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sábado, 28 de junho de 2014

Minha Chefe





Trabalho ha muito tempo na mesma empresa e o pessoal sabe que eu faço de tudo. Dia desses minha chefe pediu uma ajudinha pois o notebook dela não imprimia. Ela é gente boa. Morena clara, cheinha, cabelo castanho, 50 anos , divorciada e tem uma filha de uns 18 anos. Ela não chama muito a atenção dos homens, pois não é muito vaidosa. Está sempre de Jeans, camisetas (largas), tênis, enfim nada que mereça uma cantada. Pedi pra ela trazer o notebook que eu ía dar uma olhada. Ela trouxe o note até a empresa, eu testei e estava tudo OK. Nesse caso deveria ser algum problema com a impressora. Então ela perguntou se eu não podia ir no apartamento dela dar uma olhada. Ela mora bem pertinho do nosso serviço, então sem problemas, passaria lá qualquer dia e ainda brinquei que iria bem cedo pra tirar uma foto dela toda descabelada e cheia de olheiras. Pra completar ela andava gripada, e ficou uns 3 dias em casa. No segundo dia conversei com ela pelo telefone e ela havia melhorado, combinei que na manhã seguinte eu tentaria passar lá no apartamento dela pra ver a tal impressora, por volta de 8:30hs e ela disse que tudo bem, afinal ela mandava a filha pra escola umas 7:40, sobraria um tempo para um banho e etc. Tudo combinado, saí cedo mas dei uma sorte danada de não ter transito nenhum e cheguei no prédio as 7:30. Parei na portaria pra ligar pra ela, e antes mesmo de ligar dei de cara com a filha dela saindo pra escola com uma amiga. Ela me reconheceu e como sabia que eu ía lá, disse que eu podia subir direto dizendo o andar e o apartamento. Eu ainda perguntei se não era melhor ligar pra avisar e ela disse que a mãe dela já estava acordada. Então subi, toquei a campainha e fiquei esperando. Ela pensou que a sua filha tinha esquecido alguma coisa e abriu a porta sem nem pensar. Quando abriu a porta eu tomei um baita susto. Ela estava “meio” descabelada, e apenas com uma short-doll de seda azul bem clarinho, e os seus peitões quase pulavam para fora. Ela se assustou, riu e falou :
- Nossa, não era pra você me ver assim. Só não te mando sair daqui por que preciso que você arrume a minha impressora.
Ela me puxou pra dentro, me deu um beijinho e então eu perguntei aonde ficava a impressora. Ela me levou ao quarto dela, pra que eu pudesse arrumar e disse:
- Bem, acho melhor eu tomar um banho e me arrumar, pois estou horrível assim.
Então ela separou uma roupa decente pra se vestir, mas antes de ir ao banheiro eu pedi pra ela anotar a senha pra que eu pudesse entrar na máquina. Ela nem notou que colocou a roupa sobre a mesinha do micro, anotou os dados que eu precisava e foi pro banho sem levar a roupa. Mal comecei a fuçar e notei que o cabo estava desligado e por isso a impressora não imprimia. Problema resolvido esperei ela sair do banho e uma nova cena encantadora aconteceu. Ela volta do banheiro enrolada na toalha e viu que a sua roupa estava na minha mão. Começamos a rir da situação e só então falei que a impressora estava ok, e que o único problema era o cabo. Ela não acreditou e veio confirmar, e ao se abaixar pra olhar atrás da impressora a toalha caiu, deixando-a nuazinha na minha frente. Ela rapidamente virou de costas pra mim encostando na parede pra que eu não visse ela naquele estado. Eu sei que deveria ser cavalheiro e ajuda-la, mas foi tão cômica a situação que eu rí muito e ela também. Em seguida eu disse:
- Na boa, chefinha, mas você tá uma delícia hein! 
Ela riu e mudou de assunto dizendo:
- Então eu fiz você vir até aqui só por causa disso? Me desculpa!
- Não se preocupe!
Estávamos os dois em pé e ao dizer empurrei a cadeira, prendendo a toalha. Ela abaixou pra pegar a toalha e quando estava levantando a toalha caiu novamente, e eu ri da situação. Ela não gostou e olhou pra mim brava e viu o volume na minha calça, pois eu estava de calça social e cueca soltinha, deixando meu pau nitidamente duro com tesão nela. Eu sei que ela estava acima do peso, com estrias, gorduras extras e tal, mas eu nunca tinha visto a minha chefe com aquela bundona nua, lisinha e cheirosa daquele jeito, e como eu gosto de mulher fofinha e mais velha aquilo foi um prato cheio pra me deixar excitado! 
