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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Aulas de Piano-By Krent


    Durante certo tempo dei aulas de piano aqui em minha cidade e apareciam alunas de todos os cantos da cidade, eram mulheres mais velhas, mais novas, jovens, enfim eram mulheres de todas as idades.numa tarde de verão, minha aluna Teca, apareceu com um vestidinho curto, muito sensual e levemente transparente e é claro que não consegui deixar de olhar aquele belo corpo. A sala em que eu dava aula era na minha casa mesmo e era um quartinho bem pequeno, só havia espaço para o piano e uma cadeira tipo poltrona. Nesse dia estava tocando uma musica linda que gosto muito quando, ouvi um barulho e olhei para trás, era Teca, minha aluna querida.Olhei ela nos olhos e elogiei seu vestido dizendo que estava muito bonita daquele jeito, ela baixou os olhos e ficou envergonhada com meu elogio, partimos então para a aula, Teca tocava muito bem e em breve seria uma ótima pianista se insistisse nos estudos.Ela começou a tocar e eu ia ajudando colocando suas mãos nas teclas suavemente, em um desses toques notei que ela se arrepiou, nisso meu cotovelo tocou seu seio e ela gemeu baixinho e me olhou nos olhos.Virei de frente para ela olhei bem em seus olhos e coloquei as mãos em seus ombros e levemente baixei as alças de seu vestidinho e fiquei olhando aqueles belos seios grandes e redondos, passei então à acariciá-los e ví que ela havia fechado os olhos e mordia levemente os lábios, foi quando me inclinei e comecei a chupar um a um daqueles montes de prazer, levantei sua saia e ví que vestia uma calcinha quase que toda enterrada numa bunda que parecia desenhada de tão perfeita, foi quando ela se levantou, fechou a tampa do piano, sentou-se de frente pra mim e pediu que eu tirasse sua calcinha, tirei e caí de boca em seu sexo já bastante molhado, era uma delicia minha aluna, depois me levantei e fiz que ela sentasse na banqueta e coloquei meu sexo para ser sugado por aquela boca suave, quase gozei, levantei a moça e encostada no piano abri suas pernas e introduzi suavemente e assim fiquei como se estivesse no ritmo de uma música clássica lenta. Com aquele corpinho em minha inteira disposição pedi que ela ficasse de quatro na poltrona e ela empinou aquele rabão que comi com gosto, mesmo com seus gritos para que parasse, foi só no começo, em pouco tempo ela começou a gemer e me confessou que tinha sido a primeira vez que tinha feito sexo anal, gozamos muito e depois das aulas aproveitavamos o intervalo antes das próximas aulas e no final ela se tornou uma grande pianista e acabou ganhando um grande desconto nas aulas.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A Mãe do Fred

