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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

127-Todas eram Gostosas naquela familia

      Comecei a namorar a julinha e no verão fui conhecer sua familia. Sou do tipo que não gosta dessas coisas de ficar na casa dos outros, hospedado em lugares que não conheço e geralmente costumo negar os convites por não me sentir à vontade, mas com Julinha resolvi começar diferente.
   Fomos então conhecer sua familia no litoral. Depois das apresentações e daquelas cenas constrangedoras onde falta o assunto e todos ficam mudos resolvi ir ao quarto para colocar um calção para pegar um mar, o dia estava belissimo. Ao chegar no quarto a empregada que era uma mulata deliciosa estava de quatro com um shortinho todo enterrado na bunda e que bunda, ela levantou e como eu tinha que chegar no banheiro dei uma senhora encoxada naquela gostosa, ela apenas olhou para mim e sorriu com uma cara de sem vergonha. Fui para a praia e fiquei até o final da tarde e Julinha me ligou dizendo que sairia com a mãe e a irmã, disse que aproveitasse pois eu iria ficar mais um pouco aproveitando o mar.
   Ao chegar na casa, limpei bem os pés sujos de areia e entrei pela cozinha, foi então que ví a empregada lavando louça e dessa vez aproveitando que não tinha ninguem em casa ela estava só de biquini, afinal de contas estávamos em uma praia, nada mais natural, assim como era natural que eu fosse até a pia pois queria pegar um copo para tomar uma água gelada, mas aí cheguei por trás daquela delicia e ela só empinou aquele bundão me deixando louco, peguei ela pela cintura e a fiz virar, beijei sua boca e coloquei as mão naquela bunda de carne macia, ela se ajoelhou e caiu de boca no meu sexo já duro, nisso ela me puxou para seu quarto e pediu que eu á comesse depressa pois o pessoal da casa voltaria logo, foi então que disse que estava sem camisinha e ela me surpreendeu dizendo que comesse seu cuzinho e eu parti pro sacrificio era um bundão, de quatro então uma delicia. Foi então que ví alguem na porta do quarto, era a mãe de Julinha que não tinha saido e me pegou no flagra, ela me deu uma bronca que me deixou completamente sem jeito e mandou a empregada de volta para o trabalho, ficamos então sozinhos, e , minha sogra e meu pau ainda apontando para o teto.Minha sogra me olhou e disse que agora entendia o porque a filha estava namorando um chinelão como eu, com um pau desses até eu largava tudo. Dizendo isso ela se aproximou e segurou meu sexo e começou a me xingar, sem tirar a mão e pior, começou a me masturbar delicadamente, nisso se sentou na cama e colocou meu pau na boca e chupou carinhosamente até que eu gozasse e engoliu tudo e ainda avisou que tudo aquilo ficaria entre nós.
   De noite, confesso que fiquei mais envergonhado ainda e resolvi nem ir para a sala onde estavam todos, mas com a noticia que meu sogro havia voltado para a capital tomei coragem e fui para onde todos estavam, e para minha surpresa Julinha mais uma vez não estava em casa e estavam apenas minha sogra e minha cunhadinha mais nova, uma delicia loira de vinte aninhos.E do sofá onde estava via a empregadinha sempre gostosa que agora rebolava sabendo que só eu a enxergava de onde estava. Começei a ficar excitado e acabei esquecendo de minha sogra e de minha cunhadinha, o tecido de meu calção era leve e não escondia minha ereção, só percebi quando olhei para as duas que olhavam em direção ao meu pau, durissimo por causa daquela empregada gostosa que adorava dar o cuzinho. A cunhadinha com um sorriso safado sentou ao meu lado e sem vergonha nenhuma colocou para fora e reslveu chupar ali mesmo em frente a sua mãe que apenas comentou que meu pau era uma delicia, a cunhadinha se levantou e foi minha vez de chupar aquela bucetinha novinha, era gostosa como a irmã e chupei até ela gozar, foi quando minha sogra pediu que eu comesse seu cuzinho que na realidade era um cuzão, gostosa demais para a idade e parti pra cima da coroa que rebolava como uma mulata em escola de samba, a cunhadinha com inveja se colocou de quatro e tambem quis me dar a bundinha,nossa nunca tinha visto mulher que gostava de dar o cu e naquela casa tinha três, era muita sorte. Depois de gozar no cuzinho da cunhadinha, coloquei minha sogra sentada no meu pau e aí sim fiz ela rebolar como uma vadia e ela acabou gozando, nos recompomos e fomos cada um para seu quarto. Não demorou muito e Julinha chegou carregada de sacolas do supermercado e aí a ajudei a guardar as compras. Curiosamente eu ainda não tinha comido a Julinha, pois não queria forçar nada e naquela noite dormimos juntinhos até porque se ela quisesse alguma coisa eu não teria forças.Adorei aquela familia e fiquei com Julinha por três anos e sempre que íamos para a praia eu me sentia num harem porque tinha quatro gostosas para comer e elas me adoravam.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