Ela esbravejou e abaixou novamente pra pegar a toalha, e quando ela levantava a toalha caiu novamente no chão. Antes mesmo que eu risse ela virou pra me bater e me empurrou. Eu desabei na cama rindo. Nesse momento ela pulou em cima de mim, dizendo que era para eu parar de rir dela, só que pra isso ela sentou em mim e sentiu meu pau duro bem no meio da sua bunda.
Ela arregalou os olhos assustada, e eu também. Nós dois começamos a suar frio e ela disse :
- O que que faço agora?
E eu sem pensar muito comecei a acariciar seus peitões e logo depois chupá-los. Grandes, macios, deliciosos. Ela estava gostando e começou a rebolar gostoso, se esfregando no meu pau . Eu fui empurrando ela para a beirada da cama, e fiquei em pé. Ela estava de quatro e veio pra trás e começando a esfregar a bunda no meu pau e logo disse:
- Tá esperando o quê? Me come logo! Eu tô explodindo de tesão! Se você demorar eu mudo de idéia!
Nem pensei, baixei a calça e fui colocando o pau na sua grutinha. Estava molhada e quente e ela começou a rebolar. Que delicia. O melhor é que pela manhã parece que o tesão é maior, então ficamos muito tempo trepando. Peguei ela de 4, de ladinho, no “frango-assado”, etc. Depois ela pediu água, literalmente, e eu fui buscar na cozinha. Ela veio atrás por que eu não saberia aonde estava nada. Depois de tomar agua ela olhou pra mim e me vendo “meio vestido”, com a calça abaixada e o pau pra fora, ela veio se encostando e pegando no meu pau. Enquanto acariciava ele começou a beijar meu pescoço e foi tirando a minha roupa. Coloquei ela sentada na pia e transamos gostoso. Ficamos um tempinho descansando na cozinha e então ela desceu da pia e foi me empurrando até o sofá. Que delícia. Comi ela de 4 bem gostoso no sofá. Ela ficou com as pernas bambas e deitou no sofá. Ajoelhei ao lado do sofá e comecei a chupá-la. Seus peitos eram grandes e macios, parecendo almofadas. Ela estava suada e sua pele brilhava. Seus mamilos estavam enormes, parecendo bolinhas de chocolate, e quanto mais eu chupava mais ela se contorcia e gozava. Fui descendo pela barriga, até a sua bucetinha, fofinha e com alguns pelinhos. Tinha um cheiro diferente. Era uma mistura doce (de olho de banho e do melzinho dela) com um cheiro mais forte de porra, tanto dela quanto minha. O sabor era forte, mas gostoso, então eu suguei muito fazendo ela gozar mais uma vez. Ela me empurrou me fazendo deitar no chão e deitou do meu lado. Foi então a vez dela me chupar gostoso, lambendo ele todinho e chupando até as bolas do saco. Que delícia. Eu estava me controlando para não gozar, até que ouvi o telefone dela tocando. Ela se esticou e atendeu. Era a sua filha que já estava no intervalo da aula e ligou pra saber se tinha arrumado a impressora. Ela continuou conversando naturalmente enquanto batia uma punha gostosa. Quando terminou a ligação voltou a me chupar e ainda com o celular na mão fotografou essa chupeta deliciosa, segundos depois eu gozei na sua boca, lambuzando ela todinha.
Ela então explicou que a sua filha logo voltaria e que era pra eu ir embora logo. Tomei um banho rápido, e me arrumei e antes de sair ela me olhou meio desconfiada. Eu disse que era pra ela ficar tranquila que ela me conhecia há muitos anos e que eu não ia falar nada pra ninguém. Me despedi e fui trabalhar.
Mais tarde, recebi uma mensagem dela dizendo que aquela foi uma foda maravilhosa e que ela estava tão desesperada e tanto tempo sem sexo que não conseguiu nem dizer o quanto gostou. Pra fechar ela agradeceu e me presenteou com umas fotos pra eu lembrar dela… AMEI e espero ter essa sorte de visita-la outras vezes.
                           

