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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Vizinho Tarado


 



Quero dividir com vocês o que me ocorreu após ter trabalhado e ido a faculdade e voltava para casa, na epoca tinha 18 anos não podia dirigir, ai encarava o onibus.
Entrei no ônibus que já estava lotado e fiquei em pé, como quase sempre ocorria. Não demorou muito e a minha bundinha empinada sob a sainha chamou a atenção de um homem mais velho que se posicionou atrás de mim, eu cansada e sendo chacoalhada para todo lado e de repente sinto que ele encostou de leve na minha bundinha, imediatamente senti um arrepio que subiu até a minha nuca, deixando meus pelinhos em pé, nunca tinha sentido aquilo no ônibus e não sei por que estava sentindo agora.
Conforme o ônibus balançava ele foi encostando em mim e ficando mais ousado. O cara foi me apertando cada vez mais e quando alguém passava ele aproveitava e me prensava contra o banco. Como não tinha para onde ir, ele me encoxava gostoso e nem desencostava mais. Senti o pau dele crescendo mesmo sob a calça e imaginei que deveria estar duro como uma rocha e isso me deu muito tesão e a minha bucetinha ficando molhada era a prova de que eu estava gostando da brincadeira. Então, cheio de tesão, ele cochicou no meu ouvido que a minha bundinha era muito gostosa e que estava de pau duro, instintivamente empinei a bunda e ele gemeu no meu ouvido e me chamou de safada. Passou a me encoxar descaradamente, o pessoal que tava sentado no banco percebeu que tava acontecendo algo e também ficaram de pau duro, com inveja do taradão que me encoxava se deliciando com a minha bundinha redondinha e empinada. Me assustei quando ele falou que queria tocar na minha bucetinha e em seguida senti sua mão deslizando pela minha bunda e descendo até a entradinha da minha bucetinha, passou o dedo sobre a calcinha e com incrível habilidade puxou a calcinha com um dedo enquanto o outro tocou a entradinha totalmente molhada da minha bucetinha. Tive que me conter para não gemer gostoso e não dar bandeira do que acontecia, isso durou um bom tempo, até que ele disse que tinha que descer e acho que o safado deve ter até gozado dentro da calça dele de tanto tesão que estava.
Fiquei na minha e discretamente arrumei minha calcinha e desci quase no ponto final e fui para a minha casa com a bucetinha pegando fogo, tomei um banho e bati uma siririca pensando no pau do cara e gozei deliciosamente, mas precisava de um pau de qualquer jeito, tinha que dar para alguém e tinha que ser hoje! rsrsrs
Quando anoiteceu, lá pelas 23 horas, escutei o meu vizinho chegar e dei uma desculpa para minha mãe de que ia assistir televisão na casa dele. Coloquei uma calcinha provocante e uma mini-saia com uma blusinha bem leve, que mostrava meus seios pequenininhos mas muito provocantes.
Toquei a campainha e o meu vizinho, Carlos, atendeu e eu perguntei se podia entrar para assistirmos um programa que ia passar na tv. Ele que sempre foi tarado por me comer e eu nunca deixei, a gente costumava assistir filmes juntos e às vezes ele pegava nas minha coxas e nos peitinhos e eu tirava a mão dele, ele colocava também a minha mão no pau dele, eu apertava e depois tirava a mão e ficávamos nessas brincaeiras mas sem ir adiante. Pediu para eu entrar e me disse que iria tomar um banho pois tinha acabado de vir do trabalho, eu fiquei esperando na sala da casa dele, e percebi que a família dele tinha se deitado, pai,mãe e irmã, então dei um pulo no banheiro com uma desculpa de que estava apertada, como a porta estava só encostada, entrei e o Carlos sorriu e virou de frente para que eu pudesse ver melhor o pau dele que começou a ficar duro, então ele me pediu para mostrar os peitinhos para ele, eu levantei a minha blusa e ele olhava e punhetava o pau bem devagar, esticou a mão molhada e pegou no meu seio, eu disse: "calma lá, é só para olhar" e ri da cara de tarado que ele fez. Então ele pediu para virar de costar e ficar de quatro sobre a tampa da privada e mostrar a bundinha, como eu estava cheia de tesão nesse dia, imediatamente fique na posição e levantei minha sainha bem devagar, ele ficou completamente tarado e punhetava mais rápido, pediu para mostrar a bucetinha e eu puxei meu fio dental para o lado e ele teve uma visão total da minha bucetinha novinha, desligou o chuveiro na hora e eu fui para a sala esperá-lo.
