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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

139-A Prima Gostosa do Dedé


   Meu amigo Dedé tinha uma prima que era uma delicia, chamava-se Lia e tinha um bundão que enlouquecia qualquer um, arrebitada e grande, uma cinturinha fina e uns seios que eu sonhava quando via naqueles decotes, chegava a me masturbar várias vezes quando ela vinha aqui em casa com Dedé.
   Lia passava o verão na minha casa me enlouquecia mas nunca tentei nada devido a minha timidez, um dia porem isso mudou. Fui ao quarto de Lia chamá-la para sair e ao entrar ela estava só com uma camiseta sobre aquele corpaço, ela aceitou o convite e tirou a camiseta na minha frente mesmo e ficou nua em minha frente, fiquei excitado na hora ao ver aquele corpaço com as marquinhas de sol quase que minimas, mas me contive.Lia então escolheu um biquini pequeno e preto e vestiu na minha frente, colocou um vestido colado no corpo e me pegou pela mão dizendo, Vamos.
   Resolvemos então que iriamos para o baile da carnaval eu, lia e minha namorada Raquel, fizemos um trenzinho e eu colado em lia senti aquele bundão e todas suas curvas, minha namorada ficou atrás de mim e assim seguimos dançando até que muito cansados decidimos ir para casa.
   Ao chegarmos em casa meus pais estavam instalados e só teriamos um quarto para dividir e assim fizemos, as duas foram tomar um manho e eu fui depois. Ao chegar no quarto uma cena extremamente excitante, minha namorada que tambem é bem gostosinha estava só de camiseta e Lia aoo seu lado tambem e pareciam dormir, deitei no meio das duas e começei a alisar a bunda de raquel, que se virou, me deu um beijo e pediu que eu comesse sua bundinha, aliás, Raquel foi uma das poucas namoradas que tive que tinha um tesão enorme em dar a bundinha, untei aquele rabinho com um óleo que eu sempre usava e começei a meter bem devagar, naquele cuzinho que era só meu. Nisso senti um beijo na nuca, era Lia que se esfregava em mim e eu busquei seu sexo e começei a excitá-la enquanto enrabava Raquel, não queria que minha namorada percebesse, parti então para cima dela pois sabia que ela caia em sono profundo depois do sexo e assim aconteceu. Então me virei para Lia e começei a chupá-la todinha, era uma delicia, mas eu queria aquela bunda, lambi e tambei untei com óleo e meti muito, como um verdadeiro tarado, ela gemia baixinho. nesse dia ganhei um rabo gostosissimo. No dia seguinte Raquel voltou para o trabalho e fiquei sozinho com Lia e aí realizei todos os meus sonhos com aquela gostosa.

