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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Uma Putinha Enlouquecendo os Pedreiros

    Ela era uma ninfetinha no máximo vinte anos, cabelos loiros até a cintura, bundinha arrebitada, coxas grossas e seios pequenos que nem necessitava usar sutian, ela só usava na praia confidenciou depois.
   Seu bronzeado contrastava com seus olhos de um verde lindissimo e ainda tinha um rosto de menina ingênua que deixava todo mundo louco.
   Trabalhava como pedreiro para me recuperar financeiramente numa época que estava praticamente quebrado e foi ali que conheci essa pequena deusa.Essa menina morava ao lado da obra que eu estava trabalhando e veria ela passar muito pela calçada aqui em frente. Num sábado pela manhã ví ela passando com seu biquini, e deixando além de mim todos os pedreiros enlouquecidos, est´vamos no intervalo e ela entrou no buteco pedindo uma guaraná que foi sugado vagarosamente, após sua saída, a putinha ainda se debruçou sobre uma revistas na banca aqui em frente empinando aquela deliciosa bundinha, foi aí que começei a segui-la e ví que iria pegar um ônibus, subi logo atrás como um verdadeiro tarado, mas ela acabou prensada ficando na frente de um velho com cara de tarado(tambem com aquele corpinho na frente).Notei que o velhinho se encaixava na ninfeta e ela nem bola, comecei a me animar e sutilmente começei a empurrar o velhote ficando em seu lugar e ao me ver a ninfeta suspirou aliviada jogando a bundinha para trás. Com a mão direita espalmei aquele traseiro gostoso e passei a abraçá-la como namorado, ela fez sinal para descermos e entramos num hotel barato aí pude curtir cada pedaço daquela ninfeta, lami, chupei ,meti em cada buraquinho e ela gemia como uma gata no cio, passei a comê-la todos os dias, sendo chamado para sua casa onde faziamos loucuras. Um dia sua mãe nos pegou no momento em que eu comia sua bundinha e aí, ganhei uma amante, a mãe da moça era uma delicia, acabei me mudando para lá e até as empregadas eu comia, me sentia no paraiso...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

119-Parecia Filme-Aniversário no Escritório

   Vivi um dia de Principe com suas escravas sexuais, parecia um filme, foi assim:
 Trabalho em um escritório que só tem mulheres, afinal de contas o dono sou eu e eu contratei todas fui eu e como todos nós temos aquele lado "selvagem", são todas belas mulheres cada uma com seu estilo. Pois bem, era sexta feira e era meu aniversário, mas tinha muito trabalho para fazer naquele dia e acabei recusando convites para sair, teria que ficar preso no escritório mesmo.
   Acordei cedo como todos os dias tomei meu banho , me vesti e fui para o escritório, ao chegar somente as moças da cozinha estavam lá e pedi que me levassem um chocolate quente e algo leve para comer, tipo torrada.
  Minutos depois Janete batia na porta e trazia a bandeija com o que eu pedira, notei um sorriso sacana em seu belo rosto de mulata, sorriso lindissimo, corpo escultural e aquele arzinho de safada, vestia aqueles uniformes tipicos de copeiras, tambem escolhido por mim, era preto, justo e marcava bem aquele corpaço. Ela me serviu, ficando parada ao meu lado na mesa, enquanto ela servia, afastei um pouco a cadeira para ter a visão de seu corpo e começei a alisar suas belas pernas. Janete sorriu e disse que lembrava que era meu aniversário, dizendo isso se apoiou na mesa bem na minha frente e puxou o uniforme e surgiu aquela bunda que eu costumava comer toda a semana, beijei aquele bundão e ela se virou ficando de joelhos, abriu minha calça, tirou meu sexo para fora e chupou com muita delicadeza, ficou assim alguns minutos, até que bateram na porta, ela se ajeitou, me deu um beijo e deu os parabens e saiu com a bandeija.
