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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Fui Comida por dois Jardineiros



Meu nome é Vera, sou morena clara, olhos castanhos, 1.65m e peso 56 kg bem distribuídos pelo corpo. Seios volumosos de bicos rosados e pontiagudos. Considero-me uma mulher bonita. Os homens me acham gostosa e tesuda, digo porque já ouvi muito isso na rua quando estou sozinha, gracinhas e galanteios, uns até gosto, os chulos finjo que não ouço.


Essa história é “verídica”. Aconteceu recentemente, quando mudamos pra nossa casa nova num bairro elegante de Blumenau. Ainda faltavam algumas coisinhas para fazer na área externa da casa, em especial o jardim. Para executar pequenas obras, meu marido contratou dois homens que fariam tudo. Foram bem recomendados por um amigo do meu marido, que já havia usado os serviços deles: dizia serem pessoas de boa índole e competentes no serviço.
Logo no primeiro dia notei os olhares de cobiça dos dois pra cima de mim. Discreto e disfarçadamente, sempre que tinham uma chance, dirigiam olhares direto para meus seios expostos no exuberante decote, e para o meio de minhas pernas, onde o volume da xana era realçado pelo short apertado, realçando a testa da xaninha. Isso não me incomodava em nada, pelo contrário, me dava era um tesão danado.
Comecei a fantasiar em dar para os dois. Luis era branco, alto (acho que 1,80m) e magro. Carlos era moreno jambo, um pouco mais baixo, devia ter uns 1,70m, pele bronzeada, corpo atlético, um belo tórax peludo que sua regata não podia esconder. Passei a provocá-los, assim que meu marido saia e eu levava minha filha pra escola, chegava em casa, me trocava colocando shortinho bem curto e blusinha sem sutiã e sempre que podia passava perto deles para que me vissem naqueles trajes. Com os portões fechados, só eles tinham o privilégio de me ver. E seu que eu os deixava de pau duro.
À noite trepava com o maridinho imaginando estar dando para os dois, chupando suas picas e sendo devorada pelos dois machos tesudos. Gozava gostoso na pica do meu marido, que nem imaginava de onde saia tanto fogo pra meter. Resolvi que da sexta não passava. Tinha que dar a bucetinha para eles, já que o serviço estava acabando e eu poderia perder a oportunidade de experimentar duas picas diferentes.
Assim que meu marido saiu, levei minha filha pra escola. Cheguei, tranquei o portão, fui para o meu quarto dizendo a eles que ia tomar um banho e que se alguém chegasse, eles deveriam me chamar. Aquilo dito com um sorrisinho na cara era quase um convite feito. Fui direto para o banheiro da minha suíte, deixando a porta aberta de propósito. Retirei toda roupa, me vi nua no espelho, achei lindo o que vi refletido. Acariciei os mamilos, que logo ressaltaram duros. Acaricie meu pentelhos sedosos, o tesão ia subindo. Enchi a banheira, coloquei espuma, entrei, fechei os olhos e relaxei.
Acho que dei uma ligeira apagada. Como fiquei um tempo sem me mexer, a espuma se dissipou deixando meus seios a mostra. Acordei com os dois homens em pé bem na minha frente. Levei um susto. Tentei pegar a toalha para me cobrir, quando o Luis segurou meu braço dizendo:
— Fica quietinha aí e não grita, senão te afogo nessa banheira, sua vadia — sua frieza e rispidez me deixou um pouco apavorada. Temi pela minha segurança.
Eles acariciavam seus paus por cima da roupa, e pelo volume que formava, já estavam duros. Seguraram-me pelos braços, um de cada lado, e me arrastaram pra cama toda molhada. Empurraram-me enquanto retiravam suas roupas. Os dois nus subiram na cama, um de cada lado. Luis apontou seu pau balançando na minha frente. Ele era longo e um pouco fino para seu tamanho, devia ter uns 21cm, por 4cm de largura, muito branco e com veias azuladas. Sem muita alternativa, peguei naquele pau branco que pulsava na minha mão. Ele me mandou chupar. Obedientemente, segui sua ordem e abocanhei sua pica, que tinha um cheiro forte de suor e mijo. Isso não me deixou enojada, pelo contrário, me deu mais tesão ainda.
Enquanto, mamava e lambia o pau da base até a cabeça, o moreno forte se aconchegou ao meu lado, puxando minha mão para pegar e punhetar seu pênis. Senti que esse era bem grosso, pois mal cabia na minha mão. Não contive a curiosidade, parei de mamar no Luis e fui dar uma atenção ao moreno. Nossa!, aquela rola era um pouco menor que a do Luis, uns 19cm, por 6m de largura, e a cabeça era uma chapeleta que parecia um cogumelo. Ah, eu estava no paraíso com aquelas duas picas só pra mim, era o que eu sempre quis.
Passei a mamar alternadamente, ora no pau branco ora no pau marrom cabeçudo. Mamava, punhetava, esfregava na cara, estava louca de tesão.
— Nossa, a madame quer mesmo dar para nós dois. E como eu queria! — disse Carlos.