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Comendo a Gringa Mexicana



    Estava eu em Porto Alegre asssitindo aos jogos da copa 2014 com alguns amigos e na pousada que havia próximo daqui havia uma Mexicana hospedada chamada Susana. Ela era uma mulher com seus 1,65m, magra, com pele branquinha, com belos peitos uma bundinha redondinha e as perninhas grossas, um tesão de mulher.
   Continuando a narrar o ocorrido, Susana estava sozinha na pousada, pois seus amigos já tinham ido embora para a México e ela resolveu ficar alguns dias . Como ela estava sozinha, ela acabou se enturmando em nosso grupo. Na noite do jogo nos reunimos todos num barzinho para fazermos a concentração antes de descermos para a sala onde teria a TV para assistir o jogo, e já com segundas intenções, convidei Susana para irmos descendo para a sala antes do grupo e ela aceitou de prontidão. Até chegarmos ao local do evento, porém quando chegamos na sala 1, que tem menos movimento, interrompemos nossa conversa e já nos agarramos, dei-lhe um beijo gostoso e começamos uma leve sacanagem ainda de roupa, até que nossos amigos começaram a chegar, então interrompemos nossa brincadeira e fomos para o tal evento.
    Lá pelas 3 ou 4 da manhã, depois de muita diversão, bebedeira e sarração entre nós, nosso tesão estava a mil, meu pau já doía dentro da bermuda e ela já com a buceta molhadinha. Foi ai que levei Susana para a sala 3, que era menos movimentada, encontrei um canto um pouco mais discreto, (porem quem passasse prestando atenção veria tudo) e recomeçamos nossa brincadeira no chão mesmo. DETALHE: Eu estava de bermuda(sunga por baixo), aquela altura já sem camisa e de chinelo e ela com um vestidinho e de lingerie por baixo.
  Continuando, ao sentarmos no chão Susana não agüentou e foi logo metendo a mão no meu pau, que aquela altura já saia pela sunga, e começou a punheta-lo e logo depois coloca-lo inteiro na boca e pagar um boquete delicioso, e eu para retribuir dei-lhe uma bela chupada na sua linda buceta vermelhinha e ao mesmo tempo a acariciava com uma siririca.    Lembrando que estávamos num lugar discreto, mas quem passasse prestando atenção veria bem a sacanagem que estávamos fazendo, um belo 69 no chão.
   Depois de um bom tempo de chupação, punheta e siririca no chão resolvemos continuar nossa brincadeira no quarto e assim que entramos já sem a parte debaixo (sunga e lingerie), coloquei Susana em meu colo e comecei a esfregar meu pau na portinha de sua buceta e no seu grelinho sem penetrá-la, esta situação foi deixando-a maluca e ela pedindo para fude-la, aquilo me deixava ainda mais maluco e eu continuava provocando-a, (aquela situação estava uma loucura ela com seu sotaque de gringa pedindo para fode-la que ela precisava de PICA, foi demais). Até que não agüentando mais meti com vontade em sua buceta e a gringa começou a cavalgar que nem uma égua no cio, ficamos nesta posição até ela anunciar que iria gozar, foi quando coloquei um dedo no seu cuzinho e ela se arrepiou toda e começou a tremer de gozar, nesta altura eu já estava enchendo a buceta dela de porra com o dedo em seu cuzinho. Depois de gozarmos, ficamos ainda um pouco no quarto reparando no movimento da rua e percebemos que todos que passavam olhavam e acompanhavam a loucura que estávamos fazendo, apenas nós é que estávamos cegos e não víamos nada a não ser um ao outro.
Depois disso saimos do quarto e fomos continuar nossa sacanagem na pousada, onde arregacei o cuzinho da gringa, e gozei gostoso na boquinha dela. Mas isso é outra historia.

