, mas o meu, ela mesma reconhece, é difícil de não ser apreciado pelos mais exigentes. Nossas fantasias, claro, eram de havaianas, são as mais frescas.
        Eu estava com uma havaiana branca, biquíni mínimo por baixo e tiras da saia da fantasia com bastante espaço uma das outras, permitindo que minhas coxas, barriga e traseiro fossem vistas com facilidade. Se já estava contente, a coisa esquentou muito depois que tomamos umas caipivodcas com muito gelo, que desceram muito bem e subiram melhor ainda. Fiquei numa euforia de dar medo, e rápido fui para cima de uma das mesas, rebolando e exibindo o corpão todo, num espetáculo digno de grande estrela. 
        Os fotógrafos de jornais e revistas não perdoaram, foram flashes seguidos durante muito tempo, sem falar numa câmera de televisão que ficou focando minha bundinha muito tempo, que estava num assanhamento de dar medo.   A medida que eu rebolava e requebrava em cima da mesa, minha excitação aumentava muito, já estava muito molhadinha e com o cuzinho louco para ganhar alguma coisa bem grande. Já confessei que adoro, amo o sexo anal, principalmente com membros grandes, mas não exagerados.
        Reparei que a mesa estava mexendo demais, fiquei com medo dela quebrar por causa da farra que eu estava fazendo lá em cima, me exibindo sem a menor vergonha, excitada com o fato. A mesa tremeu mais e olhei para baixo. Era um rapaz bem novo e bonito, agarrado no pé da mesa, sentado no chão e encoberto pela toalha, mas pude ver perfeitamente que ele me olhava como um louco e tocava uma punheta furiosa, estava com o pau duríssimo e pela sua cara, quase gozando. Olhei firme para ele e rebolei mais doida ainda, estava com muita tesão, e queria ver o garoto esporrando ali mesmo naquele monte de gente. Rebolei mais pouco tempo, os seguranças do baile haviam visto toda a cena e me pegaram em cima da mesa, foram meio brutos. O pobre rapaz sumiu carregado por dois ‘armários’, enquanto os seus colegas diziam “vai para a rua, sua puta, isto aqui não é bordel não, vagabunda”, eram rudes mesmo, mas se aproveitaram como quiseram para apertar minhas coxas, bunda e passar a mão na bocetinha.
        Pensei que a minha alegria tinha acabado, ia ser expulsa da festa na piscina do clube, uma vergonha, além de perder aquela oportunidade de ouro. Mas todos dizem que quando uma porta ameaça fechar, abrem duas, e foi exatamente o que aconteceu. Na mesa ao lado da que eu estava dando o meu show particular, estava um homem bonitão, talvez com pouco mais de quarenta anos. Levantou, foi até um dos seguranças, que fiquei sabendo ser o chefe, e disse que iria tomar conta de mim, que eles não se preocupassem. Devia ser muito importante, pois na mesma hora os brutamontes me soltaram, pedindo a ele, meu salvador, que me tirasse dali, haviam recebido ordens da diretoria.
        Fred, seu nome, não se abalou. Segurou firme no meu braço, passamos pela multidão e saímos do recinto. Caminhamos pelas pequenas travessas que têm no clube, e vi que estávamos indo em direção à garagem dos barcos. Estava certa. Fred me deu um beijo e passou a mão no meu seio direito, apertando e acariciando o biquinho. “Para com isso, eu não quero”, falei sem muita convicção, e senti seu braço apertar mais o meu. “É assim que você me agradece?”, perguntou. E quando eu ia responder, levei mais outro beijo, tentei me afastar, ele ficou bravo e me deu um aperto maior no braço. “Vai me dar sim, putinha, vou comer você nem que seja na marra”, mas a esta altura eu já estava totalmente encharcada, corria pouco pelas pernas, estava precisando de um caralho, e agarrei o dele sem a menor cerimônia. Enorme! Duro como ferro, eu fiquei louca, enquanto ele abria sua lancha que estava guardada na garagem do clube, um luxo, tinha tudo lá dentro, mas eu só queria ver a cama, tirei a roupa toda, me agarrei naquele macho decidido, que colocava duas doses de uísque nos copos, bebeu a dele rápido, o pau ficou mais duro ainda e eu comecei a mamar furiosamente, sugando com força, como que quisesse arrancar o caralho com a sucção da boca, ele gemia, me chamava de puta, ordinária, mas não parava de me chupar e beijar todinha, estava tão tarado como eu, dizendo “nunca vi uma mulher com este corpo, vou foder tudo” enquanto eu continuava mamando seu caralho e virei a bundinha para ele. “No cuzinho, putinha? Quer me dar a bundinha, é?”. Não respondi, fiquei de quatro na cama enorme da lancha, e logo sentia a cabeça do caralho forçando a portinha do meu cuzinho largo, que estava ensopado com o suco da xaninha e facilitou a entrada do bicho, que deslizou rápido para o fundo do meu cuzinho acostumado e doido por um pau, querendo gozar com aquela tora dentro, apertando o caralhão duro, ele estava me segurando forte e fodendo cada vez com mais vigor, eu rebolava muito e já tinha gozado fraquinho uma vez, senti que estava vindo um gozo forte, muito forte, empurrei o cu de contra aquele caralho, abria com as mãos as partes da bunda para entrar tudo, estava uma loucura, eu gozeeeiiiiii muitoooooooo, que macho gostoso, sentia o caralho penetrando furiosamente na minha bunda, rebolava mais ainda, escutando “goooza, putinha, gozaaaa, que cu largo gostoso, está me deixando louuuucoo”, até que senti o jato quente de porra inundar meu cu completamente aberto para ganhar aquele pau divino, desmaiei de tão forte que foi o gozo.
        Acordei com o dia claro, com carinhos e uma xícara de café feito por aquele inesquecível homem, que me salvou de uma vergonha e me deu muito prazer.