Luis estava impaciente. Colocou-me de quatro na cama, abriu as polpas da minha bunda e passou a lamber minha xoxota e meu cuzinho juntos. Sua língua ia e vinha de baixo até em cima, deixando o rasto de saliva.
— Agora vou foder essa putinha até ela gozar no pau.
Senti a cabeça do pau encostar na racha e dar uma estocada só. Ele enfiou quase toda sua tora em mim! Soltei um gritinho de puro tesão que foi logo abafado pelo pau grosso e cabeçudo do Carlos. Tive que abri ao máximo minha boca pra poder acomodar a cabeçorra. Agora estava levando estocadas na boca e na xoxota por machos tarados.
Luis logo anunciou que ia gozar. Apertando e dando tapas em minha bunda, eu estava em estado de êxtase. Acabei gozando junto com ele, sentindo os jatos fortes de porra me inundando as entranhas. Carlos trocou de posição e veio me foder, também com a porra do Luis escorrendo pelas coxas. Meteu o cabeçudo na xoxota alagada, deu duas estocas dizendo:
— É só pra lubrificar, quero mesmo é comer esse cuzinho rosado e apertadinho.
Implorei a ele que não fizesse isso, argumentando que só dei meu cu para meu marido, que tinha perdia nas medidas de altura e largura para o dele.
— Você aguenta sim, sua puta. Sei que você gosta de dar essa bunda gostosa. Eu não vou perder a chance de comer uma bunda linda dessa! — disse, sem dar a mínina para meus reclames.
Então isso abriu bem minhas nádegas, deu uma lambida no meu cuzinho, deixando sua saliva nele. Pincelou com a cabeça da pica e o orifício se contraiu, sabendo do perigo que estava correndo.
— Se prepara, Madame, que agora você vai levar um pau morrom no cu, sua puta. Agora sim você vai ter o queria, né, sua piranha? Pensa que eu não percebia que você ia puxar conversa com a gente só para se exibir? Sei que no fundo você queria mesmo era pica. Teu marido deve ser um frouxo, não te fode direito — Luis disse, segurando meus cabelos. Pior que ele tinha toda razão.
Senti a cabeçona do pau do Carlos forçando meu cuzinho. Tentei fugir, mas ele me segurou firme pelos quadris e Luis pelos ombros.
— Não foge, não, Madame. Estou preparado para a invasão.
Carlos deu mais uma cuspida no pau e com uma estocada forte me penetrou. Vi estrelas. A dor era imensa. Gritei, berrei como uma cadela ferida:
— Ai! Pára, pára. Você está me rasgando. Por favor, pára!
Ele parou por um instante. Segurou meus longos cabelos e voltou a me estocar, me fodendo o cu em um vai-e-vem alucinado, enquanto Luis tapava meus gritos com sua rola branquela e apertava meus seios. Aos pouco fui me acostumando com aquele volume no ânus. Passei a rebolar na pica e gemer. Retirei o pau da boca, pedindo pra ele me foder o cu.
— Nossa, essa cadela gosta mesmo de dar o rabo. Para um pouco, Marrom — assim que o Luis o chamava. — Vamos foder nós dois. Vou sentar essa putinha no meu e você volta a comer o cu dela.
Carlos, obediente ao chefe, retirou o pau do meu cu. Luis se deitou na cama com as pernas pra fora dizendo:
— Vem madame senta no meu pau, senta.
Carlos me posicionou em cima da pica longa do Luis e veio por trás. Subi e desci na pica. Carlos me segurou pelos quadris e voltou a meter o cabeçudo no meu cuzinho, que já estava dilatado. Passei a rebolar e gemer como uma puta nos dois paus. Sentia um esfregando no outro dentro de mim. Assim gozei. Gozei até quase desfalecer. Quando os dois gozaram dentro de mim, senti os jatos de porra me inundando o cu e xoxota. Foi demais, gozei de novo.
Corri pro banheiro com esperma escorrendo pelas pernas abaixo. Estava relaxando em baixo do chuveiro, quando eles chegaram. Tomamos banho os três juntos, brincando e rindo muito. Ensaboando-nos como se fôssemos íntimos. Logo os dois estavam me encoxando e seus paus subindo. Punhetei os dois ao mesmo tempo, deixando-os bem duro. Carlos, que era mais forte, me ergueu. Segurei-me com os braços em volta do seu pescoço e o pau dele acertou minha fenda. O cabeçudo entrou. Ele mesmo abriu minha bunda, que agora era um convite ao Luis, que não perdeu tempo. Colocou a cabeça do pau na entradinha do meu cu, dizendo:
— Agora eu que vou saborear esse cuzinho.
E passou a foder meu cu. Me foderam até os dois gozarem de novo. Um em cada buraco. Não sei de onde saia tanta porra daqueles caralhos maravilhosos. Meu marido dá uma e já cai do lado. Aqueles homens não. Acho que era a novidade, a tara de estarem comendo uma mulher casada dentro de seu próprio banheiro. Devia ser mesmo muito inspirador aos dois, pois a mim era. Eu, dando dentro de minha própria casa, para dois machos tarados e pauzudos! Aquilo era demais.
Dei um beijo na boca de cada um deles e mandei irem terminar o serviço. Eu tinha que me vestir pra buscar minha filha na escola.
~ ~ ~
Este conto foi escrito pela leitora Vera Lucia, deuza_devenus@yahoo.com.br.