sábado, 24 de setembro de 2016

138-Uma grande visita


   Éramos amigos de infância, passamos juntos toda essa fase de criança e quando adolescentes a vida acabou nos separando e não nos vimos mais, ela chegou a morar no mesmo prédio que eu e minha mâe a tratava como uma filha, era da casa, dormia aqui em casa quando seus pais precisavam sair à noite e assim fomos criados.
   Certo dia tocaram a campainha e ao atender me surpreendi com uma linda mulher, devido aos óculos escuros que usava acabei não reconhecendo mas era ela, minha amiga de infância.
   Abri a porta ela entrou me abraçou e eu ali só de cuecas, acabei me esquecendo esse detalhe e puxei para um abraço mais apertado, eu realmente me emocionei, mas ao vê-la pelo espelho não pude evitar uma ereção, ela ali na entrada do apartamento com uma bermuda de lycra enfiada na bunda(e que bunda) com uma minúscula calcinha e de costas para o espelho, fui à loucura.
   Ela então sentou-se no sofá e começamos a conversar e a conversa foi longa e nem vimos a hora passar, perguntei se ela não queria dormir ali que pela manhã eu à levaria para casa, sabia que morava na periferia e aquela hora nem ônibus tinha para ir para casa, ela aceitou fizemos um lanche e fomos assistir tv.
   Em uma cena da novela o ator principal abraçava a amiga e ficavam assim juntinhos olhando o mar, minha amiga então me olhou e perguntou se eu lembrava quando ficávamos assim e confesso que nem lembrei.
   Respondi com a sinceridade de sempre e disse que não lembrava mas se quisesse meu abraço teria à qualquer hora, ela apenas sorriu e perguntou se poderia tomar um banho e eu claro que disse que sim ela era de casa e assim ela foi. Ao sair me perguntou se eu ainda tinha aquelas amostras de lingerie que guardava e eu disse que agora vendia biquinis e era só ela escolher. Ao voltar ela estava com um modelo novo lindissimo que à deixou ainda mais gostosa e fez um desfile pra mim e eu a elogiei muito.
   Até que ela parou em minha frente e com as mãos na cintura perguntou se merecia um abraço, então à puxei e dei um abraço apertado com muito carinho, sentamos no sofá vimos mais um pouco de TV, conversamos e ela acabou adormecendo em meu ombro, ajeitei ela no sofá e fui para meu quarto, desliguei a TV.
   Como durmo tarde fiquei no quarto assistindo mais um pouco de Tv e resolví ir na cozinha beber um pouco de água, ao passar pelo sofá tive uma visão dos Deuses, minha amiga estava encolhida com aquela bunda toda esposta deliciosa e quase caindo do sofá, juro que foi por instinto, achei que fosse cair e coloquei as mãos em sua bunda segurando-a para não cair, só que o tesão bateu, ela tinha a pele lisinha e macia e aproveitei para alisar aquilo tudo, não resistindo e perdendo completamente a razão, afastei sua calcinha e cheguei naquela bucetinha que acariciei delicadamente, e coloquei a ponta da lingua, era toda deliciosa minha amiga e parecia estar em sono profundo, tirei então sua calcinha e abri suas pernas e aí sim caí de boca, aproveitei e tirei seu sutiã e chupei aqueles belos seios, mas parecia que estava me aproveitando de seu sono e fui para meu quarto, antes disso a vestí e a tapei com um lençol.
   No meio da madrugada acordei com ela na minha cama, me destapou e descobriu que eu estava nú, agora eu fingia dormir e ela fazia um gostoso boquete, me olhava nos olhos e voltava a chupar, quando de repente resolveu sentar em cima de mim e rebolou muito e assim passamos o dia inteiro, afinal de contas no dia seguinte era domingo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Uma Vizinha e Tanto-137