Em seguida o Carlos apareceu de calção e camiseta e sentou ao meu lado, eu fingindo que assistia televisão e que estava muito interessada no filme, ele começou a passar a mão nas minhas coxar e me beijou, eu correspondi por 3 segundos e disse que ele tinha namorada e que ela era ciumenta, Carlos nem ouviu o que falava, foi pegando nos peitinhos e me beijou de novo e eu no joguinho de deixá-lo excitado e então tirava a mão dele, ele vinha de novo e passava a mão nas minhas coxas, seios, barriga, beijava meu pescoço e então pegou na minha mão e disse: "olha como está duro" e colocou-a sobre o pau dele que mesmo dentro do calção deu para sentir que pulsava como se fosse explodir de tão duro. Meu tesão foi a mil nessa hora, mas eu continuava fazendo o joguinho da "santa puta", apesar de já estar mais puta do que santa..rsrsrs
Carlos então me falou que estava louco para comer a minha bucetinha que eu era uma delícia, gostosa, que vivia provocando ele, deixando de pau duro e caindo fora, essas coisas que os homens dizem quando querem comer a gente, eu disse que não podia dar a bucetinha para ele, mas ia chupar o pau dele, então levei minha boquinha até a cabecinha do pau e coloquei a minha linguinha nela e fui descendo até o saco, ficava chupando as bolas dele e subia de novo até a cabecinha, ele não aguentando mais empurrou a cabeça na minha boquinha, mas ela mal cabia e fiquei chupando o pau dele por uns 15 minutos e então ele disse que tinha que me comer de qualquer jeito e eu consenti que ele podia colocar o pau nas minhas coxinhas, ele abriu um sorriso, deitou no sofá já peladão e eu deitei de costas para ele, ele passou a mão na minha bucetinha e viu que estava totalmente molhada, escorrendo de tesão e disse: " sua bucetinha tá querendo o meu pau, veja! " e me mostrou o dedo melecado de meus sucos vaginais e então colocou o dedo na boca e chupou com gosto, em seguida abriu minhas pernas e colocou o pau dele no vão das minha coxas, bem encostado na bucetinha, senti um arrepio percorrer toda a minha coluna vertebral e Claudio bombava devagar, curtindo o contato da minha bundinha de encontro a ele, eu sentia o saco encostar nas minhas coxas e a cabeça do pau dele aparecia na frente enquanto esfregava no meu grelhinho, estava muito bom e eu quase gozei de tão gostoso. Ele pegava nos meus peitinhos e bombava nas minhas coxinhas, então pediu para colocar só a cabecinha na bucetinha por que queria sentí-la pelo menos uma vez, eu disse que podia, mas ia ficar segurando o pau dele com a minha mão para que ele não empurrasse tudo para dentro, ele concordou e peguei no pau duro e grosso dele e coloquei a cabecinha na entradinha da bucetinha, senti um choque de tesão e o Carlos o gemia e dizia que eu era uma putinha gostosa e safada, que tava louca para dar para ele, que ia foder gostoso a minha bucetinha e depois iria gozar na minha boca, eu fiquei com mais tesão ouvindo aquilo e sentindo a cabecinha do pau me foder, até que não aguentei mais e soltei o pau dele, imediatamente ele empurrou tudo para dentro e eu gemi gostoso, finalmente estava dando a bucetinha para um caralho gostoso que me fodia maravilhosamente bem. Carlos começou a bombar sem parar, o pau dele entrava e saia da minha bucetinha apertada escorregando gostoso devido à superlubrificação da perseguida, ficou me fodendo um bom tempo e eu disse para não gozar dentro de jeito nenhum, que se ele quisesse poderia gozar na minha boca (melhor na boca do que ficar grávida de bobeira), em seguida ele tirou o pau de uma vez, se levantou como um raio e enfiou o pau melecado na minha boca e gozou na minha garganta, eu tirei o pau dela da boca e levei outra gozada no rosto, então coloquei o pau na boca e fiquei curtindo o pau dele latejar e derramar as últimas gotas, fiquei chupando ele e com o dedo na minha bucetinha em batia uma siririca até que gozei, satisfeita, o pau do Carlos foi amolecendo e eu aproveitei para limpar o rosto, beijá-lo e disse que estava indo embora.
Voltaria muitas vezes para "assistir filmes" com ele, mas sempre fazia o joguinho do "não quero dar" e isso deixava ele ainda mais tarado, mas nem sempre eu dava para ele, às vezes fazíamos um 69 e ele chupava a minha bucetinha enquanto eu chupava o pau dele até gozarmos, ou ficava batendo punheta e chupando o pau dele, enquanto ele pegava nos meus peitinhos e eram sempre brincadeiras gostosas pois ele estava quase noivo e eu não queria problemas com a namorada dele e queria só me divertir.
Espero que gostem e que votem no meu conto que escreverei outros para vcs baterem gostosas punhetas.
