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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Meu Aluno Novo Me Comeu-By-Sapinha



   Moro em vila velha-Es e decidi me matricular em uma academia a fim de malhar um pouco, poder cuidar mais do corpo já que passo o dia todo em um escritório, decidi então pesquisar varias academias e em uma delas quem me atendeu foi Simone, uma loira bonita dona de um corpo delicioso pernas grossas  e gentil.
disse a ela que estava procurando uma academia para poder malhar mas que tinha problemas com horários que nem sempre poderia manter um horário fixo e ela se prontificou a me ajudar falou que eu poderia contar com ela e que ela teria total disposição de qualquer horário para mim então falei se poderia ser bem cedinho ela falou pode sim pode ser antes de eu abrir a academia posso vim num horário de cinco horas da manha dai você poderá malhar já que é o único horário que você pode vou te ajudar então me empolguei e logo me matriculei em sua academia ainda mais porque Simone era muito gostosa e adoraria passar alguns momentos ao lado daquela delicia marquei de começar as aulas no dia seguinte de manha ela disse que iria ela mesma me dar aulas e me auxiliar no que fosse preciso.
    No dia seguinte cheguei logo cedinho na academia Simone já estava me aguardando ela estava tremendamente gostosa estava com uma calça branca coladinha ate meio transparente fiquei doido ela já foi logo falando que para dar inicio à aula primeiro teria de fazer um alongamento para relaxar os músculos eu nem conseguia me concentrar direito pois prestava mais atenção em seu belo corpo e Simone sempre gentil vinha me ajudar entre um movimento e outro sentia o leve toque de suas mãos no meu corpo nossa me deixava louco fiquei de pau duro quando Simone bem na minha frente se abaixou para alongar o corpo abaixando e tocando com a mão seus pés sem dobrar os joelhos nossa fui a loucura ela percebeu e foi profissional falou vamos lá tua vez e entre um exercício e outro as vezes eu ficava bem próximo aos seus seios nossa vou te falar são lindos uma delicia eu então comecei a puxar conversa sobre sua vida perguntei se ela era casada ela disse que era sim então falei nossa teu marido é um cara de sorte ela apenas sorriu e perguntou se eu era casado disse que não que era divorciado que meu casamento não teria dado muito certo ela por um minutos ficou em silencio então mudamos de aparelho então tive uma oportunidade que poderia ser única de dar uma bela encoxada naquela delicia sentir sua bunda encostando no meu pau aproveitei então a situação ela ficou um pouco sem graça mas não falou logo terminamos nossa primeira aula então fui ao vestiário tomei um banho e fui me despedir de Simone então fui ate um pouco ousado coloquei uma das mãos em sua cintura bem próxima da sua bunda dei um beijo em seu rosto e disse ate amanha Simone ela sorriu e disse te espero amanha não via a hora de terminar o dia e a noite para poder passar alguns momentos perto daquela delicia mesmo sabendo que Simone era casada e tinha sido muito profissional eu tive uma grande atração por ela no dia seguinte lá estava ela com um lindo sorriso no rosto me recebeu muitíssimo bem então foi mais uma aula deliciosa eu perguntei se ela não estaria afim de tomar um café comigo após a aula ela topou fomos à uma lanchonete perto da academia conversamos bastante e ficamos bem amigos os dias foram se passando e cada vez mais eu me interessava mais por Simone ela também demonstrava um certo interesse pois sempre dava alguma encoxada nela ela não recuava então um dia eu falei a ela que estava gostando muito de estar com ela ali todas as manhas e que ela me fazia muito bem ela disse que também gostava de estar ali comigo pois sempre a gente conversava muito então meio que sem pensar acabei beijando Simone ela correspondeu ao beijo mas logo ela falou não posso sou casada eu falei para ela eu sei mas você não gostou você não quer ela disse gostei sim querer eu quero mas.... sou casada então me aproximei novamente e beijei novamente sua boquinha deliciosa e fui me aproveitando daquele corpinho delicioso deslizando minhas mãos por suas costas ate chegar em sua bunda e aperta lá de encontro ao meu corpo ambos com a respiração ofegante loucos de desejos um desejo proibido mas gostoso logo ela novamente disse não podemos vamos com calma terminamos a aula fui tomar meu banho e ao me despedir dela ela ao deu um sorriso e quando fui beijar seu rosto ela me segurou no rosto e me deu um beijo na boca.
