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sábado, 24 de setembro de 2016

138-Uma grande visita


   Éramos amigos de infância, passamos juntos toda essa fase de criança e quando adolescentes a vida acabou nos separando e não nos vimos mais, ela chegou a morar no mesmo prédio que eu e minha mâe a tratava como uma filha, era da casa, dormia aqui em casa quando seus pais precisavam sair à noite e assim fomos criados.
   Certo dia tocaram a campainha e ao atender me surpreendi com uma linda mulher, devido aos óculos escuros que usava acabei não reconhecendo mas era ela, minha amiga de infância.
   Abri a porta ela entrou me abraçou e eu ali só de cuecas, acabei me esquecendo esse detalhe e puxei para um abraço mais apertado, eu realmente me emocionei, mas ao vê-la pelo espelho não pude evitar uma ereção, ela ali na entrada do apartamento com uma bermuda de lycra enfiada na bunda(e que bunda) com uma minúscula calcinha e de costas para o espelho, fui à loucura.
   Ela então sentou-se no sofá e começamos a conversar e a conversa foi longa e nem vimos a hora passar, perguntei se ela não queria dormir ali que pela manhã eu à levaria para casa, sabia que morava na periferia e aquela hora nem ônibus tinha para ir para casa, ela aceitou fizemos um lanche e fomos assistir tv.
   Em uma cena da novela o ator principal abraçava a amiga e ficavam assim juntinhos olhando o mar, minha amiga então me olhou e perguntou se eu lembrava quando ficávamos assim e confesso que nem lembrei.
   Respondi com a sinceridade de sempre e disse que não lembrava mas se quisesse meu abraço teria à qualquer hora, ela apenas sorriu e perguntou se poderia tomar um banho e eu claro que disse que sim ela era de casa e assim ela foi. Ao sair me perguntou se eu ainda tinha aquelas amostras de lingerie que guardava e eu disse que agora vendia biquinis e era só ela escolher. Ao voltar ela estava com um modelo novo lindissimo que à deixou ainda mais gostosa e fez um desfile pra mim e eu a elogiei muito.
   Até que ela parou em minha frente e com as mãos na cintura perguntou se merecia um abraço, então à puxei e dei um abraço apertado com muito carinho, sentamos no sofá vimos mais um pouco de TV, conversamos e ela acabou adormecendo em meu ombro, ajeitei ela no sofá e fui para meu quarto, desliguei a TV.
   Como durmo tarde fiquei no quarto assistindo mais um pouco de Tv e resolví ir na cozinha beber um pouco de água, ao passar pelo sofá tive uma visão dos Deuses, minha amiga estava encolhida com aquela bunda toda esposta deliciosa e quase caindo do sofá, juro que foi por instinto, achei que fosse cair e coloquei as mãos em sua bunda segurando-a para não cair, só que o tesão bateu, ela tinha a pele lisinha e macia e aproveitei para alisar aquilo tudo, não resistindo e perdendo completamente a razão, afastei sua calcinha e cheguei naquela bucetinha que acariciei delicadamente, e coloquei a ponta da lingua, era toda deliciosa minha amiga e parecia estar em sono profundo, tirei então sua calcinha e abri suas pernas e aí sim caí de boca, aproveitei e tirei seu sutiã e chupei aqueles belos seios, mas parecia que estava me aproveitando de seu sono e fui para meu quarto, antes disso a vestí e a tapei com um lençol.
   No meio da madrugada acordei com ela na minha cama, me destapou e descobriu que eu estava nú, agora eu fingia dormir e ela fazia um gostoso boquete, me olhava nos olhos e voltava a chupar, quando de repente resolveu sentar em cima de mim e rebolou muito e assim passamos o dia inteiro, afinal de contas no dia seguinte era domingo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Uma Vizinha e Tanto-137

    Há anos eu moro em um prédio e por conhecer todos os vizinhos , alguns deles deixam as chaves aqui para o caso de perderem terem a chave reserva.
   Pois certo dia estava na janela e ví uma loira escultural entrar no prédio, e como não sabia quem era resolvi investigar e descobri que estava no apartamento em frente ao meu, justamente um dos apartamentos que eu tinha as chaves
   Devo dizer que minha vida andava um tanto quanto parada e eu precisava alguma aventura para sair do marasmo.
   Descobri pela faxineira do prédio que aquela bela mulher ficaria no apartamento durante um mês e arquitetei um plano de entrar e tentar algo com ela como se fosse por acaso.
   Em uma manhã, peguei minhas ferramentas e entrei no apartamento e começei a consertar o piso que estava descolando e eu já tinha visto quando o proprietário visitou o apartamento ainda no ano passado, antes de começar fui dar uma espiada no quarto e ví essa cena da foto, a loira estava divina numa calcinha amarela, com o bundão todo exposto, uma delicia de mulher, eu nem achava que era tudo isso até me deparar com essa cena.
   Voltei aos meu afazeres quando olho para trás e a loira apenas com essa calcinha me perguntou quem era eu e o que estava fazendo ali aquela hora da manhã, respondi que era o vizinho e que cuidava do apartamento quando o proprietário não estava, ela sorriu e me disse que deveria ter avisado, que ela poderia estar nua, respondi sorrindo que nem precisava estar nua, que daquele jeito estava ótima, ela sorriu e me ofereceu um café, achei até estranho que não foi vestir algo, mas era tão gostosa que eu estava hipnotizado por sua beleza.
   Pedi desculpas por não ter avisado e que só entrei por pensar que não houvesse ninguem em casa, mas que ao vê-la fiquei hipnotizado e acabei até esquecendo o que tinha ido fazer lá, ela sorriu mais uma vez e respondeu que nem era tudo isso, mas eu aproveitei e disse que aquele corpo era belíssimo, pena que não era minha, ela me olhou nos olhos e perguntou se era por isso aquele pau duro sob a calça de abrigo e eu respondi obviamente que sim. Aproveitei para liberar o pau e segurando mostrei para ela dizendo:-olha só como tu me deixou, ela então se ajoelhou em minha frente e caiu de boca deliciosamente, me olhou e disse que adorava acordar assim, mas que desde que brigou com o último namorado não tinha mais realizado esse prazer, quase gozando disse à ela que era todo dela.
   -Só falta tu me dizer que não tem ninguem te comendo? e ela confirmou que há dois anos não sentia um pau duro, era meu dia de sorte, rolei com ela no chão frio da cozinha e meti com vontade naquela buceta gostosa, ela gemia baixinho no meu ouvido, chupei seus seios que eram de tamanho médio, chupei sua xotinha molhada e perguntei se me daria a bundinha, ela disse que não gostava, mas me daria de quatro na cama. Peguei ela no colo e levei até o quarto, coloquei ela de quatro e comi gostoso, só olhando meu pau entrando naquela bucetinha, aquela bunda era fenomenal.
   Acabei dormindo ali e nos divertimos fazendo sexo de todas as formas até que um dia comí aquele cuzinho aapertado, ela não gostou mas tambem não reclamou, apenas não quis mais dar.
   Durante todo o tempo que ela ficou ali viramos fervorosos amantes, foi uma bela relação.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Bela Cadeirante e suas Irmãs...136

