Rota RGB 05

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Feriadão Inesquecível




                 Finalmente eu teria direito à um feriadão, faltava agora ver para onde eu iria, os amigos já tinham combinado, sobrei, me restou a casa de uma tia, falei com meus primos, mas eles iriam longe e eu não tinha dinheiro para aquela distância, fui então convidado para ir com minhas primas e duas amigas, eram cinco mulheres e eu, me sentí meio eslocado mas fui, eu precisava de uma folga. Dia seguinte, acordei cedo e fui dar uma corrida na beira da praia, dei um mergulho e fui pra casa. Ao chegar, que visão, quatro bundas pra cima estendidas sobre toalhas, dentro de minúsculos biquinis, uma tentação, inevitavelmente fiquei de pau duro na hora, fiquei ali conversando e fui tomar meu banho, ao entrar em casa, vejo juliana, uma de minhas primas, totalmente nua, fiquei olhando aquele corpaço, ela me viu e perguntou com uma cara de safada: -gostou do que está vendo?-Claro Ju, como tu cresceu hein? respondi prontamente.
   Ela veio até mim, estranhei sua atitude, pois Juliana sempre foi uma menina muito quietinha e timida, e começou a puxar conversa, e eu ali paralisado com aquela ninfeta nua.
   Entrei no banho, pensei em me masturbar, mas decidi que não, afinal tinha cinco mulheres lindissimas naquela casa que poderiam me proporcionar um sexo maravilhoso, quem sabe a noite fosse ótima,vai saber...
   Á noite elas ficaram em casa, eu preferi ler um livro, mas fiquei ligado nos papos da sala, principalmente quando começaram a falar de sexo, prestei muita atenção, a conversa começou a ficar quente, elas diziam, da´pra ele então, aproveita ele tá aqui.
   Pensei que falavam de algum amigo que estivesse na praia, mas me surpreendi ao descobrir que falavam de mim, ouvi barulho de copos, será que estavam bebendo?estavam e era vinho, já estavam bem tontinhas, Juliana dizia que eu a tinha visto nua hoje pela manhã, porque todas não ficavam nuas tambem afinal eu nem iria me importar, comecei a me animar, mas continuei no quarto, Joana, minha outra prima e Andressa sua irmã, falavam para as amigas Julia e Andreia que eu seria a pessoa ideal para elas.
   De repente me chamaram na sala, eu não conseguia esconder minha excitação e fui assim mesmo com a barraca armada para a sala, elas suspiraram quando viram meu pau e me disseram que tinham planejado tudo, Andreia e Julia nunca tinham chupado um pau, Joana queria dar o cuzinho, e andressa e Juliana queriam ser chupadas, fiquei paralisado com o convite e perguntei quem seria a primeira a ser "sacrificada", já colocando o pau pra fora. Andreia veio me chupar junto com Julia, e seguiam as instruções das outras. Pedi para chupar os peitões de Andressa, ela veio e colocou na minha boca, aqueles verdadeiros melões, me deitei no sofá para facilitar, Andreia adorou o boquete, já a Julia não achou muita graça, Andreia e Juliana sentaram com as pernas abertas e comecei a chupá-las.
   Juliana deliciosa, Andressa disse que achou meio nojento no inicio, mas gostou, faltava Joana, que comi o cuzinho delicioso, assim foi meu primeiro dia de um feriadão que estava apenas começando, comi as amigas de minhas primas ao mesmo tempo, Joana e Juliana não quiseram dar pra mim, só ficaram nas chupadas, mas valeu, afinal de contas marcamos outros encontros naquela casa mágica e sempre aparecia uma nova amiguinha.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Troca de Casais