eu e Simone passamos a nos relacionar melhor sempre nas aulas rolava sempre alguns beijos encoxadas e assim vai certo dia ela terminou a aula mais cedo também não perguntei o porque fui para o vestiário entrei no chuveiro e de repente ouvia a voz de Simone dizendo posso tomar banho com você nossa mais que depressa disse sim vem meu amor ela então tirou sua roupa veio em minha direção toda nua que visão incrível que delicia de mulher então começamos a nos beijar fui beijando seu pescoço fui descendo ate seus peitinhos passando a língua nos bicos de seus peitos que estavam durinhos de tesão comecei alisar sua bucetinha Simone gemia muito cada vez mais comecei a passar meu dedo em seu grelinho e chupando seus peitinhos virei-a de costas para mim me levantei encostei meu pau duro em sua bunda ela foi rebolando eu mordi de leve sua nuca passei a língua na sua orelha e desci com a pontinha da língua no meio de suas costas ate chegar na sua bundinha gostosa então comecei a passa a pontinha da língua em seu cuzinho ela gemia e piscava seu cuzinho na minha língua então desci a língua mais um pouco e comecei chupar sua bucetinha Simone gemia alto e dizia vai gostoso me chupa gemendo muito ela falou vou gozzzzzzzzzaaaaaaaaaaa nossa Simone rebolava na minha língua e gozou gostoso me levantei dei lhe um beijo e Simone rapidamente abaixou se e começou a passa a língua no meu pau e abocanhou ele de uma só vez chupou muito gostoso quando eu senti que ia gozar pedi para ela  aquela bucetinha deliciosa então Simone se levantou encoste-a na parede de costa para mim coloquei meu pau na entradinha de sua bucetinha ela então veio rebolando e fazendo meu pau entra todinho na sua bucetinha
nossa que delicia de buceta molhadinha apertadinha ela gemia muito e mais uma vez Simone gozou gemendo e gritando muito que delicia de loira então Simone de repente me pediu come meu cuzinho come gostoso vem então ela abriu seu cuzinho e eu encostei meu pau na entradinha ela pediu amor vai devagar amor eu disse tudo bem amor meu pau estava todo melado pois sua bucetinha estava encharcada já tinha gozado duas vezes fui empurrando aos poucos meu pau naquele cuzinho gostoso e apertadinho Simone gemia rebolava e pedia me come come meu cuzinho seu puto ai ta me arrombando meu pau foi entrando lentamente ate entra tudo então fiquei alguns segundos paradinho para ela se acostumar ate que ela pediu mete gostoso mete com força na tua putinha vem comecei a meter bem forte no seu cuzinho ela de pé encostada na parede gemendo muito não demorou muito ela anunciou q iria gozar novamente seu cuzinho ficava piscando no meu pau nossa que delicia logo senti que iria goza então ela disse goza amor enche o cuzinho da sua putinha de porra vai gostoso não demorou gozei muito naquele cuzinho gostoso ela gemendo muito ficamos agarradinho ate meu pau sair lentamente de seu cuzinho e minha porra escoria por suas pernas ela se virou de frente para mim começamos a nos beijar ficamos assim por um momento então terminamos nosso banho e marcamos para nos encontrar a noite mas isto eh outra historia que eu ou Simone contara para vocês beijos e abraços.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Marcinho e Sua Mãe




     As formosas pernas se esticaram lentamente, enquanto a suave seda as cobria pouco a pouco. Sentada na cama, Clara se deixava levar pela gostosa sensação de prazer que o deslizar das meias por suas pernas torneadas. O roçar do tecido enchia-a de prazer, do gozo, da sensação de uma mão acariciando-a, deslizando pela parte interna de suas coxas.
Fechou os olhos para desfrutar um pouco mais da suavidade que deslizava por seu corpo, acariciando, apertando seus músculos e eriçando seus finos pelos dourados e por fim quando a ajeitava no quadril, sentia sua vagina ser apertada e acariciada pelo tecido que separava suas carnes deliciosamente. Era uma sensação indescritível, fazendo com que apesar de ter terminado de banhar-se há instantes, sentisse calor, um fogo que subia de suas pernas e irradiava por todo seu corpo, concentrando-se em lugares estratégicos de sua anatomia que respondia, arrepiando-se, intumescendo os mamilos e molhando o fundo da recém-colocada calcinha.
    Levantou-se e perfilou-se diante do espelho, admirou a imagem que via uma mulher bonita, de estatura mediana, pernas torneadas, um rosto bonito de lábios carnudos e sugestivos. Seu olhar era ao mesmo tempo desafiante e tímido. Seus cabelos eram negros e deslizavam até a metade de suas costas. Seus seios eram turgidos, firmes, com grandes aureolas e mamilos proeminentes, que se eriçavam ao menor tato, mostrando a quão intensa era essa mulher. Era e sentia-se uma mulher sedutora, atraente, capaz de proporcionar delicias e prazeres a qualquer homem e era certo que não lhe faltavam admiradores.
    Entretanto, a solidão era sua companheira.
Completaram-se dois longos anos os quais não havia mantido relação sexual com homem algum. Muitos haviam proposto e se candidatado, oportunidades não foram poucas, contudo em nenhuma delas chegou até a cama. Em seu íntimo algo a impedia de voltar a aceitar um homem em sua cama. Era como se o pai de Marcinho a houvesse marcado definitivamente, não que tivesse sido algo tão especial em sua vida ao ponto de viver presa às sua recordação. Ao contrário, as recordações lhe mostravam que não sentia mais nada pelo mesmo, nem como amante ou mesmo como o pai de seu filho. Não realmente ele não era a causa do problema, nesse ponto que residia sua inquietação.