                                                                                  By Krent

                                

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Torcedora da Croácia

       

     Em um dia destes, eu esta no quiosque da praia em frente minha casa e uma loira croata tentou falar algo comigo que eu não tinha entendido nada.
Eu tentava articula com gesto que eu não falava inglês, muito menos aquela lingua tão estranha para mim, mas ela insistia em tentar falar comigo.
Tentei falar espanhol e Alemão, á qual domino um pouco, mas nada dela entender.
Por minha sorte passou uma amiga que comentou que ela estava querendo usar o banheiro e estava tentando saber onde ela poderia usar.
Eu disse que mais a frente tinha um banheiro, mais minha amiga conversando com ela ficou sabendo que o banheiro estava fechado para reformas.
No instante eu recomendei que ela poderia usar o banheiro da minha casa.
Ela disse para mim que sim, mas tudo traduzido por minha amiga.
Despedi-me de minha amiga e levei aquela loira gringa para minha casa.
Naquele instante fiquei pensando que se ela pedisse alguma coisa eu estaria enrolado, pois falar em inglês não é meu forte.
A loira usou o banheiro e quando saiu e lhe ofereci uma cerveja o qual ela aceitou. Convidei-a para sentar um pouco e se refrescar antes de encarar aquele calor que fazia lá fora.
Ela tentou falar alguma coisa o qual eu não entendia, mas ela insistiu em falar e aproximou-se de mim e me deu um beijo na boca.
No instante eu retribui e já fui acariciando aquele belo corpo.
Fui tirando se biquíni e a deixei nuazinha. Fizemos sexo em todos cômodos da casa.
A gringa estava excitadíssima, nada a satisfazia. Cada vez pedia mais.
Eu então resolvi vira-la e arrombei aquele cuzinho, o qual só assim a fez sossegar.
Transamos o dia inteiro e quando me deparei já era noite.
Convidei a gata para ficar ali a noite comigo, ela então ficou e pude leva-la para conhecer vários locais na cidade e quando voltamos continuamos a transar até o dia seguinte.
  descobri depois que ela falava inglês e isso facilitou demais nossa vida, passei o mês inteiro comendo aquela gostosa que adorava sexo anal, ela ainda trouxe uma amiga e aí foi uma loucura total, era uma mais gostosa que a outra.Foi o inicio da minha copa e pelo menos para mim valeu a pena.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Agarrada com Prazer-By Sapinha