    Há anos eu moro em um prédio e por conhecer todos os vizinhos , alguns deles deixam as chaves aqui para o caso de perderem terem a chave reserva.
   Pois certo dia estava na janela e ví uma loira escultural entrar no prédio, e como não sabia quem era resolvi investigar e descobri que estava no apartamento em frente ao meu, justamente um dos apartamentos que eu tinha as chaves
   Devo dizer que minha vida andava um tanto quanto parada e eu precisava alguma aventura para sair do marasmo.
   Descobri pela faxineira do prédio que aquela bela mulher ficaria no apartamento durante um mês e arquitetei um plano de entrar e tentar algo com ela como se fosse por acaso.
   Em uma manhã, peguei minhas ferramentas e entrei no apartamento e começei a consertar o piso que estava descolando e eu já tinha visto quando o proprietário visitou o apartamento ainda no ano passado, antes de começar fui dar uma espiada no quarto e ví essa cena da foto, a loira estava divina numa calcinha amarela, com o bundão todo exposto, uma delicia de mulher, eu nem achava que era tudo isso até me deparar com essa cena.
   Voltei aos meu afazeres quando olho para trás e a loira apenas com essa calcinha me perguntou quem era eu e o que estava fazendo ali aquela hora da manhã, respondi que era o vizinho e que cuidava do apartamento quando o proprietário não estava, ela sorriu e me disse que deveria ter avisado, que ela poderia estar nua, respondi sorrindo que nem precisava estar nua, que daquele jeito estava ótima, ela sorriu e me ofereceu um café, achei até estranho que não foi vestir algo, mas era tão gostosa que eu estava hipnotizado por sua beleza.
   Pedi desculpas por não ter avisado e que só entrei por pensar que não houvesse ninguem em casa, mas que ao vê-la fiquei hipnotizado e acabei até esquecendo o que tinha ido fazer lá, ela sorriu mais uma vez e respondeu que nem era tudo isso, mas eu aproveitei e disse que aquele corpo era belíssimo, pena que não era minha, ela me olhou nos olhos e perguntou se era por isso aquele pau duro sob a calça de abrigo e eu respondi obviamente que sim. Aproveitei para liberar o pau e segurando mostrei para ela dizendo:-olha só como tu me deixou, ela então se ajoelhou em minha frente e caiu de boca deliciosamente, me olhou e disse que adorava acordar assim, mas que desde que brigou com o último namorado não tinha mais realizado esse prazer, quase gozando disse à ela que era todo dela.
   -Só falta tu me dizer que não tem ninguem te comendo? e ela confirmou que há dois anos não sentia um pau duro, era meu dia de sorte, rolei com ela no chão frio da cozinha e meti com vontade naquela buceta gostosa, ela gemia baixinho no meu ouvido, chupei seus seios que eram de tamanho médio, chupei sua xotinha molhada e perguntei se me daria a bundinha, ela disse que não gostava, mas me daria de quatro na cama. Peguei ela no colo e levei até o quarto, coloquei ela de quatro e comi gostoso, só olhando meu pau entrando naquela bucetinha, aquela bunda era fenomenal.
   Acabei dormindo ali e nos divertimos fazendo sexo de todas as formas até que um dia comí aquele cuzinho aapertado, ela não gostou mas tambem não reclamou, apenas não quis mais dar.
   Durante todo o tempo que ela ficou ali viramos fervorosos amantes, foi uma bela relação.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Bela Cadeirante e suas Irmãs...136