    Porque não conseguia levar adiante uma relação com outro homem? Porque esse temor de entregar-se fisicamente, se o sexo a atraia tanto? Se era capaz de fantasiar e se masturbar sozinha, alcançando o prazer total, porque não conseguia fazer realidade a essas fantasias?
    Enquanto pensava nessa gama de perguntas sem respostas, suas mãos acariciavam seus seios, erguidos, brancos e venosos, desafiante. Gostava da aparência dos seios, como eles se mostravam como eram capaz de atrair os olhares e o desejo dos homens e de muitas mulheres também. Sorriu ao pensar nessa segunda opção. Não era lésbica, mas não deixaria de se envolver com uma bela mulher e com a mesma conseguir dar e receber prazer, já havia feito isso e atualmente, possuía uma amiga que ocupava um pouco de sua solidão.
    Esse formoso corpo que exibia diante do espelho, era desfrutado por Sandra, colega de trabalho. O relacionamento já durava mais de um ano. Elas desfrutavam do corpo uma da outra. Seu relacionamento era franco e ambas se complementavam. Tudo havia começado no dia em que Sandra foi admitida na empresa e no setor em que trabalhava. Um primeiro olhar e sorriso já havia dito tudo, se olharam nos olhos, final do expediente, uma parada numa lanchonete próxima, duas bebidas e se fundiram num beijo alucinado e apaixonado, dando assim inicio a um romance que as havia unido permanentemente. Mas ainda assim sentia a falta de um homem, de um macho entre suas pernas, dentro dela, arremetendo-se em suas entranhas, preenchendo seu canal com sua lança de carne pungente e aquecida.
Decidiu colocar um sutiã negro, fazendo jogo com a pequena calcinha que havia escolhido para usar nessa noite. Lentamente cobriu seus seios, cujos mamilos estavam eretos e intumescidos devido às caricias. Se aproximou da calma e pegou a calcinha, deslizando-a primeiro por uma e depois pela outra perna. O jadear de sua cintura ao puxar a prenda para cima foi um movimento de dança sensual. Foi ajeitando a calcinha em seu quadril, acomodou-a em suas nádegas, de modo que ficassem bem posicionadas e por fim a ajeitou na vagina e no monte de Vênus, fazendo com que a mesma abrisse o vale que existia entre os grandes lábios de sua vagina, marcando-os definitivamente. Voltou a acomodar-se diante do espelho e novamente apreciou a imagem que via, era uma bela mulher e estava linda. Calcinha, sutiã e meias de seda. Era um conjunto digno de se apreciar, uma beleza impressionante.
    Novamente um pensamento rondou seu cérebro: Uma pena nenhum homem desfrutá-lo!
Separou as pernas e passou a mão no vale existente entre elas, acomodou a calcinha, fez uma caricia com o dedo maior, que deslizou entre o tecido e suas tenras carnes. Fechou os olhos fazendo um esforço hercúleo para resistir a continuar se acariciando e então retirou sua mão, dando fim à tentação. Terminou de vestir-se, colocando uma saia e uma blusa, perfumou-se, fez uma rápida e suave maquiagem, completando assim sua aparência. Estava vestida para matar.
Marcinho escondido atrás da porta entreaberta se retirou silenciosamente, buscando não delatar sua presença, contudo, sua mãe percebeu a tênue sombra que se afastava deslizar pela parede.
Clara sorriu satisfeita.
       
    Há quase dois anos percebeu que seu filho a espiava.
Primeiramente foi uma intuição. Quando saia do banho e se dirigia a seu quarto para vestir-se, passou a sentir uma sensação estranha, como se estivesse sendo vigiada, a presença de alguém ou alguma coisa próxima. Depois, passou a perceber a presença atrás de sua porta, entreaberta, sendo observada pela fresta do lado das dobradiças, enquanto ela soltava a toalha que envolvia seu corpo nu, compreendeu imediatamente de quem era a presença que a inquietava.
Sua primeira reação foi tapar-se e chamar sua atenção, contudo desistiu de assim proceder evitando causar um trauma na psique de seu filho e então vestiu-se rapidamente. Enquanto se dirigia ao trabalho, pensava naquela situação e meditou sobre o acontecido. Decidiu não comentar o assunto, queria saber até onde iria chegar aquele jogo.
Durante todo o dia pensou naquele assunto e à noite, na solidão de seu quarto, percebeu que se sentiu atraída pela atitude de seu filho perante ela e pensou nas diversas razões que levaram seu filho a espiá-la.
Tanto tempo sem sexo a haviam transformado em uma viciada em fantasias. Passou a usar a internet para ler contos eróticos e a ver filmes adultos e fantasiar com eles. Cada vez que visitava as paginas, aumentava a coleção que a ajudava a suportar as noites de solidão em casa. Imaginava várias situações, cada uma mais atrevida que a outra. Mas nunca conseguiu realizar essas fantasias e as levar para a vida real, a entregar-se de novo a um homem. Essas fantasias solitárias aumentaram seu desejo por sexo, um sexo que não se atrevia em transformar em realidade.