Beijos

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Comendo a Doutora

 
Bom, vou começar me apresentando: tenho 16 anos, sou moreninho, 1,75m (nem muito alto e nem muito baixo). Então, eu sou um garoto de 16 anos que tenho certos receios como a maioria em relação ao tamanho do pênis, crescimento hormonal, etc. Então, falei com meus pais e eles me levaram à uma endocrinologista, ela era uma médica bonita, com um corpo delicioso DE-MAIS! e nem parecia ter a idade que tinha, até porque eu era mais alto que ela e parecia ser mais velho. Então, desde a minha segunda consulta com ela eu comecei a ter fantasias com aquela mulher e eu estava decidido a transar com ela (eu não era mais virgem quando comecei a me tratar com ela, pois pedi a virgindade um pouco antes de eu começar o tratamento). Ela falou que eu precisaria ir ao consultório dela regularmente até ela achar que não precisava mais. Então, fui à terceira consulta, foi quando começou o tratamento do meu pênis, pois no começo foi sobre crescimento, aí, ela pedi pra que eu tirasse a roupa e ficasse pelado pra que ela examinasse (é, eu não sabia que era assim mas tudo bem), então, ela olhou e olhou, até que ela botou a mão (meu pênis tem 14cm flácido e 18 ereto) ela olhou e só, disse que na próxima consulta faria outras coisas. Eu já fiquei com umas ideias porque eu também queria fazer outras coisas. Chegou à quarta consulta, desta vez fui sozinho, sem minha mãe ou meu pai. Chegando lá, ela pediu mais uma vez pra que eu tirasse a roupa e deitasse, naquela vez ela perguntou com que idade eu havia perdido minha virgindade (ela percebeu porque não tinha mais o freio do pênis e no homem é visível), eu disse que foi com 16 um pouco antes de eu começar a me consultar e ela falou ata! Aquela doutora estava com um ar muito safado, eu acabei imaginando que ela quisesse a mesma coisa que eu. Então, meu pau começou a ficar duro e ela deu um sorrisinho pra mim e eu pra ela. Então, eu levantei da cama e dei um beijo nela daqueles, ela começou a tocar pra mim e depois ela falou: você não me aguentaria, sou mais velha e mais experiente, você é novinho ainda e começou agora nisso. Então eu falei: quer ver o inexperiente aqui? quer experimentar? ela disse: vamos lá! Então, segurei a cabeça dela, e fui fazendo ela beijar meu corpo todo, até ela chegar no meu pau, como aquela mulher chupava gostoso, eu estava delirando com aquela linguinha passando pela minha cabeça do pau toda. Então, levantei e a joguei na cama do consultório dela lá e comecei a tirar a roupa dela, chupei os peitos dela e depois chupei aquela bucetinha rosadinha toda, deixei ela molhadinha naquele grelinho. Aí, peguei a camisinha que eu havia levado pois eu já estava com aquilo na mente, e ela foi colocando pra mim, segurando a pontinha com a boca e colocando até o fim do meu pênis, ela virou de quatro e falou assim: vai, come minha bucentinha vai, enfia essa rola aí, vai novinho, vai. Eu na hora, enfiei naquela cachorra, dei vários tapas nela e ela foi à loucura e eu também, nem estava acreditando que estava comendo aquela bucetinha. Depois deitei no chão e ela cavalgou muito no meu pau, transamos feito loucos ali. Até que eu gozei pra caralho na boca daquela doutora gostosa. E no final ainda falei assim: e aí, o inexperiente foi bem? e ela respondeu: bem melhor do que muitos outros mais velhos. E até hoje eu que consulto a bucetinha dela. Espero que tenham gostado da minha aventura com a minha doutora.

sábado, 17 de agosto de 2013

Duas Gostosas em Casa




Passo a relatar a continuação da excitante história de amor iniciada no conto “Transformando uma mamãe em vadia no estacionamento”. Recomendo que o leiam.
Esta história iniciou-se há algum tempo, quando tinha 27 anos (hoje estou com 31). Para aqueles que ainda não me conhecem, sou Felipe, com 1,70m, corpo atlético e bem definido, cabelos pretos e olhos castanhos. Formado em Educação Física e atualmente trabalhando numa empresa de fitness na cidade de São Paulo.
Namorava uma garota chamada Amanda, mas devido à distância e o longo período sem nos vermos, terminamos. Agora namoro a Máira, uma linda garota que conheci num teatro.
Desde que começamos a namorar temos um relacionamento intenso, regado por uma ardente paixão e horas excitantes de amor e sexo que praticamos loucamente. Nosso amor é assim: caloroso, ardente, picante e excitante. E depois de algum tempo em casas separadas resolvemos morar sob o mesmo teto, a Máira, sua filhinha Priscila e eu.
Priscila, desde cedo, sempre foi uma garota linda, inteligente, muito atenciosa e amável. Hoje, com 17 anos, tem um corpinho bem desenvolvido, seios fartos e bumbum saliente. Nosso relacionamento é harmonioso e tenho um carinho muito grande por ela, nos tratamos como pai e filha. Após o período de desenvolvimento, a Priscila já bem crescidinha, transformou-se numa linda mulher, puxando a beleza da mãe, e até hoje mantemos o mesmo relacionamento de amor e carinho.
Ao longo desses anos que temos convivido, Máira e eu nos aproveitamos intensamente. Estamos realizados com o outro e sempre há amor e tesão em nosso relacionamento. Em casa, costumamos assistir filmes juntinhos, e também com a Priscila que adora ficar no colo da mãe ou no meu. Ali, usamos poucas roupas e a Máira se veste apenas com calcinha e sutiã; eu fico só de cueca.