  Quem batia na porta era Darlene, moça recém contratada e que costumava chegar cedo, ela veio em minha direção com um sorriso malicioso, sentou em minha mesa, abriu as pernas e percebi que estava sem calcinha, sorri e perguntei se aquilo era meu presente, caí de boca naquele sexo jovem e perfumado, ela se atirou para trás na mesa quase derrubando meu chocolate quente, me levantei e como já estava com o sexo de fora mesmo oferecí para ela, era a primeira vez de Darlene comigo e eu estava achando o máximo, ela chupou deixando bem babado, puxei ela pra mim e meti em seu sexo, ela gemia baixinho, quase gozei, ela se levantou e foi trabalhar, aproveitei para comer a torrada e tomar o chocolate, chamei Janete para buscar o prato e o copo, mas quem veio foi Anita, a nova copeira, e eu nem tinha me ajeitado ainda da aventura anterior, ela deu a volta na mesa mostrando aquela bunda gostosissima evidenciada pelo uniforme que ao contrário do de Janete era branco e levemente transparente, notei a pequena calcinha e fiquei louco, levantei e perguntei se ela sabia que era meu aniversário e ela respondeu que era por isso que estava ali, me deu um beijinho no rosto e eu a abracei, aproveitei para colocar as mãos em sua bunda, ela me olhou nos olhos e disse que seria meu presente, levantei o uniforme, tirei sua calcinha, coloquei no bolso do terno que eu ainda vestia e pedi que ficasse de quatro no sofá, que visão, peguei na gaveta meu tubo de vaselina liquida e fui atacar aquele rabinho, ela gritou alto e depois começou a gemer gostosamente, enquanto eu massageava seus seios, nessa hora gozei. Darlene foi embora perguntando se poderia voltar no final da tarde, respondi que sim e fui ao banheiro me limpar, tirei a calça e a cueca, ficando semente com a camisa, o terno eu tirei um pouco antes de Darlene ir ao sofá.
   Enquanto estava ali no banheiro nem escutei quando Wanda entrou e estava me olhando, ela tinha intimidade e nem batia mais na porta, ela estava divina como sempre, com uma blusa decotada que evidenciava seus belos e grandes seios e usava uma minissaia que mostrava suas belas pernas e era do tipo que nem precisava usar meias, suas pernas eram bem torneadas e bronzeadas, era do tipo coxuda, gostosa em todos os requisitos, Wanda entrou no banheiro para me dar os parabens, me abraçou por trás encostando aqueles peitões em minhas costas, aproveitei para tirar a camisa e a gravata e ela começou a alisar meu peito, inevitavelmente fiquei excitadissimo e me virei, wanda se ajoelhou e abocanhou meu sexo como só ela fazia, uma delicia de mulher, minha putinha, era como eu a chamava nessas horas, Wanda já tinha mais de cinquenta anos mas era muito gostosa, o que nós não esperávamos é que renatinha , a filha de Wanda , estava na sala e só nos olhava de longe, estava com vinte e poucos anos e era tão gostosa quanto a mãe putinha. Renata me cumprimentou e pediu licença para a mãe e caiu de boca tambem, agora eu tinha mãe e filha me chupando, Wanda levantou me deu um beijo na boca e disse que voltava mais tarde, Renatinha então pediu que eu fechasse a porta, foi o que fiz, ao voltar Renatinha estava só de calcinha me esperando, pedi que me abracasse, apertei aquela bunda, chupei aqueles peitões, tirei sua calcinha, chupei aquele sexo e pedi que ela me cavalgasse, ela rebolava sensualmente enquanto eu massageava seus seios, que balançavam lindamente. Por fim não podia deixar de comer aquela bundinha e lá fui eu buscar minha vaselina, acabei inaugurando aquele rabinho e ganhei o melhor dia de aniversário de minha vida, e o trabalho que estava atrasado não foi entregue, tive que trabalhar no final de semana, o problema é que as copeiras estavam lá, mas isso é outra história..