          E lá estavam elas de novo, no mesmo horário, no mesmo lugar e me olhavam e davam risinhos, cochichavam alguma coisa, fingiam fazer fotos sempre comigo no fundo, até que eu as surpreendi ampliando a foto e me buscando. Brinquei com elas dizendo que se quisessem tirar fotos comigo era só pedir e elas parece que se envergonharam, mas fizeram as fotos e acabamos ficando amigos.
   Todas as vezes que nos encontrávamos era a mesma coisa elas ficavam de longe cochicahndo e rindo para mim, a diferença é que agora me conheciam, sabiam que eu era solteiro e estava dispovível. E foi então que tudo aconteceu...
   Vale descrevê-las. A mais nova tinha um belo corpo devia ter uns 40 e poucos anos e tinha fogo no olhar, a do meio era cadeirante e essa me olhava de um jeito diferente, como que encantada, tinha tambem um belo corpo, seios grandes do jeito que gosto e uma cara de safada. A mais velha mostrava que tinha sido uma bela mulher, ainda trazia muita beleza tanto de rosto como de corpo, aliás era a que usava as roupas mais justas no corpo, evidenciando ser uma bela mulher, como disse antes, pelo olhar dava para ver o fogo no olhar.
   Certo dia, sentei junto delas e perguntei porque me olhavam daquele jeito e confessei que estava ficando envergonhado, afinal de contas eram belas mulheres e eu estava ficando excitado com aquela história toda, aí elas se soltaram e revelaram o porque de tirar as fotos e o porque dos sorrisos.
   A irmão do meio estava sem sexo desde o acidente que sofreu e ao me ver pela primeira vez confessou às irmãs que com um cara como eu ela transaria mesmo que tivesse dificuldade e essa foi a primeira demonstração dela em relação ao assunto e por isso as irmãs quiseram fazer as selfies para comentar com outras amigas.
   Eu muito envaidecido disse que para mim seria um prazer, afinal de contas ela era uma bela mulher e se as irmãs participassem seria uma festa total, todas riram e perguntaram se eu queria ir na casa delas, fui e não me arrependi.
   Ao chegar, ajudei com a cadeira de rodas e peguei a moça no colo para levá-la para dentro de casa e perguntei onde colocá-la e ela me disse:-na cama. entrei no quarto e sorrindo perguntei se queria ajuda para trocar de roupa, ela prontamente respondeu que sim e fui tirando peça por peça, primeiro o blusão, então pela primeira vez ví de perto como eram deliciosos aqueles seios, que mesmo por debaixo da blusa se revelavam.Tirei então a calça e as curvas antes escondidas começaram a aparecer, era coxuda e estava com uma calcinha pequena enterrada numa bunda sensacional, coloquei ela sentada e tirei a camiseta e seus seios pularam, ela não usava sutiã, beijei aqueles bicos, suguei provocando arrepios em seu corpo, aproveitei e abri um pouco suas pernas e então tirei sua calcinha, ela sorriu e disse que não sentia aquilo há tanto tempo que parecia a primeira vez, ao ver que tinha sensibilidade ali, cai de boca e então percebi que o caso dela não era tão grave, ela não caminhava por fraqueza nas pernas, perguntei se ela queria algo especial e ela pediu para me chupar, eu excitadíssimo oferecí meu membro durissimo, ela chupou como uma mestre na arte da felação, quase gozei, foi quando ao olhar pelo espelho ví suas irmãs só de lingerie na porta do quarto, chamei as duas e beijei uma de cada vez, enquanto a do meio continuava "mamando".
   Pedi então que a mais nova, a bundudinha, ficasse de quatro e delicadamente comi aquela gostosa, meti direto no cuzinho, ela nem reclamou mostrando que gostava de dar a bunda. A mais velha pediu para me chupar tambem e mostrou que a arte da chupeta era de familia. Comí as três naquela noite e é claro que com várias paradas, me recuperava e voltava a bombar, virei freguês daquela casa e fiz uma feliz descoberta, três mulheres que adoravam dar a bundinha, era o paraiso.

sábado, 27 de agosto de 2016

Dando pro Meu Vizinho-135

Oi a todos! Meu nome é Rayanny(Sapinha), tenho 19 anos, sou morena, baixinha, 56klos e tenho um bumbum bem empinadinho e redondinho e adoro desfilar ele nas festinhas que vou.

Ano passado uma de minhas amigas completou 18 anos e já fazia muito tempo que nós não nos víamos. Então ela me convidou para ir a uma boate com ela pra gente comemorar. Eu tinha um namoradinho, mas preferi ir sozinha, pois a gente queria colocar o papo em dia.

Ficamos nós duas na boate, conversando, bebendo e dançando, até umas 2:00hs da manhã. Depois de um tempinho ela ligou para o pai dela, pois ele ia buscá-la. 

O pai dela chegou e ela me perguntou se eu gostaria que eles me deixassem na minha casa. Respondi que não era necessário, pois a minha casa ficava há apenas uns quatro quarteirões, e eu iria sozinha mesmo. Na verdade eu queria era ficar na boate mais um pouquinho. 
Continuei bebendo e conversando com um pessoal que se aproximou de mim depois que minha amiga foi embora. Logo um cara chamou minha atenção e resolvi apostar nele. Ficamos juntinhos, bebendo e conversando, mas logo comecei a achar ele muito chato.
O cara era muito ruim de conversa e ficava o tempo todo me perguntando sobre quais coisas eu queria falar. Aff! Fiquei agoniada e falei que eu ia embora, pois já eram quase 3:00hs da manhã. Ele se ofereceu pra mim levar, mas recusei. Eu estava um pouco bêbada, mas consciente, e ainda conseguia muito bem encontrar minha casa.

Quando cheguei no portão do conjunto de condomínios que eu morava, abri minha bolsa e procurei a chave. Só então me lembrei que eu não a tinha levado. Como é um destes condomínios de pobre, sem portaria, não ia adiantar eu ficar batendo no portão.