É lindo ver a Máira à vontade e ter o privilégio de admirar toda sua beleza e seu corpo delicioso. Sempre me excito ao vê-la desfilando seu bumbum gostoso dentro da pequeníssima calcinha. Ela é como um animal selvagem que foi domesticado por mim e é excitante ver minha tigresa sempre pronta a dar ao seu tigrão. Quando não resisto de tanto tesão, ataco-a por trás e fazemos um amor gostoso onde estivermos na casa; obviamente, distante da Priscila. A Máira é bastante submissa e a qualquer hora que desejo fodê-la, ela não reluta nem um pouquinho e logo se entrega, fazendo um amor gostoso e intenso.
Certo Domingo, ela inventou de preparar um almoço, e na cozinha, bem à vontade, desfilava seu lindo corpo. Eu a observava de longe, na sala lendo o jornal. Foi quando a Máira deixou cair um talher, e, tendo se abaixado para pegá-lo, apontou para mim todo aquele bumbum esplêndido e gostoso; imediatamente excitei-me e fiquei louco para comê-la. Corri doido como um tigre selvagem para atacá-la.
Chegando, abracei-a por trás, descendo a mão pela sua cintura e acariciando sua bocetinha com uma mão e os deliciosos seios com a outra. Olhamos à procura da Priscila e não a vendo por perto, Máira logo se rendeu às minhas carícias e obedientemente posicionou-se de quatro, apoiada à mesa; e a arrombei gostoso, enfiando freneticamente em sua bocetinha ensopada de mel. Gozamos feito dois animais no cio; aliás a Máira está sempre no cio, nunca me nega fogo. Naquele dia, ainda cheia de tesão, ela implorou pra que comesse seu cuzinho ali na cozinha. Sem pensar, já fui metendo gostoso em sua bundinha e ela rebolava feito uma puta, afinal adorava receber no rabo. Enquanto metia gostoso no seu frasquinho quentinho e delicioso, a masturbava com uma das mãos, até gozarmos novamente ali na cozinha.
Estava tudo muito bem, mas quando fui beijá-la, repentinamente a Priscila apareceu, com os olhos arregalados nos observando. Foi um desastre! Não sabíamos o que fazer, nem o que dizer. A Máira apenas falou: “Filha você está aí?”. E Priscila, ainda embaraçada com a situação respondeu irritada: “Por que vocês não vão para o quarto?”. Depois se retirou apressadamente, voltando para a sala.
Ficamos preocupados e envergonhados, mas no fundo sabíamos que ela já era uma mulher crescidinha e nos auge dos seus 17 anos já entendia o que se passava. Enfim, ainda sem coragem, resolvemos tirar a sorte no par ou ímpar pra decidir quem iria falar com a ela… Eu acabei sobrando!
Meio sem jeito e sem saber por onde começar, esbocei a primeira fala; porém mal abri a boca e a Priscila disse prontamente: “Não precisa me tratar como uma criança, eu sei o que vocês estavam fazendo! Saibam que é pra isso que serve a cama!”. Fiquei espantando com sua declaração e perguntei: “Como assim, o que você já sabe?”. Ela respondeu: “Felipe, se ainda não percebeu, sou uma mulher, não uma criança bobinha como vocês dois pensam!” Ao que lhe respondi: “De fato você é uma mulher e não uma criança, mas sabe que sempre queremos lhe proteger e lhe dar uma boa educação”, acrescentando: “Desculpe nossa atitude impensada, espero que isso não afete nosso relacionamento.”
Conversei mais um pouco com ela sobre sexo, e cheguei a perguntá-la se ela já havia se relacionado sexualmente com alguém. Ela meio sem jeito respondeu: “Felipe, olha pra mim, sou uma mulher, se liga!” Acrescentando: “Veja meu corpo de mulher, já estou cansada de ser ignorada por vocês, e é mesmo uma grande pena que você ainda não tenha notado a linda mulher que sou.” Deu uma risadinha disfarçada e ainda disse: “Ainda sou virgem se é essa sua preocupação, e só vou perder minha virgindade com alguém assim, gato como você, seu bobo!”
Eu lhe disse que a notava sim, e não ignorava a mulher linda em que ela se transformara, não sendo mais a garotinha ingênua de outrora. Mas ela retrucou: “Você não me nota em nada, e olha que faço de tudo pra chamar sua atenção e você não está nem aí pra mim.” Sorri dando-lhe um forte abraço e um beijinho delicado o na testa, como costumava fazer, dizendo: “Deixa de ser bobinha e, a partir de agora, vou prestar mais atenção em você, mas não se esqueça que será sempre minha menina querida.” Ela gostou do que ouviu, pulou em meu colo e ficamos ali abraçados, juntinhos assistindo TV.
Mas suas palavras não saíram da mente, e fiquei tentando entender o que ela queria dizer com “… é mesmo uma grande pena que você ainda não tenha notado a linda mulher que sou.” Pensando se aquilo fora apenas um simples desabafo ou se havia ali uma alguma segunda intenção.