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Despedida de Solteira-118



           Estava de férias pelo nordeste e só curtia a piscina do hotel depois de ter passado a semana inteira na beira da praia quando ví três mulheres sensacionais que olhavam para mim e sorriam, até olhei para trás para ver se era alguem atrás de mim mas não, era comigo mesmo. Fui ficando curioso com aquela situação, até que ela se aproximaram e foram se apresentando e aí confessaram o porque dos risinhos. Elas estavam preparando uma festa de despedida de solteira para uma amiga que casaria naquele final de semana. Curioso perguntei porque eu era o escolhido e elas disseram que eu era diferente dos "locais" por ter a pele clara e não ser moreno como era o mais normal naquela cidade. Aceitei e para minha surpresa a festa seria ali mesmo naquele hotel e a noiva não sabia de nada, queria apenas aproveitar o último dia de solteira.
   Elas então pegaram meus dados pessoais e disseram que me ligariam à noite para que eu subisse no quarto da noivinha. Antes delas sairem perguntei quem era a noiva e como ela era fisicamente, óbvio que eu não queria cair numa grande roubada e comentei que se fosse tipo elas, as amigas, para mim estava ótimo, elas disseram que sim e que ela era muito assediada por onde passava, então elas sairam e eu fiquei ali só pensando como seria aquela noite.
   Por volta das oito da noite elas me ligaram e disseram que estavam na suite presidencial o que evidenciou que se tratava de gente importante, afinal de contas aquele hotel era cinco estrelas.Ao entrar na suite percebi alegremente que estavam ali talvez as mais belas mulheres daquela cidade, todas bem vestidas com vestidos decotados colados nos corpos quase que esculturais, eram cerca de doze mulheres, todas morenas e confesso que de rosto nenhuma chamava muito a atenção.mas os corpos eram um melhor que o outro, algumas mais animadas vieram me cumprimentar, pois já sabiam da sacanagem, uma delas chegou a dar uma lambida em minha orelha confessando que sentia inveja da noiva, outra não se conteve em só me abraçar e deu uma apertada no meu pau já duro com aquela situação um tanto inusitada, outras apertaram minha bunda e depois de me sentir um pouco constrangido fui me soltando e conversando animadamente com todas. Em certo momento aquela que havia segurado meu pau me puxou para um local mais reservado e disse que precisava ver meu pau,, e é claro que botei pra fora e ela gulosamente caiu de boca dando uma bela mamada, mas foi logo repreendida por outra que disse que aquilo não era certo, o presente era para a noiva, a primeira então voltou para a sala e esta que deu a bronca, me olhou nos olhos e disse que olhando meu pau ficou com vontade de chupar tambem e eu disse fique a vontade e láse ajoelhou mais uma beldade que ao ficar em minha frente revelou belos seios por trás do decote profundo, enchi a mão num daqueles seios e pedi para dar só uma chupadinha naqueles mamilos e ela respondeu que sim mas por favor bem rapidinho que eu só vim te buscar para te levar até a noiva que já estava no quarto, perguntei se poderia encontra-la depois e ela sorridente disse: -claro que sim, depois da noiva sou a primeira da fila.
   Fui então encaminhado até o quarto e lá estava a noivinha só de camisola com uma lingerie por baixo que revelava um corpinho bem gostoso, seios grandes, bunda arrebitada, coxas grossas e uma cara de safada. Beijei sua boca e disse um "oi", ela sorrindo me puxou para cima dela, pedi que eu tirasse suas roupas e fui tirando sua camisola, seu soutien, sua calcinha e parti para o sacrificio e comecei a chupar aqueles belos seios enquanto deslizava minha mão para seu sexo, senti suas coxas tremerem de tanta excitação, fui para cima dela, abri suas pernas e meti bem devagar, ela gemeu alto e mordeu meu ombro, meti muito e à fiz ficar por cima para rebolar no meu pau e ela era boa nisso ela sorria e rebolava, pensei que se era para ter prazer que fosse completo então pedi que ela me chupasse, ela fez , então pedi que ficasse de quatro e comi aquele cuzinho apertado até gozar, ela gritava de prazer e pedia mais e mais, ficamos ali por horas e quando ela foi dar um cochilo aproveitei para ir ao banheiro e me surpreendi ao ver que as amigas ainda estavam por ali.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Uma Babá de Volta-117


      Minha vida andava monótona, trabalho para casa, casa para o trabalho, sempre nessa rotina, nada de novo e o pior não tinha conseguido sair da casa de meus pais, quase trinta anos e eu lá morando com eles.