Peguei meu celular para ligar para o meu pai ou meu irmão, mas descobri que estava sem bateria. "Que droga!", pensei e comecei a ficar chateada. Desci a rua novamente procurando um telefone público. 

Liguei em casa e ninguém atendeu. Liguei para o meu irmão e o celular dele estava desligado. Liguei a cobrar para o meu pai e ele falou que tinha saído com uns amigos, pois tinha pensado que eu ia chegar mais tarde com a minha amiga.
Para não deixar meu pai preocupado, eu não falei pra ele que eu estava sem chave, apenas pedi pra ele não demorar muito porque meu irmão não estava atendendo e eu não queria ficar sozinha em casa.

Para não ficar exposta na frente do portão do condomínio, fui para o estacionamento ao lado. Havia um portão lá também, mas os meninos haviam feito um buraco no muro e eu entrei por ele. Nossaaa!! Eu sou muito corajosa, mas a escuridão do estacionamento estava me deixando com medo.
Me sentei na escada do estacionamento e fiquei lá, pensativa e quase dormindo, de tão bêbada que eu estava. Minha cabeça estava rodando, mas eu tinha que ficar acordada, senão poderia aparecer algum homem por lá e se aproveitar de mim.

Depois de uns 15 minutos que eu estava lá ouvi um carro entrando. Não prestei muita atenção, apenas abaixei a minha cabeça e continuei quase cochilando.
- Oi, menina... o que está fazendo sozinha aí? - ouvi um homem falar. Eu estava muito bêbada mesmo, mas consegui reconhecê-lo.

O homem era um de nossos vizinhos. Ele tinha uns 45 anos, bem atraente, separado da esposa e pai de um menino com quem eu já tinha ficado.
- Estou esperando meu pai... esqueci a chave de casa! - falei com esforço, pois meu raciocínio ainda estava lento.

- Se você quiser, pode ficar na minha casa até ele chegar! - meu vizinho respondeu.
- Não, obrigada... vou esperar meu pai! - respondi de imediato. Como eu sabia que ele era separado, com certeza ele ia querer transar comigo.

- Então toma uma cerveja comigo! - ele falou. - O bar fechou e eu trouxe algumas pra beber em casa... mas não gosto de beber sozinho!
- Tá... mas só se for pra beber aqui... na sua casa não! - falei e ele concordou.

Depois que falei isso o meu vizinho abriu a porta do carro e pegou duas latinhas de cerveja. Me sentei no porta-malas do carro dele e ficamos bebendo e conversando. Depois ele ligou o som bem baixinho e gostei mais ainda. Diferente do rapaz da boate, meu vizinho era muito bom de conversa. 

Terminei de beber a minha latinha e ele imediatamente me deu outra. Eu já sabia que ele queria mesmo era me deixar mais bêbada, e não me importei muito. Desde a separação dos meus pais eu andava meio perdida, sem encontrar muito sentido nas coisas. 

Depois da terceira latinha o meu vizinho resolveu atacar. Do jeito que eu estava sentada no porta-malas do carro ele veio e ficou no meio das minhas pernas. Quando dei por mim ele estava com as mãos na minha cintura e me beijando na boca.

- Não, moço... posso fazer isso não!! - falei e pulei do porta-malas do carro dele, tentando me livrar daquele assédio. Comecei a caminhar em direção à escada novamente. 
- Espera, gatinha... volta aqui! - meu vizinho falou e me agarrou por trás.

Abri a boca para gritar mas eu estava tão bêbada que nem consegui. Meu vizinho me abraçou por trás e começou a beijar o meu pescoço, enquanto suas mãos levantavam minha saia e acariciavam as minhas pernas, tocando minha buceta por cima da minha calcinha. Seus toques deixaram minha cabeça ainda mais confusa.