Os dias se passaram e a partir daquele momento passei a observá-la mais atentamente. Na verdade, desde que ela havia crescido, sempre reparava em seu corpinho lindo e desenvolvido em relação às garotas de sua idade (coisa que com certeza herdara da sua gostosa mãe), mas apenas via nisto um sinal de que ela era uma garota muito saudável… E nada mais que isso.
Porém, agora ela se apresentava a mim de forma diferente. Além de estar matura, era uma mulher, uma linda mulher, tal qual sua mãe. Possuía um lindo corpo, seios lindos, abundantes e, confesso; bem desejosos, seu bumbum era um espetáculo e como malhava, tinha um corpinho maravilhoso com coxas bem grossas. Resumindo, era uma verdadeira princesinha!
A partir daquele flagrante na cozinha, percebi que o comportamento da Priscila tinha mudado. Ela sempre passava pela casa de calcinha e com uma pequena blusa, deixando a popa da bundinha à mostra. Algumas vezes, eu estava assistindo TV e ela ficava tentando atrapalhar meu programa, posicionando-se à frente da TV e dançando sensualmente, rebolando para mim, tentando chamar minha atenção, com aquele bundão gostoso que já estava me deixando louco de tesão. Outro fato, é que ela adquiriu o hábito de se trancar no quarto e passar horas em silêncio ali dentro, algo que ela não costumava fazer. Máira e eu tentávamos entender o que se passava, mas ela misteriosa e calada, não falava nada a respeito; dizendo apenas que precisava de privacidade.
Mas certo Domingo ela me revelou o segredo de todo aquele comportamento. Eu assistia TV, ela acordou e veio direto até mim, sentou em meu colo e encostou a cabeça em meu peito. Usava somente uma calcinha e sutiã; e eu somente de short surfista, sem cueca. Ficamos ali abraçados, e eu acariciava sua cabeça e lhe beijava o rosto. Ela também passava as mãos em meus cabelos e me beijava. Até que sem receio, ela sussurrou ao meu ouvido: “E aí, já pegou a mamãe na cozinha hoje, safadinho?”.
Cheguei a sentir seus lábios molhados no ouvido. Respondi a ela: “Você ainda não esqueceu isso não Pri?”. “Claro que não”, disse ela, “como poderia esquecer uma cena excitante como aquela?”, acrescentou. “Mas você não tinha ficado chateada?”, lhe disse. “Foi só um drama que fiz, pra assustar vocês, seus dois safadinhos; na verdade assisti tudo desde o início e gostei de ver vocês se amando daquele jeito.” Continuou ela.
Como estava ficando sabida aquela garota! Imaginei. Realmente me impressionou. Mais ainda pelo fato de ela ter ficado excitada com o que viu.
Não quis mais conversar sobre o assunto, mas senti algo diferente quando ela disse que tinha se excitado. Nesse momento ela se mexia em meu colo e mordia meu rosto, eu sentia o peso e o calor de sua bundinha virgem encima do meu pau, que não demorou a endurecer. Realmente ela tinha acordado muito excitada e mostrava isso claramente em seus gestos!
Percebendo que rolava algo a mais com aquelas carícias, e tendo ela sentada ali em meu colo me fazendo carinho, comecei a ficar ainda mais excitado. E ela, percebendo meu estado, se aproveitou da situação acariciou-me ainda mais, mordendo minha orelha, rebolando em meu colo e sussurrando em meu ouvido: “vou pedir a meu namorado pra fazer comigo igual você fez à mamãe.” Nisso, continuava remexendo mais ousadamente encima do meu cacete, se esforçando para posicionar sua bocetinha encima dele. Gemia bem baixinho ao meu ouvido: “sempre achei você muito gostoso Felipe!…”
Eu já não me aguentava mais, sentindo sua xaninha quentinha e virgem roçar em meu pau, que pulsava freneticamente. Dei-lhe um cheiro prolongado no pescoço e disse: “Por que esperar seu namorado, se eu posso satisfazer você igual a sua mamãe?”
A essa altura ela já abria as pernas tentando encaixar a bocetinha eu meu pau que já estava travado e ia de encontro à sua vagina. Foi uma loucura sentir sua língua gostosa e virgem lambendo meus lábios e sua bocetinha ralando em meu pau, protegida apenas pela calcinha que já se estava toda molhada. Eu estava louco para sentir aquele corpinho por inteiro.
Taquei-lhe um beijo gostoso e pressionei seu bumbum contra meu pau, roçando sua bocetinha virgem em mim, era uma delícia! Afastei o corpo dela um pouco para trás e comecei a morder seu pescoço e seus seios. O par de seios mais gostosos que eu já havia mordido, durinhos, lisinhos e ao mesmo tempo macios… E eu era o primeiro a explorar aquela gostosura.