            Confesso que nunca entendi esse negócio de troca de casais, até que aconteceu comigo um fato que vou relatar...
     Eu e minha mulher patricia sempre fomos completados um pelo outro em tudo, principalmente na cama, ela era uma loira deliciosa que eu adorava comer de todos os jeitos e a toda hora, todas as posições, não negávamos nada um ao outro, era a relação plena, até que conhecemos nossos vizinhos, Clara e RG. Eles eram adeptos do swing e à troca de casais e acabaram nos convencendo a usufruir desse sexo diferente para nós naquele momento.
   Clara era uma morena linda, com uma cara de safada, mas que no dia a dia se comportava como uma verdadeira dama, ela era secretária executiva de uma grande empresa, seu marido era um tipo quieto, mas segundo me confidenciou Paty, tinha um pau grosso e bem gostoso, que fui saber depois, tinha sido chupado por minha esposa.
     Fiquei chocado com aquela revelação, o vizinho, RG, tinha comido minha esposa e ela tinha adorado, pois Clara participou e chupou ela tambem. Fiquei doido com aquilo tudo e sái para esfriar a cabeça, eu já havia traído Paty algumas vezes, mas ouvir dela que tinha me traído, doeu, doeu demais, pensei na separação, juro.
   Voltei para casa ao anoitecer, e RG, da janela me acenou, ele era um cara até timido, mas simpático, acabei esquecendo a raiva que sentia dele, entrei em casa e ví Clara e Paty conversando animadamente, elas pareciam estar desfilando uma para a outra, tomei meu banho e voltei para a sala.
   Ao voltar, as duas estavam de lingerie, uma mais sensual e deliciosa que a outra, aí percebi o mulherão que era Clara, ela percebendo meu interesse, sentou-se ao meu lado no sofá e começou a elogiar meu corpo, eu estava de calção e sem camisa, lembrei o que Paty me havia contado pela manhã e começei a alisar as pernas de Clarinha que pareceu não se importar.
   Ela levantou e mostrou sua lingerie que era mínima, e estava quase toda enterrada em sua bunda deliciosa. Pediu minha opinião e eu disse que ela era gostosíssima, ela me interrompeu dizendo que era para falar da lingerie e não de seu corpo.
     Disse à ela que o tecido parecia ser muito leve e toquei a parte da frente apertando levemente seu sexo que estufava aquela calcinha. Minha mulher de longe só olhava, Clarinha voltou à me elogiar e Paty disse à amiga que não tinha visto o meu pau, esse sim era o meu ponto forte.Clarinha pediu que mostrasse, levantei e tirei o calção e meu pau já duro saltou e Clarinha segurou dizendo que era lindo, e gostaria muito de chupá-lo, confesso que fiquei meio envergonhado, nunca tinha escutado algo assim, e ela fazia justamente em frente à minha mulher, mas deixei rolar, Clarinha era deliciosa e chupava como uma profissional, sentei e chamei Paty para participar e chupei seus seios já tão conhecidos por mim.
      Clarinha disse que queria ser chupada por mim, enquanto chupava Paty, que cena excitante, duas mulheres se lambendo, duas gostosas à minha disposição.
    Pedí que Clarinha cavalgasse em mim, e ela sentou no meu pau e rebolou, minha mulher só ajudava o balanço de nossa vizinha.
   Acabei comendo Clarinha de todas as maneiras que eu gostava, à noite seu marido,RG, veio aqui em casa e acabamos fazendo uma bela suruba, ele comia minha mulher de quatro em minha cama, e eu enrabava Clarinha, que enquanto isso, beijava Paty.
    Foi uma coisa excitante demais, fomos apresentados à outros casais, e eu pude comer mulheres e senhoras maravilhosas, mas infelizmente, nosso casamento começou à ir por água à baixo, não transávamos mais como antes e acabamos nos envolvendo com outras pessoas, nosso casamento acabou, Paty foi morar em Paris com nosso filho Karl, e eu fiquei aqui no Brasil, quem sabe um dia possamos voltar à morar juntos, mas tenho certeza que de swings, não participaremos mais.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Transa no Condominio


Como já falei em outros contos, tenho 43 anos e sou porteiro de um prédio de luxo aqui no RS. Bom vamos à historia, conheci uma mulher também de 43 anos através de um site de encontros muito famoso, vi suas fotos, era uma morena de 1,55 com seios médios e uma bundinha de deixar muitas novinhas com inveja, papo vai papo vem falei pra ela que tinha a fantasia de transar aqui no prédio dos ricos e ela para minha surpresa achou a ideia interessante e aceitou o convite, marcamos o dia como é um prédio de apenas 7 apartamentos, sendo um por andar e com moradores com hábitos normais seria fácil para mim sair da portaria, pedi a ela quando estivesse chegando que me ligasse para que eu pudesse ajeitar o local e pudesse tomar um azulzinho para dar aquela turbinada para detonar a gata. Quando ela chegou fomos logo para a cobertura onde fica a sauna e a piscina, era mais de meia noite e todos os moradores já tinham ido dormir, ela estava com um vestidinho de seda de alcinhas e sem sutiã e com uma calcinha fio dental preta transparente, começamos a nos agarrar ali mesmo, ai falei para ela:- vamos para a sauna e  chegando lá o meu pau já estava pra lá de duro e ela começou a me chupar sem que eu nem tirasse o uniforme, e que chupada deliciosa ela sabia fazer aquela que desce molhando e sobe secando, ai resolvi retribuir comecei chupando os seus seios ,que delicia, ela sentia o maior tesão e chupei, lambi e quando cheguei na sua buçetinha , estava super molhada e tinha um grelo maravilhoso e como eu adoro chupar uma buceta cai matando fazendo ela gozar varias vezes quando dei uma lambida no seu cuzinho ela se arrepiou todinha e disse:- come o meu cu amor porque eu adoro dar, lambi bastante o rabinho dela e coloquei o meu pau que não é muito grande, mas é bem grosso e para minha surpresa não encontrei muita resistência, que delicia, fiquei ali socando por uns 20 min e quando anunciei que iria gozar, ela virou  e mandou que eu gozasse na sua boca, enchendo de porra a qual ela bebeu tudinho. Demos um tempo, tomamos um banho no chuveiro e o meu pau não descia, ela vendo isso começou a me chupar novamente não resisti, virei ela de costas e enterrei tudo na sua bucetinha pequena e apertadinha, que delicia, não demorou muito e gozei novamente. Comemos algo e eu voltei para a  portaria, ela sentou do meu lado só de vestido e sem calcinha, não resisti ao ver aquela xaninha pequena e com um grelo lindo e duro e cai de boca novamente, ela gozou e pediu que eu a penetrasse novamente,ai fui com ela para a escada sentei num degrau e ela comecou a me chupar. já de pau duro pedi a ela que cavalgasse, posição que gosto muito, ela se segurou no corrimão e sentou na minha rola e mexeu como uma égua no cio, me levando à loucura de tanto tesão. Ficamos ali uma meia hora, até que eu gozei novamente, o pior é que ela queria mais, mas eu não tinha mais condições físicas para tal, moral da historia, fiquei louco por ela e sempre que dá a gente mete aqui no condomínio enquanto os ricos dormem nós fazemos nossa festa, Val voçê é uma delicia te adoro.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Comi a rosquinha da mulher do padeiro