Em poucos segundos a mão dele subiu por dentro da minha blusa e empurraram meu sutiã pra cima. Nossaaaa!! Quando os dedos dele tocaram os biquinhos dos meus peitinhos eu gemi e senti minhas pernas bambas. Meu vizinho ia meter em mim, e eu não ia conseguir dizer não.

Rapidamente ele abriu a porta traseira do carro e me empurrou pra dentro. Depois ele entrou também, se sentando ao meu lado. Voltei a falar que eu não queria, mas ele não se importou e começou a me beijar novamente.
- Chupa meu pau, gatinha... chupa...!! - ele falou e abriu sua calça.

Nossaaaaa!! Depois que ele tirou o pau pra fora, o cheiro de pica invadiu meu nariz. E eu adoro cheiro de rola. Peguei no pau dele e comecei a chupar lentamente, enquanto ele levantou minha saia por trás, afastou minha calcinha para o lado e começou a enfiar os dedos na minha buceta.

- Caralhooooooo... que boquinha gostosa, menina...!! - meu vizinho falou e começou a gozar na minha boca. Como ele estava segurando firme a minha cabeça, eu não consegui sair a tempo. Comecei a engasgar e não tive saída a não ser engolir toda a porra dele.

Agora sim! O efeito da cerveja subiu e caí no banco, meio adormecida. Vi pouca coisa. Só sei que ele abriu a porta do carro, me puxou pra fora, colocou um de meus braços em seu ombro e fomos caminhando até as escadas. Quando percebi eu estava deitada na cama dele.

- Nãooooooooo... não faz isso... eu quero ir pra minha casa...!! - falei, ou pelo menos acho que falei, pois ele começou a tirar toda a minha roupa, me deixando completamente nua. Em seguida ele começou a chupar os meus peitinhos, lambendo e dando mordidas nos biquinhos.

Minha cabeça rodava, mas comecei a sentir um pouquinho de tesão, principalmente quando ele se sentou em cima de mim e iniciou uma espanhola nos meus seios. Nossaaaa!! Ele apertou meus peitos juntinhos e ficou enfregando o pau no meio deles. Meu deusss!! Que safadeza!

- Agora vou comer essa bucetinha, tá? - meu vizinho falou e foi se ajeitando entre minhas pernas. Lentamente ele levantou minhas duas pernas e as colocou em seus ombros, me deixando toda exposta para o seu pau. Logo vi ele abrindo a camisinha e vestindo sua pica. Ele ia me comer mesmo.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh... não faz isso não, moçooooo...!! - gemi quando o pau dele foi entrando lentamente na minha buceta. Não doeu, pois eu estava um pouco lubrificada, mas senti minha perereca ficar cheinha de pica, o que me fez pensar que a piroca dele era bem grossa.

Ele começou um movimento de vai-e-vem bem lento e foi aumentando, soltando gemidos de prazer. Aquele balanço que nossos corpos faziam fez com que eu dormisse. Sim, é verdade. Dormi como uma pedra. Nem sei por quanto tempo ele ficou me comendo.

Quando acordei eu estava na minha cama, na minha casa. Perguntei ao meu pai quem tinha me levado pra lá e ele só me disse que não sabia, que quando chegou da rua de madrugada, eu estava deitada em frente à porta da nossa porta, dormindo tranquilamente.

Vocês podem achar que sou doida, mas não fiquei com raiva do nosso vizinho. Pelo contrário, desenvolvi um carinho tão grande por ele, pela forma como ele me tratou bem, não me machucou nem nada. Ele poderia muito bem ter me comido sem camisinha, só pra me engravidar.

Todos nós conhecemos aquele ditado horroroso que diz que "cú de bêbado não tem dono". Então, ele poderia ter comido meu cuzinho virgem também, e não o fez. Acho até que ele teve dó de mim. Se fosse outro homem talvez eu não tivesse tido o mesmo tratamento.

Nunca toquei neste assunto com ele, e nem ele comigo. Hoje em dia passamos um pelo outro e apenas nos cumprimentamos, como se nada tivesse acontecido. Não contei pra ninguém, nem para o meu pai, nem para o meu irmão. Meu pai é nordestino e adora uma briga. Melhor deixar quieto.