   Um dia ao chegar do trabalho encontro na sala uma morena lindissima, gostosa, que me recebeu com um lindo sorriso e veio me abraçar, aproveitei e abraçei forte aquela mulher que eu nem sabia quem era.
   Foi quando minha mãe, quase me despertando de um sonho acordado me disse, esta aí era tua babá quando tinhas dez anos, foi aí que me lembrei, era Anita, que me cuidou dos cinco aos treze anos e que havia sido musa de minhas primeiras masturbações, lembrei que um dia eu estava no quarto sozinho em casa, nem tinha visto Anita por ali e comecei a me masturbar quando ela entrou no quarto e ficou me olhando. Dei um pulo, escondí o pau mas Anita sentou em minha cama e disse que se eu quisesse ela me ensinaria a ter prazer.... mais uma vez minha mãe me chamou a atenção e esqueci as lembranças. e voltando aquela visita inesperada, Anita disse que estava sem dinheiro e não poderia voltar para sua cidade no interior. Então minha mãe à convidou para dormir lá em casa, aqui em casa cada um tem seu quarto, Anita acabou dormindo na sala.
   No meio da noite fui tomar uma água e ao passar por Anita tive que ficar olhando aquela beldade esticada no sofá, ela dormia profundamente com uma camisola curta tipo baby-doll, e estava com uma calcinha cor de rosa toda enfiada naquele bundão gostoso, meu pau endureceu na hora, me aproximei e começei à alisar aquelas pernas, aquela bunda grande e macia, enfiei o dedo em seu cuzinho, toquei sua bucetinha, beijei aquela bunda, me levantei e fui tomar minha água, minha mãe poderia acordar à qualquer momento e eu estava prestes a fazer uma loucura. Ao voltar, Anita tinha se virado, estava agora com os seios de fora, seios pequenos mas muitos gostosos de se ver, fui até ela de novo e começei a tocá-la de novo. Alisei aqueles biquinhos, e me arrisquei a chupar um a um, eu chupava e passava a mão de leve sobre sua calcinha, tocando aquela bucetinha que devia ser gostosissima como todo o resto, er abem cabeluda e aquilo foi me dando um tesão cada vez maior. Afastei um pouco a calcinha e começei a brincar com aquele grelinho, Anita foi ficando molhadinha, tentei tocar seu sexo com a lingua e lambi de leve aquela fruta deliciosa.
   ouví um barulho vindo do quarto de meus pais, me levantei  e fui para meu quarto, onde começei a me masturbar, pensando naquela delicia.
   Estava quase gozando quando ví um vulto passar no corredor, era anita, que tinha ido ao banheiro, esperei ela retornar e à chamei para uma "conversa", ela veio e sentou ao meu lado na cama e perguntou: o que meu patrãzinho precisa? Tomei coragem e disse que queria um beijinho, ela prontamente beijou minha boca, mas eu respondi que não era na boca que eu queria o beijinho, e então baixei minha cueca com o pau durissimo na mão disse: -é aqui que eu quero um beijinho, ela me olhou com uma cara de safada e caiu de boca chupando como se fosse um delicioso picolé. Depois de muito chupar ainda com aquela cara de safada ela perguntou se era só aquilo que eu queria e eu obviamente disse que queria vê-la de quatro na minha cama, empinando aquele rabo gostoso, levantei e fui trancar a porta do quarto e ao me virar tive a melhor visão de minha vida, aquela deusa de quatro na minha cama, com a calcinha ainda enfiada na bunda, tirei aquela calcinha e meti naquela bundinha, depois de "untar" todo aquele cuzinho. Comí Anita todos os dias em que esteve aqui em casa, ela acabou ficando um mês inteiro, e confesso nunca mais ví uma bundinha daquelas assim á minha disposição.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma "Inocente" Carona-116


      Aconteceu essa semana, fui levar minha esposa para visitar seus pais no interior, e lá pelas 13 horas entramos numa cidadezinha no caminho para almoçarmos e enquanto esperávamos uma mesa no restaurante minha esposa começou a conversar com uma mulher que tambem esperava uma mesa, descobrimos que ela iria para o mesmo local que nós e oferecemos uma carona, ela contou que iria visitar sua irmã, deixamos ela em um ponto de ônibus logo que chegamos.