sábado, 26 de outubro de 2013

Uma Amiga "Antiga"

   Eu não via Adriana fazia um bom tempo e a encontrei numa tarde dessas na Universidade onde dou aulas. Nos Cumprimentamos e ficamos sentados ao redor de uma mesa tipo de bar, Conversa vai, conversa vem, numa das explicações que eu dava gesticulando muito, acabei batendo no copo que estava em cima da mesa, deixando minha amiga ensopada. Prontamente me ofereci para ajudá-la, mesmo que não tivesse a minima idéia de como fazer isso. Ela se dirigiu ao banheiro feminino e fui atrás completamente constrangido com o acontecido, naquele andar existiam três banheiros, o masculino, o feminino e o de deficientes fisicos(que é o maior deles), entramos nesse e sem cerimônia minha amiga foi tirando as roupas completamente molhadas como eu já havia dito.Foi então que fiquei completamente extasiado com o corpo daquela mulher. Ela vestia uma minúscula calcinha, que desenhava, ou dava contornos incriveia áquela bunda maravilhosa. Comentei com ela que não imaginava que ela fosse tão gostosa assim e ela sorrindo disse que por eu ser seu amigo tão "antigo", não precisava mentir assim, confirmei o que havia dito e ainda comentei que com uma amiga assim eu estava realizado, só faltava sexo e começamos a rir.Ela olhou pra mim e perguntou se eu realmente achava aquilo e me mostrando a bunda pediu que eu apertasse pois ela agora malhava muito para ficar assim só que nunca tinha recebido um elogio assim como o meu, e ainda comentou que com um amigo assim ela teria que pedir um favorzinho, agora imaginem o sacrificio que eu teria que fazer, ela pediu que eu a apertasse para sentir a firmeza e aí enlouqueci, apertei e puxei ela para mim e começamos um tremendo amasso, foi então que confessei minha paixão antiga por ela (na realidade a paixão já era por aquela bunda) e aproveitei a situação e comí aquele que era objeto de meus desejos mais intimos, e foi ali naquele mesmo banheiro, foi sensacional e a amizade "fortaleceu", saímos dali para minha casa e a noite foi perfeita.Adoro minhas amiguinhas intimas.