    Esta história aconteceu há alguns anos e foi real. Foi uma das melhores aventuras da minha adolescência, aconteceu num verão. Éramos uma turma bastante unida e faziamos nossas bagunças sempre juntos e quando dava problema, um defendia o outro, viviamos como se fossemos irmãos. Tínhamos nossas musas e por muitas vezes eram as irmãs, primas, tias e principalmente algumas mães que éramos loucos, e a mãe do Fred era a numero um. Era uma mulher magra, alta, seios médios e uma bunda como pode ser vista na foto, que deixava qualquer um maluco e até o Fred concordava com isso.Além disso ela era educada, sensual e muito simpática com todos nós. Certo dia estávamos na casa de Fred, eu e mais dois amigos, daqueles que davam em cima de qualquer uma. Assistiamos filmes, jogávamos games, enfim nos sentiamos em casa na casa de qualquer um da turma.Percebi nesse dia que a mãe do fred estava no banho e inventei uma desculpa e sai do quarto, na verdade me dirigi para o quarto ao lado onde a mãe dele tomava banho, me escondi debaixo da cama de onde poderia vê-la nua. Ao sair do banho pude ver ela se trocando, colocando uma calcinha bem pequena, um shortinho por cima e uma camiseta por cima, ela saiu do quarto e foi até a cozinha, aproveitei para sair dali e fui até a cozinha, cumprimentei aquela delicia e com a desculpa de pegar uma fruta, passei por trás dela, segurei pela cintura e esfreguei meu pau durissimo nela, ela me olhou e me chamou de abusado, e respondi que ela era muito gostosa e não tinha resistido, ela sorriu, foi quando eu fiz o caminho de volta e dessa vez ela deu uma empinadinha na bunda, aproveitei e parei e me esfreguei mais um pouco, e olhei bem aquela bunda maravilhosa. Disse á ela que minha mãe tinha voltado de viagem e tinha várias coisas para mostrar, isso tudo ainda parado atrás dela e agora já alisando aquele bundão, ela disse então que iria em minha casa pela manhã para ver. Quando eu estava saindo ela ainda me xingou de abusado. Pela manhã, chegou em minha casa vestindo uma saia bem curta e avisei que minha mãe não estava, pedi que entrasse e à levei para o quarto de minha mãe para mostrar os produtos. Ao entrar no quarto não resisti e enchi a mão naquele rabo gostoso e ví que vestia uma calcinha enfiada no rego, ela ameaçou me dar um tapa mas eu a beijei rapidamente e continuei a apalpa-la agora sem rejeição. Tirei seu vestido e comecei a chupar seus belos seios, depois meti muito naquela bucetinha gostosa. saí do qaurto e ligei para meus amigos que logo chegaram e viram aquela delicia nua de bruços em minha cama e foram pra cima dela, um chupava aquele cuzinho, outro colocou o pau em sua boca e outro ficou por baixo chupando seus seios, em pouco tempo ela gemia alto e pedia mais, aproveitei para realizar minha comer aquela bundinha, meti tudo e ela só gritava. Pasei a comê-la todas as tardes e aprendi muito com ela

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Na Maca com o Doutor

   Me chamo Paty, tenho 21 anos, sou loira, tenho 1,70 mt e 55 kg
Sou do tipo branquinha magrinha de seios médios, cintura fina e bumbum redondinho.
Era uma sexta feira e eu tinha consulta na capital com um medico fisioterapeuta.
Minha mae me deixou na clinica e foi resolver suas coisas, como a consulta era com hora marcada fiquei esperando um pouco e logo fui chamada.
Entrei na sala era um doutor de aproximadamente uns 45 anos, bem forte e alto, conversamos um pouco falei das dores que sentia e ele pediu para eu me sentar na maca e tirar a blusa para ele me examinar.
Fui ate a maca me sentei e tirei minha blusinha ficando apenas com meu sutiã branco, o medico veio começou a me examinar e logo começou a passar a mao suavemente pelos meus ombros descendo ate nos braços e depois no meu pescoço e nas costas, aquele toque estava me dando um certo tesão que eu tentava esconder.
Logo o medico pediu para eu me deitar de barriga para cima, e começou a examinar minha barriga e sempre notava que ele passava a mao minha barriga suavemente e esse toque estava me deixando loquinha de tesão, o doutor pediu para abrir o botão da minha calça e abaixou ela um pouco para me examinar melhor, e pediu para eu me virar de bruços, ele começou a fazer massagem nas minhas costas e ia descendo ate perto do meu bumbum, eu estava doidinha já quando de repente sinto ele abaixando mais minha calça ate no joelho, e começou a massagear minhas costas descendo a mao ate na bunda e depois massageava minhas coxas, a mao dele cada vez ia chegando mais próximo da minha xaninha, e eu lentamente fui abrindo a perna para ajudar ele, eu estava com uma calcinha preta  que nessa altura já estava totalmente molhada, como eu estava deitada de bruços não consegui ver o que ele estava fazendo, so senti quando ele começou a se esfregar em minha mao e senti um enorme volume em suas calças, que por minha vez fui lentamente levantando minha mao mais perto para sentir aquele pau gostoso, ai ele pegou e começou a passar a mao em minha xaninha por cima da calcinha me deixando cada vez mais louca, eu não resisti e comecei a acariciar o pau dele por cima da calça e logo abri o zíper e pra minha surpresa era um pau enorme, muito grosso, e ele veio e começou a levar o seu pau perto da minha boca, e logo eu já estava chupando aquele pau gostoso e ele socando os dedos em minha xaninha, a gente não falava nada um com o outro, ele apenas pegou me virou de lado, e veio se ajeitando por traz e começou a meter aquele pauzão enorme em minha xaninha e so pediu para eu não gemer alto, estava uma delicia, ai peguei me levantei e me apoiei na maca impinando a bundinha para ele vir por traz e poder meter mais gostoso, ele fazia movimentos lentos e foi aumentando a força aos poucos pois não podia fazer barulho, ele me penetrava por traz e apertava firme meus seios puxando os biquinhos, isso me levava a loucura, e tive um orgasmo muito forte, e ele me vendo começar a gemer, tambou minha boca com sua mao e socava com muita força, quando ele foi gozar, ele tirou pra fora, eu cai de boca e chupei loucamente ate ele gozar em minha boquinha e eu engolir todo aquele leitinho do doutor gostosao.
 me vesti, sem a gente trocar uma so palavra.
ele pegou fez uma receita com alguns remédios e eu fui embora totalmente saciedade e parecia nem agreditar no que eu tinha acabado de fazer.
Quando cheguei em casa e tomei um banho para dormir toquei varias siririca lembrando da transa no consultório do medico.