Tomei-a nos braços e a levei até seu quarto. Jogando-a em sua cama, comecei a mordê-la louco de tesão e, tirando seu sutiã apalpava seus seios deliciosos. Com a outra mão, a masturbava por cima da calcinha. Ela gemia como uma putinha: “Ai Felipe, como você é gostoso!” Eu lhe dizia: “Você é uma delícia, minha princesa, hoje você vai virar uma putinha igual a sua mamãe”. Ela gemia de prazer: “Ai, que gostoso, me come como uma putinha vai!”.
Desci lambendo e mordendo todo seu corpinho até chegar à sua virgem e inexplorada grutinha. Arranquei sua calcinha, e apreciei quão bela era sua xaninha: apertadinha, toda depilada, rosadinha… Um convite ao prazer! Dei um cheiro bem gostoso e senti o perfume delicioso que exalava daquela virgem. Comecei a passar a língua em seu clitóris e por toda a vagina. Ela estava prestes a gozar e vi as contrações da bocetinha e de todo seu corpo virgem. Ela gemeu gostosamente e gozou de prazer em minha boca, realizando vários movimentos involuntários de contração na xaninha. Rapidamente, levantei-me e levei meu pau até seus seios, esfreguei nos dois peitinhos e passei em sua boca, pedindo-a pra fazer um boquete. Nem precisava pedir: Ela agarrou meu pau com sua mão delicada e iniciou uma punheta deliciosa. Posicionamo-nos de forma invertida e fizemos o famoso “69”. Sua boca, grande e carnuda, não teve dificuldades em engolir todo meu pau. Enquanto ela me chupava gostoso eu chupava sua bocetinha e massageava seu clitóris.
Gozei gostoso em sua boca, bombardeando vários jatos de esperma, dos quais ela se alimentou com muito gosto. Enquanto eu prosseguia chupando sua xaninha, ela, não suportando mais, implorou: “Mete essa pica pra dentro, vai gostoso! Coma-me bem gostoso!” Levantei-me e arregacei os lábios vaginais, acariciando seu cabacinho, que estava ali intacto esperando por sua primeira experiência, que nesse caso, seria meu pau. Posicionei a cabeça do cacete no buraquinho apertado e comecei a meter devagarzinho, sempre perguntado se doía e se podia prosseguir; fazendo-lhe carinho e beijando-a. Ela estava apreensiva, percebi, mas consentia pra que eu continuasse.
Forcei devagar até que senti a cabeça passando e comecei a senti sua bocetinha quente pressionar meu pau de forma deliciosa. Ela deu um gritinho bem baixinho e pediu pra que eu parasse um pouco. Parei por alguns segundos, mas deixei o cacete ali no mesmo lugar, mexendo devagarzinho com o pau dentro dela. Ela recuperou o fôlego e pediu pra que eu continuasse. Prossegui enfiando de leve e senti meu pau entrando aos poucos em sua xaninha apertada. Beijávamos intensamente, um beijo apaixonado. Passei a enfiar com mais força, e ela já gemia pedindo pra que eu não parasse, implorando pra eu continuar metendo.
Soquei firmemente, num gostoso vai-vem até que ela não se aguentou mais e gozou. Gozou seu primeiro gozo em meu pau e abraçamo-nos fortemente.
Enquanto ela recuperava o fôlego, lhe disse: “Agora sim, você é uma mulher completa, minha mulher.” Deixei o pau dentro por alguns instantes e quando estava prestes a gozar, o retirei. Estava um pouco melado com o sangue do cabacinho, então nos limpamos e eu a pedi pra que ela deitasse de bruços, pois queria gozar na bundinha dela. Não poderia perder a chance de sentir sua bundinha que tantas vezes me excitara remexendo em meu pau. Sua bundinha era meu troféu, talvez até mais que o cabacinho!
Deitei por cima dela e comecei a bombar sua bundinha; não enfiei no buraquinho, ainda não preparado. Ralei bem gostoso na bundinha até gozar intensamente. Foi delicioso sentir aquela bundinha carnuda, quentinha e gostosa em meu pau.
Abraçamo-nos, nos beijamos e nos acariciamos ali. Em seguida, quando nos dirigíamos cada um para seu banheiro, ouvimos a Máira gritar: “O almoço está pronto Pessoal!”
Continuamos nesse triângulo secreto por alguns anos, e cada vez mais me apaixonava pela Priscila. Estava apaixonado pelas duas e não sabia o que fazer para sustentar esse relacionamento, mesmo porque a Priscila começou a sentir ciúmes de sua mãe, pois só podia ficar comigo às escondidas.
Enfim, elaborei um plano para conseguir ficar com as duas sem segredos. E contarei a vocês em breve.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Amiga da Sogra


namoro uma mulher da minha idade! o sexo é bom, gostoso. Mas homem é homem. o que irei relatar, ainda me deixa meio perturbado. Bem isso foi a 3 semanas atras. frequento a casa do meus sogro regularmente, e nessa semana, minha namorada falou que a sua mae iria receber uma amiga dela para passar uns dias em sua casa! ate ai td bem. tenho meus gostos particulares. Na al semana. como de custume fui visitar minha namorada , subi o predio e toquei a campanhia , ela veio me receber, dei um beijo nela, td normalmente como manda o figurino. entao que veio minha sogra, oi (fernando) td bem.. e apresentou sua amiga (Rosana), a comprimentei normalmente., ao decorrer olhei para ela, uma senhora de uns 55 anos, meio gordinha, loira cabelo até os ombros, e seus peitos MARAVILHOSOS, Siliconada e com uma bunda normal assim, uma dessas senhoras dondocas. rosto bunito e simpatica. papo vai e vem. td normal. sai dali pq era tarde visitei a casa de meus sogro masi umas vezes td dentro dos padrões normais. sempre quis experiencia com uma senhora, e isso me aconteceu.

