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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Bela Cadeirante e suas Irmãs...136

          E lá estavam elas de novo, no mesmo horário, no mesmo lugar e me olhavam e davam risinhos, cochichavam alguma coisa, fingiam fazer fotos sempre comigo no fundo, até que eu as surpreendi ampliando a foto e me buscando. Brinquei com elas dizendo que se quisessem tirar fotos comigo era só pedir e elas parece que se envergonharam, mas fizeram as fotos e acabamos ficando amigos.
   Todas as vezes que nos encontrávamos era a mesma coisa elas ficavam de longe cochicahndo e rindo para mim, a diferença é que agora me conheciam, sabiam que eu era solteiro e estava dispovível. E foi então que tudo aconteceu...
   Vale descrevê-las. A mais nova tinha um belo corpo devia ter uns 40 e poucos anos e tinha fogo no olhar, a do meio era cadeirante e essa me olhava de um jeito diferente, como que encantada, tinha tambem um belo corpo, seios grandes do jeito que gosto e uma cara de safada. A mais velha mostrava que tinha sido uma bela mulher, ainda trazia muita beleza tanto de rosto como de corpo, aliás era a que usava as roupas mais justas no corpo, evidenciando ser uma bela mulher, como disse antes, pelo olhar dava para ver o fogo no olhar.
   Certo dia, sentei junto delas e perguntei porque me olhavam daquele jeito e confessei que estava ficando envergonhado, afinal de contas eram belas mulheres e eu estava ficando excitado com aquela história toda, aí elas se soltaram e revelaram o porque de tirar as fotos e o porque dos sorrisos.
   A irmão do meio estava sem sexo desde o acidente que sofreu e ao me ver pela primeira vez confessou às irmãs que com um cara como eu ela transaria mesmo que tivesse dificuldade e essa foi a primeira demonstração dela em relação ao assunto e por isso as irmãs quiseram fazer as selfies para comentar com outras amigas.
   Eu muito envaidecido disse que para mim seria um prazer, afinal de contas ela era uma bela mulher e se as irmãs participassem seria uma festa total, todas riram e perguntaram se eu queria ir na casa delas, fui e não me arrependi.
   Ao chegar, ajudei com a cadeira de rodas e peguei a moça no colo para levá-la para dentro de casa e perguntei onde colocá-la e ela me disse:-na cama. entrei no quarto e sorrindo perguntei se queria ajuda para trocar de roupa, ela prontamente respondeu que sim e fui tirando peça por peça, primeiro o blusão, então pela primeira vez ví de perto como eram deliciosos aqueles seios, que mesmo por debaixo da blusa se revelavam.Tirei então a calça e as curvas antes escondidas começaram a aparecer, era coxuda e estava com uma calcinha pequena enterrada numa bunda sensacional, coloquei ela sentada e tirei a camiseta e seus seios pularam, ela não usava sutiã, beijei aqueles bicos, suguei provocando arrepios em seu corpo, aproveitei e abri um pouco suas pernas e então tirei sua calcinha, ela sorriu e disse que não sentia aquilo há tanto tempo que parecia a primeira vez, ao ver que tinha sensibilidade ali, cai de boca e então percebi que o caso dela não era tão grave, ela não caminhava por fraqueza nas pernas, perguntei se ela queria algo especial e ela pediu para me chupar, eu excitadíssimo oferecí meu membro durissimo, ela chupou como uma mestre na arte da felação, quase gozei, foi quando ao olhar pelo espelho ví suas irmãs só de lingerie na porta do quarto, chamei as duas e beijei uma de cada vez, enquanto a do meio continuava "mamando".
   Pedi então que a mais nova, a bundudinha, ficasse de quatro e delicadamente comi aquela gostosa, meti direto no cuzinho, ela nem reclamou mostrando que gostava de dar a bunda. A mais velha pediu para me chupar tambem e mostrou que a arte da chupeta era de familia. Comí as três naquela noite e é claro que com várias paradas, me recuperava e voltava a bombar, virei freguês daquela casa e fiz uma feliz descoberta, três mulheres que adoravam dar a bundinha, era o paraiso.

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