quinta-feira, 10 de setembro de 2015

No Caminhão de Mudanças

   Certa fase de minha vida trabalhei numa empresa de mudanças e não foram poucas as aventuras que tive com mulheres de todos os tipos idades e vontades, eram geralmente mulheres que moravam sozinhas e na presença de um homem sem camisa , simplesmente "saiam da casinha" literalmente. e essa é uma das histórias que vivi:
   Era uma casa simples, mas ao chegar percebi que a proprietária não tirava os olhos de mim, cheguei a ficar um pouco intimidado, mas era meu trabalho e segui fazendo, mas aquilo começou a mexer comigo.Quando chegamos ela estava vestida de jeans e camiseta, mas quase no final , quando o caminhão já estava quase cheio ela surgiu de shortinho, aqueles de lycra que chegam a entrar na bunda e que bunda tinha a patroa.Além disso ela estava com a mesma camiseta só que agora amarrada acima do umbigo, uma verdadeira tentação, e por baixo, simplesmente nada, apenas aquele belo par de seios que já estavam me deixando louco, mas eu não poderia tomar a iniciativa pois era novo no emprego.Meus companheiros começaram a olhar para aquela bela mulher, mas parecia que ela só se importava comigo e em certo momento ela reclamou que não aceitaria que suas coisas fossem soltas dentro do caminhão, respondi que iria tudo bem amarrado, mas se ela quisesse eu iria junto para garantir que nada quebraria, foi quando ela me surpreendeu dizendo que queria ir junto para garantir, ajudei a moça à subir e fecharam a porta que tinha apenas uma pequena janela lateral, foi a porta fechar que aquela delicia me atacou, fiquei um pouco nervoso e até gaguejei, mas ela firme e decidida disse que teríamos cerca de uma hora para que eu a comesse deliciosamente. Fazer o que né? parti pra cima e fui tirando o short, virei-a para ver de perto aquele bundão dentro de uma calcinha pequena, mordi aquela bunda, lambi aquele cuzinho e aí sim tirei a calcinha, não completamente, só colocando de lado e chupei aquele sexo já molhado pela excitação, ela gozou em minha boca, parecia sedenta de sexo, levantei tirei minha roupa e coloquei meu sexo em sua boca gulosa, ela chupou como quem não quer perdeu uma só gota, lambeu e quase me fez gozar, mas eu queria o melhor daquele corpinho e a coloquei de quatro sobre as caixas e comi aquela bundinha deliciosa, mas o caminhão parou e tivemos que nos recompor. Nunca mais ví aquela delicia...