    Como havia dito essas fantasias eram cada vez mais atrevidas, imaginava situações cada vez mais escabrosas, que a faziam viver experiências incríveis com homens dotados de membros descomunais; se entregando a vários homens ao mesmo tempo, ou com uma ou mais mulheres e até mesmo com um cachorro, em locais públicos, como cinemas ou estacionamentos, praças escuras e mesmo elevadores travados entre dois andares. Eram fantasias comprometedoras que se conhecidas destruiria sua reputação tanto em casa quanto no trabalho.
    Um dia abriu uma pagina de contos eróticos e entre os contos lançados um chamou sua atenção, o titulo dizia; “O Despertar do Desejo” e estava na categoria de incesto, relutou em ler o conto, fechou o site, desligou o computador e se fechou em seus pensamentos. Nunca havia sido atraída por esse tipo de conto, inclusive os evitava, mas ao abrir a página e deparar com esse titulo logo na primeira linha, causou um reboliço em suas convicções.
No dia seguinte, abriu o conto e começou a ler, sentiu-se envolvida com a estória, em como a relação entre a mãe e o filho começou, lembrou-se dos ocorridos entre ela e seu próprio filho que a vigiava e com certeza se masturbava pensando no que via, quando a espiava trocando de roupa. Começou a pesquisar o assunto e viu as artimanhas que as mães usavam para seduzir os próprios filhos e essas situações passaram a atrai-la de forma indelével e ininterrupta.
    Essa foi uma das razões que a impediram de interromper a atividades voyeristas de seu filho, ao contrário sentiu-se atraída com a ideia de atentá-lo, excitá-lo e assim, passou a agir de forma a aumentar ainda mais o desejo do filho e se mostrar cada vez mais sedutora diante dele. Marcinho por sua vez, passou a não se esconder tanto, ao perceber que sua mãe fazia o espetáculo ciente de que era observada por ele. Eram verdadeiros shows de vestir-se e desvestir-se. Tinha o especial cuidado de deixar a porta entreaberta e de ficar exatamente no ângulo correto de visão, seus movimentos eram sensuais, sinuosos, intensos de erotismo. Em várias oportunidades experimentava várias lingeries apenas pelo prazer de colocar e tirar as peças e se sentir observada.
    Tinha certeza absoluta que Marcinho batia punhetas em sua homenagem.
    Em várias oportunidades, mostrou-lhe o corpo completamente despido, enquanto tomava banho e mesmo quando usava o sanitário, fazia questão de que sua xoxota ficasse bem aparente e se secava em câmara lenta. Tudo isso para excitar seu filho.
Marcinho também passou a agir de modo a conseguir ver os atributos da mãe. Se posicionava de modo a ver de frente suas pernas e com sorte sua calcinha quando cruzava ou descruzava as pernas, ou olhar dentro de seu decote. A espionagem de Marcinho não se limitava ao banho e ao quarto nas trocas de roupas, ele passou a buscar outras oportunidades, seguia-a por todo lado quando estavam juntos em casa, atento a um descuido de sua parte ao sentar-se ou mover-se, abaixar-se para pegar algo caído ao solo e mesmo abrindo uma gaveta mais baixa e assim descobrindo partes de sua formosa anatomia.
    E ela se prestou de forma objetiva nesse jogo, permiti-lhe ver seus seios, suas coxas, suas nádegas e outra parte qualquer que deixava visível “por descuido”.
Nesse dia em especial estava mais disposta a participar do jogo que das vezes anteriores, estava particularmente excitada e assim, demorou-se mais tempo em trocar de roupa, experimentou duas ou três calcinhas e por fim decidiu-se a não usar o sutiã e colocou uma calcinha que deixava sua bunda completamente exposta, tudo isso tapados por uma fina blusa de malha quase transparente e um short de malha que usava normalmente para dormir, bem larguinho nas pernas e justo no traseiro, desenhando assim o rego de sua bunda. Ao final, percebendo que seu filho havia terminado sua observação, intuiu que o mesmo se trancaria no quarto e se divertiria sozinho, numa punheta feroz em sua homenagem.
   Esperei alguns momentos e me aproximei sigilosamente do quarto de Marcinho e escutei seus gemidos afogados, tentando dissimular e não fazer barulho, não tive duvidas do que fazia sozinho ali naquele quarto e me excitou ainda mais saber que eu era a causadora, a protagonista daquela guerra. Minhas mãos tocaram minha vagina e a acariciei, quando senti que meu filho estava gozando, um espasmo e um poderoso orgasmo me fizeram segurar e apoiar nas paredes para não desmoronar no chão.
Fiquei excitada durante todo o dia e não pude tirar da cabeça os sons e a imagem de meu filho se masturbando e me desejando como mulher. Eu não tinha nenhuma duvida que a excitação produzida por mim fizesse com que o desejo de meu filho crescesse e ele passasse a me enxergar como um objeto sexual.