Enquanto escrevo isso estou pensando em voltar a sair com o filho do meu vizinho, só para me aproximar mais dele. Minha perereca coça de vontade de repetir a aventura com ele, mas dessa vez, totalmente sóbria.





sexta-feira, 29 de julho de 2016

134-A Familia do Cicinho

    A familia do cicinho era o sonho de todo punheteiro adolescente, eu vivia na casa de praia dele porque era mulher bonita para todos os lados e eu naquela fase...
   Não sei qual a origem daquela familia mas eu ficava curioso com tanta mulher gostosa, eram as irmãs, as primas, as tias, a mãe e até a vó dele, uma senhora de quase setenta anos que desfilavam de biquini pela casa e nós, amigos do Cicinho ficávamos loucos pela mulherada e ficávamos imaginando aquelas mulheres nuas, as vezes arranjávamos um jeito de espiar alguma delas trocando de roupa.
   Um dia acabei namorando uma das irmãs de cicinho, depois uma prima e fui me aproximando cada vez mais daquelas beldades, eu já era de casa.
   O tempo passou e eu acabei tendo minha vida completamente mudada e começei a trabalhar como stripper e numa noite ao entrar no salão ví uma parte da familia do cicinho ali, fiquei na minha afinal de contas eu vivia fantasiado e ninguem me reconheceria, descobri que era a despedida de uma das irmãs de cicinho, justamente aquela que namorei. Entrei dançando e passei em frente à elas e aí ví que a mãe , as tias, as primas estavam todas ali se divertindo, era minha vez de diversão e eu ia aproveitar aquelas gostosas. Quem sabe como funciona uma despedida de solteira numa boate dessas, tambem sabe que vale tudo e eu estav disposto a matar aquela vontade da adolescência. Primeiro peguei a mãe do cicinho e começei a dançar com ela, as outras só gritavam, coloquei ela sentada numa cadeira em cima de um palco e começei a dançar em volta dela, num gesto rápido fiquei nú e ela fez aquela cara de safada que eu tanto gosto, peguei a minha capa e coloquei ao redor dela e cheguei bem perto, ela entendeu o recado e caiu de boca no meu pau, chupava como uma putinha, eu não acreditava, minha musa estava ali, pedi que tirasse a roupa e que ficasse de quatro naquela cadeira, a putona ficou e comi aquela que era meu desejo de adolescente, arrumei ela dei um beijo e saimos dançando, então fui até o encontro de uma das tias, muito gostosa tambem e fiz o mesmo, fiz assim com todas aquelas que foram meu "sonho de consumo", não gozei, era só pelo prazer de tê-las só para mim, se eu soubesse que eram fáceis assim teria tentado alguma coisa naqueles tempos de praia. Voltei até a mesa pra mais algumas brincadeiras e a Vó de Cicinho me chamou e perguntou se ela não iria na cadeira tambem, peguei sua mão e levei até lá, para se ter uma idéia, a véia era tipo atriz norte americana, com tudo em cima, estava com um vestido curto, até curto demais para uma senhora, mas sentou na cadeira e eu fiz a dança, quando viu meu pau enlouqueceu e chupou muito, e melhor que as filhas, resolvi ser tarado por completo e tambem coloquei ela de quatro, tava bem gostosinha, se ela soubesse quem era certamente não estaria ali, mas comi e bem gostoso, não segurei e acabei gozando, aquela sessentona era demais, ficou faltando só a noivinha, mas essa eu já tinha comido anos atrás...