          E lá estavam elas de novo, no mesmo horário, no mesmo lugar e me olhavam e davam risinhos, cochichavam alguma coisa, fingiam fazer fotos sempre comigo no fundo, até que eu as surpreendi ampliando a foto e me buscando. Brinquei com elas dizendo que se quisessem tirar fotos comigo era só pedir e elas parece que se envergonharam, mas fizeram as fotos e acabamos ficando amigos.
   Todas as vezes que nos encontrávamos era a mesma coisa elas ficavam de longe cochicahndo e rindo para mim, a diferença é que agora me conheciam, sabiam que eu era solteiro e estava dispovível. E foi então que tudo aconteceu...
   Vale descrevê-las. A mais nova tinha um belo corpo devia ter uns 40 e poucos anos e tinha fogo no olhar, a do meio era cadeirante e essa me olhava de um jeito diferente, como que encantada, tinha tambem um belo corpo, seios grandes do jeito que gosto e uma cara de safada. A mais velha mostrava que tinha sido uma bela mulher, ainda trazia muita beleza tanto de rosto como de corpo, aliás era a que usava as roupas mais justas no corpo, evidenciando ser uma bela mulher, como disse antes, pelo olhar dava para ver o fogo no olhar.
   Certo dia, sentei junto delas e perguntei porque me olhavam daquele jeito e confessei que estava ficando envergonhado, afinal de contas eram belas mulheres e eu estava ficando excitado com aquela história toda, aí elas se soltaram e revelaram o porque de tirar as fotos e o porque dos sorrisos.
   A irmão do meio estava sem sexo desde o acidente que sofreu e ao me ver pela primeira vez confessou às irmãs que com um cara como eu ela transaria mesmo que tivesse dificuldade e essa foi a primeira demonstração dela em relação ao assunto e por isso as irmãs quiseram fazer as selfies para comentar com outras amigas.
   Eu muito envaidecido disse que para mim seria um prazer, afinal de contas ela era uma bela mulher e se as irmãs participassem seria uma festa total, todas riram e perguntaram se eu queria ir na casa delas, fui e não me arrependi.
   Ao chegar, ajudei com a cadeira de rodas e peguei a moça no colo para levá-la para dentro de casa e perguntei onde colocá-la e ela me disse:-na cama. entrei no quarto e sorrindo perguntei se queria ajuda para trocar de roupa, ela prontamente respondeu que sim e fui tirando peça por peça, primeiro o blusão, então pela primeira vez ví de perto como eram deliciosos aqueles seios, que mesmo por debaixo da blusa se revelavam.Tirei então a calça e as curvas antes escondidas começaram a aparecer, era coxuda e estava com uma calcinha pequena enterrada numa bunda sensacional, coloquei ela sentada e tirei a camiseta e seus seios pularam, ela não usava sutiã, beijei aqueles bicos, suguei provocando arrepios em seu corpo, aproveitei e abri um pouco suas pernas e então tirei sua calcinha, ela sorriu e disse que não sentia aquilo há tanto tempo que parecia a primeira vez, ao ver que tinha sensibilidade ali, cai de boca e então percebi que o caso dela não era tão grave, ela não caminhava por fraqueza nas pernas, perguntei se ela queria algo especial e ela pediu para me chupar, eu excitadíssimo oferecí meu membro durissimo, ela chupou como uma mestre na arte da felação, quase gozei, foi quando ao olhar pelo espelho ví suas irmãs só de lingerie na porta do quarto, chamei as duas e beijei uma de cada vez, enquanto a do meio continuava "mamando".
   Pedi então que a mais nova, a bundudinha, ficasse de quatro e delicadamente comi aquela gostosa, meti direto no cuzinho, ela nem reclamou mostrando que gostava de dar a bunda. A mais velha pediu para me chupar tambem e mostrou que a arte da chupeta era de familia. Comí as três naquela noite e é claro que com várias paradas, me recuperava e voltava a bombar, virei freguês daquela casa e fiz uma feliz descoberta, três mulheres que adoravam dar a bundinha, era o paraiso.