Eu queria vê-lo desnudo, na cama e assim, me aproximar e tocar seu cacete, que vi quando entrei de surpresa em seu quarto e o flagrei vestindo-se. Ele procurou ocultar seu membro, mas sua rapidez não foi suficiente e pude apreciar o volume e potencia da arma que meu filho carregava entre as pernas. Em seus dezoito anos ele possuía um instrumento de homem adulto, não era mais meu filhinho e sim um varão potente, um macho pleno, no auge de sua potencia e virilidade.
Essa ideia de vê-lo desnudo, me excitou incrivelmente e essa noite, na solidão de meu quarto, fiquei pensando em meu filho e em seu cacete, imaginando o que ele seria capaz de fazer comigo e como eu saborearia tal evento.
Minha mente vagava entre visões eróticas, Marcinho era o protagonista, sua mãos tocavam meu corpo, minha vulva, meus seios, acariciavam minhas pernas e coxas, a parte interna das coxas, o rego da bunda, seus dedos deslizavam por minha umidade quente, abria minhas rosadas carnes, entrava em mim como dono e senhor. Com esses pensamentos explodi num grandioso, mas solitário orgasmo, eu queria mais, precisava de mais.
Eu colocava meu filho deitado de costas e montava sobre ele, minha boca apoderava-se de seu membro e eu o sugava saboreando com prazer. Seu cacete duro e empinado e então eu sentava sobre ela e senti-a fundir-se em minhas entranhas, minha vagina amoldava-se ao seu contorno e forma e sua glande pressionava meu útero, suas arremetidas eram fortes e profundas. Eu sentia minhas carnes de abrirem e receberem aquele maravilhoso convidado.
Em determinado momento ele me vira e fico de quatro, ele se acerca por trás e sinto que a cabeça molhada de seu membro se apoia bem na entrada de meu ânus, ele pressiona, eu relaxo e deixo e sinto-o deslizar para dentro de minhas nádegas, até que seu ventre se apoia em meu traseiro. Ele espera alguns segundos eu me acostumar com seu calibre e então retoma as investidas profundas, eu começo a gozar com o cacete de meu filho enfiado em meu traseiro, era o clímax, o sumo prazer carnal, a entrega.
Explodi em um gozo frenético, um redemoinho de sensações e prazeres inusitados, minha mão se apoderava de minha vagina e clitóris, explodi, gozando e molhando-me como nunca antes havia sentido. Meus olhos fechados, as pernas escancaradas, os quadris espasmódicos, desesperada gritei seu nome.
- Marcinho! Assim! Filho!
Ainda de olhos fechados, Sentiu um movimento na cama e um corpo se colocar entre suas pernas. Antes que pudesse abrir os olhos, sentiu que a cabeça de um membro viril apoiava-se na entrada de sua vagina e deslizava ágil para dentro. Sentiu-se cheia, possuída, alargada, aqueles dois anos sem homem cobravam sua conta. O cacete entrou justo apertado e se acomodou no fundo de suas entranhas, na profundidade úmida de sua feminilidade. Ele entrada e saia de dentro de mim como uma britadeira, rápido e profundo, senti seu corpo pesar sobre o meu, minhas pernas se abriram ainda mais e abraçaram seu quadril, seu peito apertava meus seios cujos bicos doíam de tão intumescidos, meus braços apertaram seu pescoço e quanto sentir seus lábios morderem de leve o lóbulo de minha orelha, explodi em um novo e intenso orgasmo, enquanto sentia os jatos de esperma serem disparados diretamente no colo de meu útero, fundo, dentro de mim.
Não abri os olhos, apenas sentia o que tanto havia desejado, eu era mulher novamente e novamente um homem estava dentro de mim, as ondas de prazer eram intermináveis, até que o cansaço nos venceu e então adormeci em seus braços.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Com O Coroa no Elevador-By sapinha

Fodida pelo Coroa no Elevador


Sempre que pegava aquele elevador, coincidência ou não aquele coroa o pegava também...
Me olhava de cima a baixo e passava a língua na boca descaradamente. Eu fazia de conta que não notava.
Naquela noite chovia, entrei rápido no elevador sem prestar atenção em quem se encontrava lá dentro. Só exerguei uma mão grande e logo em seguida a luz se apagou e o elevador parou.
- Que diabos, foi isso?- perguntei desconfiada.
- Olá minha tesudinha.- senti um arrepio, quem seria. Não entrava estranhos no prédio e nunca havia ouvido aquela voz antes. - Poderia acender a luz,por favor?
- Quietinha e faça o que eu mandar.- De repente uma luz fraca acendeu, era a de emergência.
- Tá bom.-respondi num suspiro. Senti um arrepio de tesão, era incontrolável, só de imaginar o que aquele estranho iria fazer comigo, minha boceta molhou minha calcinha.- Relaxa e goza, minha tesudinha.- Ele pegou minhas mãos e senti o seu membro que já se encontrava fora da calça. Um membro comprido, quente que começou a inchar nas minhas mãos. Eu o massageei , sob a luz fraca, sentindo sua respiração ficar ofegante. Suas mãos tocaram os meus seios, massageando-os deixando os biquinhos durinhos e salientes. - Faça bem gostoso, querida e nada de mal lhe acontecerá!...Ohhhhh..que mãozinha pequena, macia... e deliciosa....