certo dia fui a tarde visitar minha sogra para pegar minha carteira, vivo esquecendo ela la na casa deles. e eu possuo a chave da casa ai falei pra minha manorada que iria pegar a minha carteira. subi o predio e fui abrindo a porta, isso era ums 15:00 da tarde , como sabia q estava sozinho em casa fui logo entrando. e fui ate a cozinha beber uma agua qnd olho para tras dou de cara com Rosana, ate levei um susto. ela ainda falou, " - Te assustei) ai falei q um poco pq sabia q nao teria ngn em casa. e falei q vinha pegar minha carteira. e jah estava de saida. ela falou que minha sogra avia saido e meu sogro como trab o no segundo turno nao estava. ela nao saiu pq estava com dor de cabeça. ai falei jah estava indo, ela disse se eu gostava da minha namorada, que viu ela crescer, contou historias legais. achei legal isso.

e ela falo que a minha namorada era uma mulher de sorte, porque sou um rapaz muito bunito. ate fiquei sem jeito na hora. e olhava pro seus peitos e olhava para o rosto dela, e assim foi, qnd ela me fala, " - Porque vc nao para de olhar meus seios"

nessa hora gelei e fiquei sem reação. Disse que era impressão dela e tals, ai ela disse q boto silicone a uns 10 anos jah, que gostava pq era pequeno e queria ele maior, ai falei bunito , gosto de seios grandes, a Amanda( minha namorada) tem masi eh pequeno, gostosinho mais pequeno, ela falo que viu que reparava ela, e ai falo q estava tempo sem transar, desde a morte do marido a 2 anos, que tinha vontade e tals, ai falei pra ela arrumar um homem pra ela, e aquele assunto todo. ela ai me disse q gostave de mais jovens. a essa altura eu jah estava tremendo, por ter essa conversar com a amiga da minha sogra. foi quando ela olhou pra mim e com as maos tiro seus peitos para fora da camisa. nessa hora msm eu gelei , e perguntou o que achava, se eram bunitos, falei q SIM e na verdade Eram lindos, grandes bunitos, nao aqueles exagerados. ai ela pego minha mao e disse "- Sente eles" , eu tremia e tirei a mao rapido e disse q tinha q ir embora, foi qnd ela falou que se eu nao ficasse ali iria contar pra minha sogra que eu tinha ido espiar ela no AP a tarde. discuti com ela , mas ela nao quis nem saber. ai ela disse , vem , vais gostar. foi qnd ela se aproximou, pego no meu Pau se abaixou e começou a chupa-lo, Vi estrelas que delicia foi akilo.. estavamos na cozinha. ai levantei ela e cai de boca nos seus peitos, gostosos , uma textura boa, cheirosos, chupei igual criança pequena, ai ela falo "- seu golosinho" srsrsr ali jah avia me entregado, apoiei ela na pia da cozinha, abri suas pernas e começei a chupa-la, uma buceta limpa, raspadinha, e cherosa, me babei todo, ela gemia e falava que fazia tempo que nao sintia isso, a virei de costas para a pia e meti gostoso nela.. soquei bem devagarinho , ela se rebolava, era gordinha e isso me exitava , tinha aonde pegar. nao demoro mt falei, vou gozar.. ela disse para parar se virou e começou a chupar meu pau, ai falei de novo.. vou gozar.. fui tirar a cabeça dela ela aguentou e acabei gozando em sua boca.. o poco que escorreu ela tiro com a mao e lambeu.. meio perdido leevantei as calças e fui embora.. meio sem nem dar tchau. ela dps disso nao a vi no outro dia. acho q esse dia era o ultimo dela de visita. mais fico na lembrança. e nao comentou nada com ngn, acho q o que ela queria era Pica msm. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Suruba após as Compras

Suruba após as compras


"Vida de casado tem cada uma! E, para torná-la mais leve, é que passo a contar minha experiência de corno ativo neste Fórum. Há dois meses, levei a patroa, Carlota, às compras. Ela reclamara, na véspera, que ultimamente eu andava pastoso, sem aquele furor dos primeiros anos de casado. Carlota, ao contrário, dizia-se mais fogosa com o passar dos dias. O calor na rechonchuda aumentava a cada ausência minha.Em verdade, deixava o serviço no Centro e ficava por lá, enchendo a cara nos botecos. Chegava em casa embriagado, sem forças até para encarar o prato de sopa que Carlota deixava em cima do fogão. Ao entrar no quarto, minha mulher fazia cara feia — se isso era possível naquele rostinho de anjo —, mas mesmo assim exigia que eu cumprisse minhas obrigações. Sem sucesso, não tinha jeito de o pinto empinar.