Aconteceu no Carnaval de um ano que não vou citar. 
        Eu e uma amiga, que sempre me acompanha em festas, férias nas praias e programas divertidos, a Leninha, fomos ao baile de Carnaval do Iate Clube do Rio de Janeiro. Melhor, impossível. Leninha tem corpo bonito, mas o meu, ela mesma reconhece, é difícil de não ser apreciado pelos mais exigentes. Nossas fantasias, claro, eram de havaianas, são as mais frescas.
        Eu estava com uma havaiana branca, biquíni mínimo por baixo e tiras da saia da fantasia com bastante espaço uma das outras, permitindo que minhas coxas, barriga e traseiro fossem vistas com facilidade. Se já estava contente, a coisa esquentou muito depois que tomamos umas caipivodcas com muito gelo, que desceram muito bem e subiram melhor ainda. Fiquei numa euforia de dar medo, e rápido fui para cima de uma das mesas, rebolando e exibindo o corpão todo, num espetáculo digno de grande estrela. 
        Os fotógrafos de jornais e revistas não perdoaram, foram flashes seguidos durante muito tempo, sem falar numa câmera de televisão que ficou focando minha bundinha muito tempo, que estava num assanhamento de dar medo.   A medida que eu rebolava e requebrava em cima da mesa, minha excitação aumentava muito, já estava muito molhadinha e com o cuzinho louco para ganhar alguma coisa bem grande. Já confessei que adoro, amo o sexo anal, principalmente com membros grandes, mas não exagerados.
        Reparei que a mesa estava mexendo demais, fiquei com medo dela quebrar por causa da farra que eu estava fazendo lá em cima, me exibindo sem a menor vergonha, excitada com o fato. A mesa tremeu mais e olhei para baixo. Era um rapaz bem novo e bonito, agarrado no pé da mesa, sentado no chão e encoberto pela toalha, mas pude ver perfeitamente que ele me olhava como um louco e tocava uma punheta furiosa, estava com o pau duríssimo e pela sua cara, quase gozando. Olhei firme para ele e rebolei mais doida ainda, estava com muita tesão, e queria ver o garoto esporrando ali mesmo naquele monte de gente. Rebolei mais pouco tempo, os seguranças do baile haviam visto toda a cena e me pegaram em cima da mesa, foram meio brutos. O pobre rapaz sumiu carregado por dois ‘armários’, enquanto os seus colegas diziam “vai para a rua, sua puta, isto aqui não é bordel não, vagabunda”, eram rudes mesmo, mas se aproveitaram como quiseram para apertar minhas coxas, bunda e passar a mão na bocetinha.
        Pensei que a minha alegria tinha acabado, ia ser expulsa da festa na piscina do clube, uma vergonha, além de perder aquela oportunidade de ouro. Mas todos dizem que quando uma porta ameaça fechar, abrem duas, e foi exatamente o que aconteceu. Na mesa ao lado da que eu estava dando o meu show particular, estava um homem bonitão, talvez com pouco mais de quarenta anos. Levantou, foi até um dos seguranças, que fiquei sabendo ser o chefe, e disse que iria tomar conta de mim, que eles não se preocupassem. Devia ser muito importante, pois na mesma hora os brutamontes me soltaram, pedindo a ele, meu salvador, que me tirasse dali, haviam recebido ordens da diretoria.
        Fred, seu nome, não se abalou. Segurou firme no meu braço, passamos pela multidão e saímos do recinto. Caminhamos pelas pequenas travessas que têm no clube, e vi que estávamos indo em direção à garagem dos barcos. Estava certa. Fred me deu um beijo e passou a mão no meu seio direito, apertando e acariciando o biquinho. “Para com isso, eu não quero”, falei sem muita convicção, e senti seu braço apertar mais o meu. “É assim que você me agradece?”, perguntou. E quando eu ia responder, levei mais outro beijo, tentei me afastar, ele ficou bravo e me deu um aperto maior no braço. “Vai me dar sim, putinha, vou comer você nem que seja na marra”, mas a esta altura eu já estava totalmente encharcada, corria pouco pelas pernas, estava precisando de um caralho, e agarrei o dele sem a menor cerimônia. Enorme! Duro como ferro, eu fiquei louca, enquanto ele abria sua lancha que estava guardada na garagem do clube, um luxo, tinha tudo lá dentro, mas eu só queria ver a cama, tirei a roupa toda, me agarrei naquele macho decidido, que colocava duas doses de uísque nos copos, bebeu a dele rápido, o pau ficou mais duro ainda e eu comecei a mamar furiosamente, sugando com força, como que quisesse arrancar o caralho com a sucção da boca, ele gemia, me chamava de puta, ordinária, mas não parava de me chupar e beijar todinha, estava tão tarado como eu, dizendo “nunca vi uma mulher com este corpo, vou foder tudo” enquanto eu continuava mamando seu caralho e virei a bundinha para ele. “No cuzinho, putinha? Quer me dar a bundinha, é?”. Não respondi, fiquei de quatro na cama enorme da lancha, e logo sentia a cabeça do caralho forçando a portinha do meu cuzinho largo, que estava ensopado com o suco da xaninha e facilitou a entrada do bicho, que deslizou rápido para o fundo do meu cuzinho acostumado e doido por um pau, querendo gozar com aquela tora dentro, apertando o caralhão duro, ele estava me segurando forte e fodendo cada vez com mais vigor, eu rebolava muito e já tinha gozado fraquinho uma vez, senti que estava vindo um gozo forte, muito forte, empurrei o cu de contra aquele caralho, abria com as mãos as partes da bunda para entrar tudo, estava uma loucura, eu gozeeeiiiiii muitoooooooo, que macho gostoso, sentia o caralho penetrando furiosamente na minha bunda, rebolava mais ainda, escutando “goooza, putinha, gozaaaa, que cu largo gostoso, está me deixando louuuucoo”, até que senti o jato quente de porra inundar meu cu completamente aberto para ganhar aquele pau divino, desmaiei de tão forte que foi o gozo.
        Acordei com o dia claro, com carinhos e uma xícara de café feito por aquele inesquecível homem, que me salvou de uma vergonha e me deu muito prazer.