Ajoelhei-me e esfreguei seu pau duro no meu rosto e pescoço, lambi a glande intumescida, lambi toda a extensão do seu pau; depois o introduzi na boca e o chupei .Ele ofegava, acariciava meus cabelos e enquanto movia os seus quadris, entrando e saindo por entre os meus lábios. Minha buceta molhava mais e mais.
- Hum...que delicia...que boquinha...quente...gostosa... ...úmida....deve ser assim sua buceta...ela está molhada, não é? Não respondi enquanto ele movia seus quadris fodendo minha boca. Minhas mãos subiram pelas suas coxas que eram fortes. Encontrei seu cinto, soltei-o e puxei a calça dele para baixo. Acariciei sua pele sentindo os pelos fartos e sedosos. Apertei levemente suas bolas, as chupei. Subi minhas mãos até suas nádegas e as apertei. Beijei-lhe o ventre, empurrei sua camisa para cima. Ele imóvel na parede do elevador. - Hummmm ...Chupe...isso...assim...chupe mais... você tem uma boca deliciosa...
- Não goze na minha boca. Quero que me foda....não era isso que queria? Me fuder? Então me foda, vamos!- queria sentir aquele pau duro dentro de mim.
Abaixei as calcinhas e enrosquei-me nele, ergui uma das coxas, que ele logo segurou. Num aperto virou-me de encontro a parede. Me coloquei nas pontas dos pés, ele flexionou seus joelhos e encaixou seu pau duro na minha xoxota molhada. - Hummm...apertadinha...sabia que você era apertada... ....gosto assim...quente, apertada e melada- rouquejou no meu ouvido. Senti um arrepio de tesão percorrer-me inteirinha.
- Oh...põe tudo..De uma vez...enfia logo, vamos, me fode, me come....ahhhhhhh...seu coroa safado, sacana...
- Psiuuuuuuu, devagar é melhor meu anjo...quero deixar você maluquinha...nunca...nunca mais...vai me desprezar..ohhhhh gostosa...
Eu movia os quadris louca para sentir aquele membro comprido e duro. Ele foi enterrando seu pau aos poucos, sua glande abrindo caminho, distendendo minhas dobras vaginais. Meu coração explodia dentro do peito, minha boca seca. Até que ele enfiou tudo dentro de mim. Seu pau comprido e grosso.
- Ohhhh...assim... enfia ... mexa rápido...com força...Foda-me...enfia tudo...- eu insistia enquanto ele me golpeava com potência e ritmo alucinante. Eu gemia como uma cadela no cio.Contraía minha xoxota prendendo-o dentro de mim, sugando seu pau duro dentro de mim. Uma sensação gloriosa. - Vou gozar...vou gozar em você....sua putinha...vou enchê-la de porra....vou faze-la gozar..ahhhhh...há muito tempo estou de olho em você...Agora...Assim...isso...mais rápido....rebola essa bunda, gostosa....isso assim...puta.
- Não para...mais...estou...gozando....ohhhhh...rápido...coroa safado...comedor de ninfeta....ohhhhh...estou gozando... gozando...hummmm...mais...maissssss...ahhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!! eu gozava abundantemente enquanto ele ejaculava jatos e jatos de porra dentro de minha buceta. No final mole; segurei-me nele e o beijei demoradamente.
- Ahhh.. que foda deliciosa...Você é uma putinha tesudinha...faz tempo que eu queria fode-la.
Nos vestimos e logo ele apertou o botão, fazendo o elevador funcionar e as luzes ascenderem..
Era o coroa que vivia me lambendo com os olhos e com a boca...Quem diria que aquele coroa fodia tão gostoso!!!
- Até a próxima minha putinha.
Fui para casa sentindo toda a porra dele dentro da minha xoxota e calcinha. Como aquele coroa fodia...
Haveria mais como aquela com certeza!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Raquel 19 anos



Raquel 19 aninhos de puro tesão ,virgem , sexo e


   Raquelzinha menina-mulher, muito sensual, cabelos lisos pretos curtinhos,olhos claros, seios pequenos e durinhos e sua bundinha deliciosamente empinadinha e barriguinha linda.Eu realmente estava sentindo uma atração muito forte por ela mas o que eu temia: era amiga de minha namorada.

   Outro dia ela estava muito calada, sentou-se do meu lado na última fileira da sala, calada , perguntei o que estava havendo ,
disse-me que não havia nada de errado, de repente ela se levanta dizendo que ia embora deixando um bilhete embaixo da carteira pedindo que lesse depois da aula .
Não entendi na hora só fiquei reparando sua bundinha deliciosa caminhando até a porta ela estava de top e uma calça jeans cintura baixa. Quando abro o bilhete fiquei estarrecido :

-Estou sozinha em casa, assim que acabar a aula me liga. Fiquei louco, não aguentei esperar até o final da aula e logo liguei .