Ao entrarmos no supermercado para as compras do mês, Carlota ainda se queixava das constantes broxadas, mas logo fechou o bico. Na seção de bebidas importadas, um guapo chamou-lhe a atenção, enquanto eu passava a examinar os rótulos de vinhos. De rabo de olho, vi quando o rapaz com cara de boliviano entregou um cartão a Carlota. A sorte é que eu ainda não bebera a primeira do dia.
Diante da prateleira de massas, senti as mãos da patroa trêmulas e geladas ao me entregar o pacote de macarrão goela de pato para colocar no carrinho. 'Que diz o cartão?', indaguei. Se fez de boba a sóbria, mas, com mais um pouco de insistência, entregou: 'É um convite para uma noite de suingue.' Bom, muito bom, pensei com minha ressaca. 'Vamos juntos', emendei.
Carlota desistiu das compras no ato. 'Tenho que me produzir, então', disse apressada, sem a menor cerimônia. Nunca pensei em dividir aquela boceta com outro marmanjo, mas seria melhor assim. Era a solução para não ganhar chifres e ficar chupando o próprio dedo.
Prontos para partir rumo à tal suruba, ainda perguntei a Carlota se não ficaria arrependida depois. Respondeu que não e me aplicou um beijão cinematográfico, patolando meu caralho a ponto de deixá-lo petrificado. Pensei em desistir da festa e comê-la ali mesmo na cozinha de casa. Mais prática, Carlota se ajoelhou e iniciou um demorado boquete, tirando o leite que tantas vezes negara àquela boca carnuda. Engoliu uma parte da porção mágica e usou a outra como creme para a pele do rostinho bonito.
Refeitos, fomos à festa querendo muito mais. O local combinado era a cobertura de um prédio, cheia de vidros e plantas. Na recepção, o tipo boliviano pegou Carlota pela mão e disse que gostaria de apresentá-la a uns amigos. Uma moça, também com traços de índia, me pegou pelo braço dizendo que faria o mesmo. Que farra! Todas as mulheres estavam à vontade, copos na mão e sacanagens na cabeça. Adriana, a moça que me recebeu, conhecia todas elas. 'Vamos para o quarto do segundo andar, gostosão', convidou. Em pouco tempo, já estava na quinta dose e nem recordava mais que chegara ali com Carlota.
Só lembrei da patroa ao passar por uma saleta de mãos dadas com Adriana. Lá estava Carlota com o tipo boliviano, um tal de Chico. Estavam os dois no maior amasso, ele estocava aquela xoxota ali mesmo, em cima de uma mesa. Pensei que aquilo poderia me deixar puto da vida, mas fiquei com mais tesão pela Adriana. Carreguei-a até o outro andar, como havia proposto, e nem esperei que tirasse a roupa. Fui quase rasgando tudo. Não parecia que tinha passado por uma fase broxante na minha vida. Aliás, isso era tudo que não estava; meu cacete ficou duro como há muito tempo eu não conseguia. Queria foder Adriana todinha, esquecendo que minha mulher estava trepando com outro ali embaixo.
Adriana começava o meu segundo boquete do dia, quando uma cena aumentou minha excitação. Duas gatas entraram no cômodo onde estávamos, completamente nuas e cheias de amor para dar. A princípio, pensei que fosse essa tal história de lesbian chic, mas que nada. Gulosas, começaram a me morder nas orelhas, pescoço, bagos, nuca e pernas. Gozei na boquinha de Adriana num só jato. Aí, foi a vez de uma das anônimas adotar meu caralho com mãos hábeis de massagista oriental. A outra veio por trás e começou a beijar minha bunda. Adriana presenciava tudo, de pernas abertas e dedos no grelinho.
Logo o mastro começou a hastear minha bandeira, com as duas moças iniciando um delicioso rodízio de bocetas no meu colo. Uma mais apertadinha que a outra, mas igualmente molhadinhas. Não querendo perder a farra, Adriana me deitou e esfregou a xavasca na minha boca. A língua entrava e saía daquela gruta com fúria e acabei gozando dentro de uma das duas sem saber em qual delas. Quase ao mesmo tempo, Adriana gritava de prazer: 'Morde meu grelo, enfia tudo, rasga minha xota!!'
Coisa de louco. O cheiro de sexo dominava o ambiente, mas ainda deu para sentir um perfume conhecido no ar. Quando levantei a cabeça, encontrei Carlota na soleira da porta, com ar extasiado e olhos fogosos. Sentindo a senha, as três partiram para outra pica, nos deixando sozinhos. Nem abrimos a boca; em poucos segundos, estávamos agachados. Eu por trás, enrabando minha patroa e escrava, que se deliciava a cada cravada. Desde aquela noite, não perdemos uma festinha promovida pelo Chico e a Adriana, afinal tão bem casados quanto nós."