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A "Boa" Vizinhança da Praia-133


    Há alguns anos começei a frequentar as casas que meu pai me deixou de herança. Na realidade nem o conhecí mas me deixou alguns omóveis que mudaram bastante a minha vida.
   Só para dar um exemplo, ganhei duas casas numa praia bastante badalada em Santa Catarina e começei a aproveitar o verão de um jeito que eu nunca tinha imaginado.
   Ajeitei uma das casas para mim e coloquei câmeras de segurança em lugares estratégicos da casa, eu gostava de me sentir seguro e era uma maneira mais fácil de vigiar os empregados que mesmo sendo de confiança, ficavam muito tempo sozinhos nas casas e isso me preocupava um pouco e eu adquiri o hábito de acompanhar o dia a dia das pessoas e de tentar entender um pouco do lado psicológico delas.
   Como as duas casas eram iguais resolvi alugar uma enquanto estava na outra e depois troquei, mas a instalação das câmeras eu fiz nas duas e tinha  uma central em cada uma delas. No primeiro ano consegui um bom dinheiro , pena que era no máximo até abril, já que nos meses seguintes esfriava muito e não ia ninguem para lá.
   Num mês de janeiro recebi dois casais que vieram junto com mais uma moça solteira, os dois casais tinham um filho quase da mesma idade e a moça tinha duas filhas e era separada, notei que as três mulheres eram muito gostosas e bastante parecidas, embora uma delas chamasse mais a atenção pelo seu corpo escultural e as meninas além de bonitas tambem tinham belos corpos.
   As três mulheres eram irmãs e poucas vezes ví mulheres tão belas numa mesma familia e aquilo aguçou minha curiosidade.
   Como eu tinha as câmeras, não resisti e começei a acompanhar o dia a dia daquelas verdadeiras deusas.
   Nos encontrávamos todas as manhãs quando eu aproveitava para dar uma corrida na beira da praia e ficava fascinado cada vez que via aquelas mulheres de biquini, eram verdadeiras esculturas, e os trajes bem pequenos. As meninas tambem usavam biquinis pequenos que deixavam aquelas bundinhas espostas para minha alegria.
   Descobri então que as três irmãs eram muito safadas e gostavam de se insinuar para os homens num bar que fica na praia vizinha, era o que eu precisava para perder a vergonha de vigiá-las.
   Certo dia, ao ficar na frente dos monitores de segurança notei que um dos meninos estava sozinho com a prima mais velha e isso certamente daria em alguma coisa e eu estava certo, os dois se atracaram num beijo, no inicio bastante timido e aos poucos a coisa esquentou, ainda mais que os dois ainda estavam com seus trajes de banho, a menina sentou no colo do menino e ele colocou as duas mãos naquela bundinha deliciosa , chegou a dar inveja daquela cena, o rapaz então tirou a aprte de cima do biquini e começou a chupar aqueles seios que eram bem grandes, depois ela se ajoelhou e caiu de boca na pica do rapaz e chupou muito, ele então resolveu colocá-la de quatro e começou a meter bem devagar naquela potranca, acabei saindo e nem ví como aquilo tudo terminou mas começei a ficar mais atento.
   Dois dias depois ví que os dois primos "pegaram" a mesma prima e fizeram um sanduiche com a gostosinha e ela delirava, os dias foram passando até que veio a grande surpresa. Numa tarde estavam na casa os dois primos sortudos e uma das irmãs, ela só de biquini vermelho com aquele bundão todo de fora, ela levou alguns parentes até a porta e ao voltar sentou no meio dos dois meninos e começou a conversar, parecia uma bronca mas ela pegou no pau do mais novo e começou a acariciar, em pouco tempo já estava chupando, depois ficou de quatro ainda chupando quando o outro primo e filho da loira se posicionou atrás dela e sem pedir começou a meter naquela bunda maravilhosa, o primo mais novo saiu de repente e ficaram a sós mãe e filho se divertindo como velhos amantes, foi aí que entrou a irmã do meio, a tal que falei que era escultural, ela estava com um shortinho de lycra e ao entrar na sala já foi entrando na brincadeira e o sobrinho comeu aquela gostosa tambem, eu fiquei maravilhado com a cena e arrumei um jeito de me aproximar e em pouco tempo virei amigo delas e depois consegui comer uma por uma e até teve um dia que peguei as três irmãs no mesmo dia, mas isso é outra história.