   Disse-me que deixaria o portão aberto que era só chegar e entrar….chovia muito…
Quando cheguei ventava muito e o portão estava totalmente aberto batendo com o vento, entrei correndo por causa da chuva.
   Quando percebo uma luz vindo das escadas, me escondi rapidamente e vejo por trás daquela lanterna a linda Raquelzinha vestindo um babydoll preto bem curtinho e me acena : -Vem,meu gato gostoso!
   Nos entregamos num beijo apaixonado, subimos devagar as escadas e Já na sala fico impressionado com o que ela havia preparado, sala a meia luz com uma música bem relaxante,
   alguns drinks preparados, deitamos no tapete e começamos a nos beijar, tirei seu baby-doll ,eu de cueca, ela de tanguinha pretinha cavada na bunda, que peitinho maravilhoso,
chupei-os , mordiscava enquanto meu dedo já brincava com seu grelinho, Raquel só gemia, jogou o seu corpo pra trás e eu fui beijando-a e passando a língua devagar pela sua barriguinha, já perto de sua bucetinha me diz quase gozando:
-Me chupa amor!
   Caí de língua, lambendo cada cantinho como se fosse um gatinho, lambia devagar sem pressa, ela segurava minha cabeça,encostei a língua em seu clitóris ela tremia de prazer e em movimentos circulares cada vez mais rápidos,
levei-a ao gozo, sentia aquele líquido escorrer pelos meu lábios, levantei-me e beijei sua boquinha carnuda e trêmula pelo gozo .
   Exalava tesão,foi a vez dela, começou a lamber minha orelha, meu pescoço, desceu pelo meu peito, passava a língua nos meus mamilos ,gemi alto, beijava minha barriga,
me contorcia, gemia, pegou meu caralho devagar como se fosse a coisa mais delicada do mundo olhou pra ele e olhou pra mim com uma cara de safada que quase me fez gozar,
deu um sorrisinho e beijou a glande bem devagarzinho, colocou toda a pica na boca, chupava cada vez mais rápido fazendo movimentos com a cabeça pra cima e pra baixo, quase me levando ao gozo novamente.

   Quando se virou para mim passei a língua no seu cuzinho e ela gemeu parando de me chupar,
percebi que ela havia gostado e então continuei a passar a língua em volta daquele cuzinho rosado e pequenininho enquanto meu dedo explorava sua bucetinha que estava escorrendo de tão molhada,
tirei-a de cima de mim, deitei-a de barriga pra cima olhando-a nos olhos.....
como ela era linda, 19 aninhos de puro tesão, debrucei-me sobre seu corpo e fiquei passando a cabecinha de meu pau na entradinha de sua xoxotinha,
ela rebolava o corpo e gemia, e eu continuava aquela tortura, e ela com a voz rouca de tesão pede:
-Mete, mete logo, mas vai devagarzinho pois sou virgem ainda, seu bobo!
   Na hora não acreditei muito, mas aquilo aumentou meu tesão, enfiei devagar sentindo a cabeça rasgando algo, de apertado,ela deu um gritinho,
pediu-me parar ,estava doendo, comecei a acalmá-la sem tirar meu pau de dentro dela,disse que ela sentiria prazer e continuei falando coisas gostosas e safadinhas em seu ouvido enquanto ia colocando cada centímetro dentro de sua grutinha até sentir meu saco tocá-la,
tirei minha pica bem devagar , a cabecinha estava fora coloquei tudo de volta de uma vez desta vez ela só gemia,
continuei tirando e colocando tudo novamente bem devagar até começar a acelerar o ritmo ela gemia eu redirecionei meu pau para sua bucetinha e ela começou a cavalgar-me,
estava delicioso, eu segurava sua bunda e ritmava os movimentos,sentia sua xoxotinha apertar meu pau em contrações que me fez levar ao gozo junto com ela,
diminuímos os movimentos e ficamos apenas nos beijando sem tirar dentro, senti meu pau amolecer.
Mas ela me surpreendeu saindo de cima de mim e abocanhando-o novamente, meu pau já estava duro novamente,
queria fuder-lhe de quatro pois não tirava a imagem de sua bunda da minha cabeça,era a coisa mais linda que já vi em toda minha vida, via sua bucetinha estava bem mais abertinha.
Disse-me novamente :
-Me chupa vai!!!
Comecei a lambê-la novamente, enfiei minha cara em sua bunda, lambia tudo, estava incontrolável, ela rebolava, rebolava muito até senti-la gozar novamente em minha cara, posicionei-me atrás dela e comecei a penetrá-la novamente,
bem devagar e depois rápido, mais rápido, senti que ia gozar somente gemia forte entre os dentes,
sentia meu saco batendo com força em sua buceta sentindo que já ia gozar e gozei entre gemidos de puro tesão e êxtase .