   No dia seguinte lá pelas 10 da manhã começei minha viagem de volta e ao passar pela rodoviária lá estava nossa nova amiga, fiquei admirando aquela bela mulher de corpo bem torneado, coxas grossas seios grandes e uma bunda arrebitada. Ela ficou surpresa ao me ver e eu disse que estava voltando e poderia lhe dar uma carona e ela aceitou mais uma vez. Durante a viagem ela confessou que seu casamento não estava indo bem, pois seu marido viajava muito e preferia sair com os amigos do que com ela.Ao terminar essa confissão ela com uma lágrima no olho disse que estava muito carente e ao dizer isso apoiou a mão em minha perna.Eu por minha vez aproveitando que ela vestia uma mini saia acabei acariciando suas belas pernas sem encontrar resistência, ela elogiou meu toque e disse que minha mão era macia, foi aí que comentei que era massagista nas horas vagas e que qualquer hora lhe faria uma bela massagem, ela respondeu que poderia ser naquele dia mesmo e sugeriu que fôssemos à um motel na beira da estrada mesmo, nossa, meu pau parecia que iria furar as calças e obviamente mudei o trajeto para o motem mais próximo. Entramos já tirando nossas roupas e trocamos muitos beijos, ela aproveitou os beijos e foi descendo e deslizando por meu corpo até abocanhar meu pau durissimo, parecia que iria engolir todo, chupava as bolas, a cabeça, como alguem que há muito precisava daquilo na boca.Quase gozei , mas resolvi adiar e puxei ela e parti para seus belos seios que não cabiam em minhas mãos pelo tamanho, confesso que poucas vezes tive uma mulher com seios tão grandes e firmes ao mesmo tempo., suguei um a um, desci e caí de boca naquela bucetinha sedenta de lingua e pau. Em pouco tempo ela gozava gemendo de prazer e era lindo ver aquela linda mulher sentindo muito prazer, principalmente porque era comigo.Descansamos um pouco e começamos tudo de novo e enfiei muito naquela bucetinha gostosa e quase virgem , ela me confessou que não dava há alguns meses, gozamos juntos gritando muito(confesso que eu nunca tinha sido escandaloso assim). Tomamos um banho, almoçamos e seguimos viagem , agora como namorados, à noite nos encontramos de novo e fomos direto para um motel  e de cara fizemos um 69, que delicia aquela mulher, chupava como ninguem e tinha uma bucetinha gostosissima parecia que tinha sido feita para ser chupada.Foi então que ela me surpreendeu e eu tive certeza que seu marido era um trouxa ou veado mesmo, ela disse que gostaria de ser enrabada pois seu marido nunca quis comê-la assim e ela tinha muita curiosidade, que sacrificio, tive que realizar aquele desejo.Ela ficou de quatro com aquele rabão à minha inteira disposição e eu lubrifiquei bem aquele buraquinho e meti bem devagar, ela delirou, chorou, gritou e pediu mais, gozei muito naquele rabinho e acabamos dormindo ali mesmo. Pela manhã acordei com ela me chupando e fingi que ainda dormia só para curtir aquele momento, comí ela de novo de tudo quanto era jeito e fomos embora, nunca mais à ví, infelizmente, mas talvez ela leia esse conto e lembre de mim.