N Piscina do Condominio-126

     Estava desempregado quando conhecí Leninha numa festa. era separada, tinha duas filhas que tinha perdido a guarda porque foi flagrada por seu sogro com o amante enquanto cuidava as crianças. Segundo ela seu marido até sabia das traições mas seu pai não entendeu assim e pediu a guarda das crianças.Passei a frequentar seu apartamento ela era muito gostosa, era um pouco mais velha que eu, para ser preciso tinha seis anos à mais. Um dia seu marido me encontrou no apartamento onde ele ainda encontava Leninha e à comia descaradamente, mas parece que minha presença o incomodou até porque ela cortou o sexo quando se envolveu comigo, mas o fato é que ela perdeu a mesada que recebia dele.O jeito foi conseguir um local para ela morar e lá fui eu pedir para uma amiga de infância que não se importou em ajudar. Só que a casa era frequentada por muitas amigas dela e eu ficava louco com toda aquela fartura de mulher e Leninha já estava ficando com ciúmes. Certo dia voltei cedo para casa e lá estava nossa amiga cinthia somente de camisola, Cinthia era muito gostosa e adorava mostrar seu corpaço e eu me deleitava fingindo não ver. Ela me vendo ali me convidou para um lanchinho e resolveu pegar um pote que estava em uma prateleira alta. Não sei se foi de propósito, ou ela esqueceu que estava de camisola , o fato é que a camisola era tipo baby doll e a calcinha estava toda enfiada naquele bundão, ela perdeu o equilibrio e eu tentando segurá-la acabei enchendo a mão naquela bunda gostosa, juro que foi sem querer mas fazer o que? aconteceu e não fiz questão de tirar as mãos dali e ela tambem não reclamou, aproveitei e coloquei-a no chão e beijei sua boca, não resisti e coloquei para fora aqueles peitões, nunca tinha chupado seios tão grandes eram uma loucura, ela pediu para me chupar, deitamos na sala mesmo e comi aquela gostosa de todas as formas. Passados alguns dias foi a vez de outras amigas, mas isso é outra história.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

125-Uma Freirinha Especial

         Sempre estudei em colégio de freiras e confesso que sempre tive muita curiosidade pela escolha daquelas senhoras que se dedicavam à Deus. O que eu nunca tinha visto eram freiras novas e belas e até cheguei a pensar que isso não existisse, até que um dia estava em férias e fui conhecer um convento no interior do estado e senti que estava no paraiso, eram muitas freirinhas bonitinhas e gostosas que com aquelas batinas iam e voltavam pelo pátio do velho convento.
   Num final de semana estava assistindo um jogo de futebol entre aquelas jovens freiras e aí percebi que realmente não tinha nada à ver minhas dúvidas, elas eram como qualquer outras que haviam escolhido uma profissão ou uma forma de vida.
   Durante a partida, várias vezes a bola caiu perto de mim e uma das meninas buscava sempre com um belo sorriso no rosto e só aí percebi que eu a conhecia, havia sido minha colega de colégio, era quietinha e nem chamava muito a atenção na época mas agora não passava despercebida. Ao terminar o jogo ela veio em minha direção e começamos a conversar animadamente, tomamos um suco e então assim de perto percebi que com o suor sua camiseta branca havia ficado um pouco transparente e pude perceber seus belos seios, eram médios e deliciosos, imaginei como seria chupá-los, mas me contive e acabei perguntando prque freiras não se casavam e ela baixou os olhos e me respondeu e brinquei dizendo que o melhor do casamento ela não teria, ela sorriu e perguntou o que era o melhor do casamento e respondi que era o sexo. Ela muito convincente disse que seu corpo jamais havia sido tocado e nem sabia como era, nossa, nesse momento meu pau parecia que iria furar o calção, tive que disfarçar e dei aquela ajeitada.Foi quando perguntei se ela não tinha curiosidades sexuais e ela me surpreendeu dizendo que sim com uma carinha linda de safada. Peguei ela pelo braço e fomos explorar os vários locais daquele convento que na realidade era um grande castelo medieval cheio de locais isolados, que é claro eu já tinha explorado naquela semana.
   Ao passar por uma grande sala acabei agarrando a bela freirinha que no inicio até resistiu mas acabou se entregando aos meus carinhos, beijei-a e já fui tirando sua camiseta e cai de boca em seus belos seios, alisei suas coxas e puxei sua mão para meu pau e ela pegou com muita curiosidade e deu um pulo para trás, mas pedi que chupasse e ela caiu de boca e chupou como se estivesse acostumada, como uma putinha, quase gozei mas me segurei, levantei-a e tirei seu calção e sua calcinha e chupei aquela bucetinha gostosa, olei em seus olhos e perguntei se podia comer sua bucetinha, ela baixou os olhos e disse quase sussurrando que sim, meti com cuidado, ela disse que doia, dei umas cuspidas e entrou mais fácil ela começou a gemer. Disse à ela que na bundinha ela iria adorar, ela se ajeitou de quatro naquele chão duro e aproveitei para jogar todas as nossas roupas ali para que seus joelhos não doessem e comi carinhosamente aquela bundinha arrebitada. nunca mais ví aquela delicia, mas até hoje lembro aquela tarde.