Caimos desfalecidos, passamos uns 30 minutos assim, apenas nos curtindo como se fosse o último dia de nossas vidas e a maior foda da minha vida !
Até .....

quinta-feira, 2 de abril de 2015

No Engarrafamento de Salvador



OLA PESSOAL.......OLHA EU AQUI......
TAVA LOUCA PARA CHEGAR AQUI E CONTAR PARA VOCÊS O QUE ACONTECEU ONTEM. MORO EM SALVADOR E EM VÉSPERA DE FERIADO TUDO TRAVA, AINDA NÃO TENHO MEU CARRO, ENTÃO TENHO QUE TOMAR UM CHÁ DE CADEIRA NO PONTO DE ÔNIBUS E ENFRENTAR O BUZU LOTADO. MAS ONTEM FOI DIFERENTE SAIR DO TRABALHO, POR VOLTA DAS 18:10h FUI PARA O PONTO E FIQUEI ESPERANDO POR UNS 15 MINUTOS, NÃO SOU MUITO PACIENTE ENTÃO FUI EM DIREÇÃO A ESTAÇÃO DE TREM FOI QUANDO ESCUTEI UM CARRO BUZINANDO E PARA MINHA ALEGRIA ERA UM DOS CARAS QUE TRABALHAVA EM MINHA FRENTE MAS NUNCA TINHA FALADO COM ELE MAS FIQUEI MUITO FELIZ POR ELE TER PASSADO NAQUELE MOMENTO ME OFERECENDO CARONA. ENTREI NO CARRO E FOMOS EMBORA. COMEÇAMOS A CONVERSAR E FOI NESSA CONVERSA QUE ELE FALOU QUE SEMPRE ME ADMIROU MAS NÃO TINHA CORAGEM DE FALAR COMIGO, POIS ANDO MUITO SÉRIA ENTÃO FALEI: -SOU SÉRIA SIM MAS NÃO MORDO!!! E RIMOS MUITO. CONVERSA VAI, CONVERSA VEM E COMO EU JA FALEI QUE SOU MUITO DECIDIDA QUANDO EU QUERO EU QUERO PERGUNTEI PARA ELE SE TAVA COM MUITA PRESSA DE CHEGAR EM CASA E ELE DE CARA MALDOU LOGO MINHA INTENÇÃO E FALOU QUE NÃO ESTAVA NEM UM POUCO COM PRESSA QUE TINHA MUITO TEMPO DE SOBRA E SUGERI IRMOS A UM BARZINHO PARA CONVERSAMOS MAIS UM POUCO MAS COMO ELE NÃO É BESTA, O BAR FICAVA AO LADO DE UM MOTEL, POIS DAI VOCES JÁ IMAGINAM COMO FOI A NOITE, FICAMOS UM POUCO NO BAR E DEPOIS ELE ME CONVIDOU PARA SUBIR PARA O QUARTO E ACEITEI SEM NEM FAZER DENGO, POIS JA ESTAVA EM PONTO DE BALA. JA DENTRO DO ELEVADOR COMEÇAMOS A NOS BEIJAR E TROCAR CARICIAS QUANDO PERCEBI JA ESTAVA ABAIXANDO E CHUPANDO SEU CACETE QUE ESTAVA DURO FEITO PEDRA, SEU PAU ERA TAO GRANDE E COM A CABECINHA BEM ROXA UMA DELICIA, NÃO QUERIA PARAR MAS ENTRAMOS NO QUARTO E CONTINUEI CHUPANDO AQUELA VARA MARAVILHOSA E FIZ ELE GOZAR NA MINHA BOCA, DEPOIS ELE ME JOGOU NA CAMA, ABRIU MINHAS PERNAS DE UM MODO BEM GROSSO "ADORO" E COMEÇOU A ME CHUPAR E COLOCAR O DEDO EM MEU CUZINHO, FOI UMA DELICIA, ENTÃO ELE ME LEVANTOU E ME COLOCOU DE QUATRO NA CAMA E PERGUNTOU SE EU CURTIA ANAL E EU RESPONDI QUE SIM, ELE COLOCOU SEM DÓ NEM PIEDADE AQUELE PAU DURO DE UMA VEZ SÓ EM MEU CU, MAS COMO EU GOSTO, CURTI BASTANTE E ATE GOZEI. FICAMOS LÁ POR + OU - UMAS 03:00H DEPOIS TOMAMOS UM BANHO JUNTOS E FOMOS EMBORA, ELE ME LEVOU ATE MINHA CASA E FALOU QUE SEMPRE QUE EU QUISESSE UMA CARONA COMO AQUELA ERA SÓ MANDAR UMA MENSAGEM QUE ELE ESTARIA A MINHA DISPOSIÇÃO, NOS DESPEDIMOS, ELE FOI EMBORA E EU ENTREI PARA MINHA CASA, TOMEI MAIS UM BANHO E FUI DORMIR BEM RELAXADA.!!!!!! E ESSA FOI MINHA NOITE DE ONTEM MARAVILHOSA. BEIJOS A TODOS E ATE DEPOIS.