sábado, 19 de outubro de 2013

A Nova Secretária

    Nos primeiros dias de trabalho aquela secretária nem chamou muito a atenção, mas foi só os dias passarem que todos no escritório viram que se tratava de uma mulher extremamente gostosa.
   As roupas mais decotadas, mais coladas ao corpo aos poucos começaram a surgir e não tinha como não se "distrair" observando aquele belo corpo.
   O tratamento com todos sempre foi bastante distante, sempre com educação, mas um certo distanciamento. A moça do café, que tinha tido um caso rápido comigo e que havia se tornado uma confidente, me revelou que achava estranho o comportamento da moça, principalmente quando tinha reunião da diretoria.
   Começei à observar os passos dela e fui vendo que realmente até o rosto mudava. Um dia, cheguei mais cedo e chamei ela no meu escritório e naquele dia ela estava divinamente maravilhosa, com uma minissaia colada no corpo e uma blusa bastante decotada e ao sentar cruzou as pernas e aquele par de coxas me deixaram louco e ao anotar as palavras que eu dizia se curvava sobre a mesa e mostrava seus belos seios.nunca tinha visto ela assim tão bela e fiquei muito excitado, me levantei, até para mostrar minha excitação e ela percebeu e não tirou mais os olhos de meu sexo cada vez mais em evidência.
   O telefone tocou chamando ela para outro setor da empresa, mas eu impedi que ela fosse, ela ficou assustada achando que poderia perder o emprego, mas eu a acalmei dizendo que era um dos sócios. Nesse momento seus olhos brilharam e percebi que a moça do café tinha razão, pedi que ela largasse suas anotações e olhando no fundo de seus olhos perguntei qual seu objetivo na empresa, ela respondeu que era "subir" cada vez mais a qualquer custo, perguntei se "a qualquer custo", seria "qualquer coisa", ela com um sorriso sacana no rosto disse que sim.
   Me ajoelhei em sua frente disse que estava precisando de uma secretária particular, e que parecia que ela estava no caminho certo, ela descruzou as pernas deixando-as entreabertas,apoiei as mãos sobre suas coxas para ver sua reação, ela deu um suspiro e essa foi a "deixa". Tranquei a porta e voltei para aquela musa, baixei sua blusa e dois belos seios surgiram, chupei demoradamente cada um deles, beijei sua boca carnuda, e fiz que ela se levantasse, abracei aquele corpo gostoso e jovem e continuei aquele beijo, agora mais ousado, enquanto levantava sua saia, então virei-a de costas para o espelho da sala e ví que aquela bunda era realmente encantadora e melhor do que eu imaginava, apertei e puxei para mim, tirei a saia e logo puxei tambem a calcinha, e cai de boca naquele sexo perfumado.
    me deliciei ali e ela gemia de maneira timida, mas extremamente excitante, mostrando que estava adorando aquilo tudo. Foi então que me levantai e coloquei meu pau em sua boca e recebi o melhor boquete da vida(até então). A moça era especialista no sexo oral, me segurei para não gozar, pois queria era colocar naquela bundinha gostosa e foi o que fiz, coloquei-a de quatro no sofá dasala de espera e com aquele belo visual, me posicionei e meti com vontade até gozar muito em suas costas.Não preciso dizer que ela virou minha secretária chefe, e minha amante, e dias atrás realizei uma fantasia e levei ela e a moça do café para casa e fizemos a festa....

sábado, 5 de outubro de 2013

No ônibus

          Ela entrou no ônibus e já chamou a atenção por seus seios levemente expostos pela blusa decotada. Eram firmes, redondos, do tamanho perfeito para mãos que sentem prazer em tocar belas mulheres.
   Como o veiculo estava cheio , aos poucos ela foi chegando cada vez mais próxima de mim. as freadas do ônibus fizeram com que me segurasse e ao fazer isso, cada vez que alguem passava no corredor, ela encostava seus seios em minha mão.  A situação foi me excitando e pelo jeito ela tambem estava gostando daquele pequeno gesto quase que banal, mas que estava se tornando um belo jogo erótico. Ao ter um pouco mais de espaço ela se virou, ficando de costas para mim, e devido à calça de malha bastante justa, podia sentir suas nádeas quase que perfeitas. E a situação foi ficando mais excitante à cada movimento, agora eu me segurava na barra lateral e tocava seu seio esquerdo e ao mesmo tempo dava uma bela encoxada naquela bela senhora.
  Sim, era uma bela senhora e que estava gostando da situação. Como não houve rejeição, fui ficando mais ousado. No ponto em que estávamos do veiculo, ninguem poderia acompanhar nosso joguinho secreto, ao passar em uma das paradas mais movimentadas da cidade o ônibus encheu e ela , com muita delicadeza colou de vez seu corpo ao meu. ousadamente, abracei-a como uma velho conhecido e com a mão que não era visivel dos demais passageiros, introduzi por dentro de sua calça e pude sentir aquelas carnes macias, alisei carinhosamente aquelas nádegas gostosas, mas eu queria era chegar em seu sexo, e isto seria tarefa bem dificil de realizar. Como o veiculo estava cheio demais, virei-a para as janelas e com meu casaco, cobri sua cintura e aí tive acesso àquelas partes mais intimas e com os dedos sobre a calcinha, comecei a massagear levemente,senti que já estava úmida, então afastei um pouco a calcinha e introduzi o dedo em seu sexo, um suspiro misturado com gemido veio abafado, ela olhou para mim e sorriu, mordi sua orelha ainda com o dedo em seu sexo e ela deu uma leve recuada, mostrando toda sua excitação. O Ônibus começou à esvaziar, nos afastamos e ainda trocamos os telefones, espero muito em breve levar para a cama aquela decicia de mulher...