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dona Lúcia, A Filha e a Neta

      Minhas temporadas de praia sempre foram ótimas, tanto que quando perdi aquilo tudo entrei numa depressão profunda, minhas maiores e mais loucas aventuras aconteceram no litoral e a que vou contar hoje foi das mais excitantes, mas aconteceu de forma casual através dos anos.
   Quando fiz dezesete anos começei a ir sozinho para a praia e sempre fui bem tratado pela vizinhança, até porque sempre tive uma educação diferenciada, acima dos demais. Pois bem, num verão ao chegar ao litoral fui recebido por minha vizinha de porta, dona Lúcia era muito amiga de minha mãe e me tratava como um filho e nesse ano ao perceber que eu ficaria sozinho me visitava todos os dias com algum presentinho  e acabamos por isso estreitando nossa amizade que antes não passava de cumprimentos pelo prédio. Numa manhã. dona Lúcia me acordou logo cedo e naquela idade ninguem gosta de acordar cedo e fui atender a porta apenas de cueca e como é normal excitadissimo. Dona Lúcia entrou e pude pela primeira vez me deter naquelas curvas, dona Lúcia era bem gostosa e estava de maiô com uma saida de banho por cima e me disse que iria para a praia, mas antes queria saber minha opinião, pois pela primeira vez usava aquele maiô cavadissimo, todo enterrado na bunda, e que bunda. Pedi licença, fui ao banheiro lavar o rosto e voltei para a sala, então dona Lúcia se levantou e perguntou se estava bem, olhei , analisei e disse: dona Lúcia, a senhora tá bem gostosa hein? nisso pedi que tirasse a saida de banho e aí sim pude perceber um tremendo rabão daquela senhora, comentei se aquilo tudo enterrado na bunda não incomodava, mas ela disse que não, foi quando pedi para tocar naquele corpo delicioso. Estiquei a mão, pronto para ser interrompido, mas dona Lúcia deixou , então enchi a mão naquele rabo e dona Lúcia apenas sorriu, elogiei seu corpo e dei um beijo naquela cinquentona gostosa.Passei a comer aquela senhora todos os dias enquanto estive na praia, inclusive aquele rabo gostoso e até então virgem.
   No ano seguinte ao chegar na praia dona Lúcia veio sorridente me cumprimentar, fechei a porta e fizemos um sexo quse selvagem, ao sair ela me convidou para jantar em sua casa, como eu estava sozinho fui. Ao chegar dei de cara com uma morena deliciosa de shortinho cavado enterrado na bunda que me olhou e disse:Tu deve ser o vizinho que minha mãe falou, entrei cumprimentei e começei a ter uma relaão com aquela mulher que tinha minha idade e tinha o fogo tipico das moças de dezoito anos, então comia mãe e filha e me sentia um deus grego.
  O mais curioso é que fiquei dois anos sem ir ao litoral mas ao voltar, minha amiga já era mãe, estava casada e a filha era uma linda loirinha que ao me ver e sem me conhecer veio correndo para meu colo, pura afinidade. O tempo passou, exatamente vinte anos ficaram para trás quando um dia resolvi voltar ao mesmo lugar de minha adolescência e lá estava dona Lúcia, uma velhinha simpática, sua filha ainda bela , mas casada e a loirinha, agora com vinte aninhos e gostosissima e como toda familia sempre muito atenciosa comigo. Um dia ao voltar para casa já bem tarde encontrei a bela loirinha bastante bêbada e a levei para minha casa, pois ela me disse que sua mãe não poderia vê-la assim, e então fui com ela para casa.
   Ao chegar ela me confessou que não estava tão bêbada assim  e começou a me beijar e cumpri minha missão, comendo aquela delicia o verão inteiro, ainda tive um retorno com a mãe dela e até dona Lúcia, mesmo com certa idade veio aqui em casa, meu sonho era ter as três ao mesmo tempo mas isso ainda não aconteceu.