Conforme havia prometido que iria fazer no relato de n°. 44.005, vou contar a vocês queridos e queridas, como foi o dia em que comi a rosquinha da mulher do padeiro em meu escritório. Trabalho por conta própria, e tenho um escritório que fica em minha casa. Os meus encontros com a morena estavam frequentes, e sempre que dava certo, ela inventava uma desculpa para o maridão corno, só para se encontrar comigo. Pois bem, num certo dia, a morena me liga e avisa que por volta das 14 horas iria passar em meu escritório para a gente conversar. Já imaginei que iria comer a gostosa em meu escritório. Por volta das 14 horas em ponto ela chegou, e estava muito bonita e gostosa, vestia uma calça vermelha bem colada ao seu corpo, que realçava ainda mais o seu rabão gostoso. Estava com os cabelos soltos e salto alto, realmente uma deusa. Sentou-se numa das cadeiras do escritório, e ficamos conversando por alguns minutos, e, não aguentando mais de tanto tesão de beijá-la e possuí-la, levantei-me e após encostá-la na parede, cheguei o meu corpo de encontro ao dela, e enquanto roçava o cacete em sua buceta, beijei-a calorosamente. As minhas mãos deslizaram pelo seu corpo, dando uma atenção maior aos seus seios e bunda, e ela também , apertava o meu cacete. Não suportando o tesão que sentia, fechei a porta do escritório, e comecei a despi-la. Tirei toda a sua roupa e deixei-a apenas de calcinha. Estendi um lençol no chão, e, pedi para ela deitar-se no chão, e, quando ela fez isso, comecei a chupar a sua buceta e o seu cú. Ela delirava e gemia como louca, e pedia para eu não parar de chupá-la pois queria gozar. Atendendo o pedido dela, continuei a chupá-la até que ela não aguentando mais de tanto prazer e tesão, começou a gozar em minha boca, e urrava sem parar. Ela gozou muito gostoso, e eu pedia para ela controlar os seus gemidos, pois os vizinhos do meu escritório poderiam escutar, dai ela abafou um pouco os seus gemidos. Depois de alguns minutos nos refazendo, comecei a beijá-la novamente, e passar as minhas mãos em sua buceta, e, não demorou nada, para que o meu membro começasse a penetrar em sua buceta linda. Deitada no chão e com as pernas bem abertas, ela recebia o meu cacete inteirinho, e rebolava muito. E ao mesmo tempo, apertando a minha cintura, forçava o seu corpo de encontro ao meu. Mudei-a de posição, e apoiando-a na mesa do escritório, continuei a meter forte em sua buceta, até que a morena linda, aos gritos e prantos, começou a gozar freneticamente, era o segundo orgasmo da morena nesta tarde. Como já era 16:30 horas, e ela tinha que estar em casa por volta das 17 horas para receber o seu marido, ela pediu que eu comesse o seu cuzão gostoso, pois segundo ela, o seu marido não gostava de sexo anal. Sem perder tempo, comecei a passar e a pincelar o meu pau no cuzinho e reguinho da morena, que delirava e gemia, e implorava incensantemente para que eu metesse logo em seu cú. Vagarosamente atendi o pedido dela, e fui enfiando o meu pau, que conforme ia entrando no cú dela, ela rebolava e tremia freneticamente com o meu pau espetado no seu rabão. Comi o cú dela de quatro, deitada no chão, de lado, em pé apoiada na parede, em cima da mesa do escritório, e em todas estas posições ela rebolava e gemia muito, e implorava para que eu metesse com força, e assim, não demorou muito para que a morena chegasse ao seu terceiro orgasmo da tarde. Sem sombras de dúvidas leitores, foi maravilhoso e esplêndido saborear a rosquinha gostosa da mulher do padeiro em meu escritório.